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Eleições

AFINAL, QUEM SÃO OS CANDIDATOS DE SIMÕES FILHO EM 2018

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Qeum são os candidatos de Simões Filho
Simões Filho tá Mudando
 

Ao contrário do que muitos pensam, a definição dos nomes para candidatos a deputados estaduais representando o município de Simões Filho, ainda é incerta.

Três nomes estão postos, mas nenhum dos três provou, até o momento, que serão de fato e de direito, candidatos.

A vereadora Katia Cerqueira é mais cotada para ser a representante do grupo Dinha, no entanto, a mesma já declarou que não quer entrar na disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa.

A decisão pela vereadora já teria sido feita, mas os acordos políticos que valeram para as eleições municipais de 2016, colocam sérios entraves para o lançamento da candidatura Katia Cerqueira.

O que teria sido “combinado” como o pré-candidato José Tude – ex-prefeito de Camaçari e Paulo Azi – deputado federal – candidato a reeleição, pode ser a razão pela demora na decisão do nome do candidato simõesfilhense, representante do Grupo Dinha.

Pelo lado oposto está o ex-prefeito Eduardo Alencar, o qual tem pendência jurídica que o colocou como inelegível.

A eleição do ex-prefeito, é dada como certa e a previsão é de que o mesmo obtenha algo próximo dos 90 mil votos, isso é claro, se até lá, conseguir se desvencilhar dos problemas jurídicos que fazem o mesmo perder o sono.

Por fim, temos o nome de Denyson Santana – ex-secretário de transportes de Simões Filho.

Denyson pretende sair candidato pelo PODEMOS, mas articulações de bastidores fizeram com que o mesmo ficasse sem seu nome lançado na relação de filiados ao partido.

Há quem diga que tais articulações teriam sido conduzidas pelo ex-prefeito juntamente com o atual presidente do partido, Danilo Gonçalves, para impedir que o mesmo consiga ser candidato. Se isso for verdade, algumas perguntas precisam de respostas:

Por que o ex-prefeito, que sempre foi aliado de Denyson, não iria querer que o mesmo concorrendo nas próximas eleições, em 2018, uma vez que estão em bases partidárias diferentes?

Seria esse, um ardiloso plano para que Danyson se visse, ao final, forçado a apoiar a provável candidatura do ex-prefeito, Eduardo Alencar?

Essas perguntas ainda não foram respondidas por nenhum dos lados e provavelmente não serão.

Das três pré-candidaturas, talvez a mais fácil de se concretizar seja, exatamente, a de Denyson Santana, caso o mesmo consiga resolver sua situação jurídica junto ao partido, o que ainda não está claro.

Em conversa com o mesmo, Denyson demonstrou confiança na decisão da justiça e afirmou que em breve, irá responder aquilo que todos querem saber: Denyson Santana, será candidato a deputado estadual?

Conclusão: Estamos a pouco mais de cinco meses das eleições e nada está definido no que diz respeito aos candidatos que irão concorrer para deputados estaduais, representando Simões Filho.

Nos resta, aguardar…

 

Eleições

Eleitores simõesfilhenses devem realizar cadastramento biométrico até 22 de fevereiro

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Os eleitores simõesfilhenses têm até o dia 22 de fevereiro de 2019 para fazer o cadastramento biométrico. O atendimento está sendo realizado no Mini Shopping Nilmar, na Rua C, número 60, no Loteamento Encanto das Árvores – Centro (próximo ao Tabelionato de Notas), das 8h às 16h, por ordem de chegada. Quem já se cadastrou não precisa comparecer.

Os eleitores devem comparecer ao posto de atendimento, tendo em mãos: RG, CPF, Título e comprovante de residência (água, luz ou telefone).

O cadastramento é obrigatório e caso o eleitor não o compareça poderá ter o título cancelado, o que provoca impedimento da realização atos civis, como: obter passaporte, se matricular em instituição oficial e tomar posse em cargo público.

O cadastramento biométrico faz com que o eleitor seja reconhecido pelas digitais na hora do voto. Na oportunidade, os técnicos realizam a atualização dos dados pessoais, promovendo maior transparência no processo eleitoral

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Brasil

Eleitor de Bolsonaro toma batida policial e conta seu “arrependimento de ter votado nele”

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Douglas Barcellos contou levou um dia para se arrepender de votar em Jair Bolsonaro. Ele contou sua história no Twitter:

 

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Eleições

BOLSONARO É ELEITO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

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Da Folha:

Jair Messias Bolsonaro, 63, é o novo presidente do Brasil —o 42º da história e o 8º desde o fim do regime militar (1964-85) que ele admira e cujo caráter ditatorial relativiza.

O deputado do PSL-RJ derrotou neste domingo (28) o ex-prefeito paulistano Fernando Haddad, do PT, segundo projeção do Datafolha sobre os resultados já apurados.

Bolsonaro liderou a mais surpreendente disputa eleitoral desde o pleito de 1989 a partir de agosto, quando o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), preso desde abril por corrupção, foi declarado inelegível.

Haddad, plano B do PT que ocupava estrategicamente a vice de Lula antes de ser lançado candidato, conseguiu chegar ao segundo turno, mas nunca ameaçou a liderança do polêmico deputado.

Ele será o 16º presidente militar da história e o 3º a chegar ao poder pelo voto direto. Os outros foram Hermes da Fonseca, em 1910, e Eurico Gaspar Dutra, em 1945. (…)

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Eleições

Revista afirma que família Bolsonaro contratou agência para criar grupos no WhatsApp

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Do Jornal GGN – A revista Época publicou uma entrevista nesta quarta (24) que revela que a família Bolsonaro criou artificialmente inúmeros grupos no WhatsApp, há mais de 2 anos, para disparar em massa mensagens “politicamente incorretas”, trabalhar o repúdio da população à corrupção e aos projetos do PT, e influenciar o eleitorado a compactuar com as ideias de Jair Bolsonaro.

A reportagem conversou com um funcionário da agência que começou produzindo imagens para serem utilizadas na redes sociais. Depois, passou a receber pedidos para criar, dividir em nichos e administrar grupos de WhatsApp.

Quando a célula, com mais de 100 pessoas, estava consolidada, a administração era transferida para algum voluntário pró-bolsonaro mais ativo. Ou seja: a estrutura montada profissionalmente era fundida com a militância orgânica, graças aos novos apoiadores de Bolsonaro, caracterizando o que especialistas têm chamado de guerra híbrida.

O caráter da estrutura de comunicação montada por Bolsonaro no WhatsApp está sendo estudado por pesquisadores da Universidade Federal Fluminense, que acrescentaram ainda que os membros mais ativos dessas células têm números internacionais. A fonte anônima da agência revelou que recebia chips da Argentina, Portugal e outros países para fazer suas operações. Esses chips eram fornecidos em reuniões fechadas. O mesmo ocorreu com a entrega das listas de contatos do deputado.

O então funcionário, que pediu para não ter seu nome e nem o da agência revelados, relatou que o serviço foi rompido somente no início deste ano, quando a empresa percebeu que Bolsonaro teria chances de disputar e ganhar a eleição presidencial. Ele acrescentou ainda que a agência estava incomodada com a distribuição de muitas fake news.

Na semana passada, a Folha de S. Paulo revelou que empresas anti-PT estão comprando pacotes de disparos em massa no WhatsApp às véspera do segundo turno. Bolsonaro afirmou que não controla seus “apoiadores voluntários.”

Leia a matéria completa aqui.

 

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Eleições

Bolsonaro volta a atacar: Vamos acabar com “coitadismo” de nordestino, de gay, de negro e de mulher

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Da Folha – Ao mirar em eleitores do Nordeste na reta final da campanha, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, afirmou em entrevista à TV Cidade Verde, afiliada do SBT no Piauí, que irá acabar com a política do “coitadismo” a nordestino, gay, negro e mulher. Segundo ele, as políticas afirmativas reforçam o preconceito.

“Isso não pode continuar existindo. Tudo é coitadismo. Coitado do negro, coitado da mulher, coitado do gay, coitado do nordestino, coitado do piauiense. Vamos acabar com isso”, disse.

(…)

Sobre o MST, o candidato disse que vai trata-lo como ação de terrorismo. “Ações do MST serão tipificadas como terrorismo. Esse pessoal não pode continuar levando terror ao campo”.

Ele voltou a falar sobre a polêmica do WhatsApp e criticou a Folha. “Primeiro, a matéria surgiu na Folha de S.Paulo, num jornal de sempre, num jornal que não tem qualquer compromisso com a verdade”, disse.

(…)

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Brasil

Pesquisadores apontam profissionalização da rede de fakes pró-Bolsonaro no WhatsApp

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Jornal GGN – Pesquisadores da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) que acompanharam 90 grupos de WhatsApp ao longo das eleições afirmam que os núcleos que apoiam Jair Bolsonaro atuam de maneira “orquestrada” na difusão de fake news. As notícias falsas, ainda por cima, seriam produzidas por profissionais e direcionadas a vários setores do eleitorado.
Segundo a reportagem da Agência Pública, grupos de apoio a Ciro Gomes, Marinas Silva, Geraldo Alckmin e Fernando Haddad também foram monitorados, mas em menor quantidade. Foi nos grupos em favor de Bolsonaro, contudo, que os pesquisadores detectaram profissionalismo e técnicas para engajar o discurso em favor do capitão da reserva.
O estudo mostra, ainda, que de 30 mensagens disparadas em favor do Bolsonaro, 1 veio de exterior. As fake news são produzidas e jogadas em grupos que possuem até 250 pessoas como membros. Uma parte dessas pessoas, voluntariamente, leva a notícia falsa de um grupo para outro. Com o prefixo do número de celular, é possível criar grupos que atinjam todas as regiões do País.
As mensagens são personalizadas para cair mais fácil no gosto dos internautadas. Os principais temas abordados colocam o PT como um risco para a família tradicional, como uma ameaça comunista, e exploram também a questão da segurança, garimpando apoiadores à bandeira de Bolsonaro: o armamento da população.
Segundo a Pública, a informação é que a ideia do Brasil virar uma Venezuela caso o PT volte ao poder está sendo trabalhada por esses grupos ao menos há 2 anos.
Há também casos em que os bolsonaristas se infiltram em grupos de adversários, fingindo que são simpatizantes, e depois de ascenderem à posição de administrador, deletam o grupo. Aconteceu com Marina Silva, por exemplo.
Além disso, a pesquisa da UERJ mostra que há internautas coordenando a mensagem que deve ser espalhada. Isso ficou claro após o primeiro turno, quando discursos atacando o Nordeste pipocaram. Esses direcionadores chegaram a deletar quem fazia ataques aos nordestinos, alegando que Bolsonaro precisa de votos na região para vencer.
Leia a matéria completa aqui.

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