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Bairros

Comunidade do Dambe espera por área de lazer e turismo aprovada na Câmara

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56 anos de emancipação

A história de Simões Filho não pode ser contada sem que se mencione a comunidade do DAMBE. Uma localidade que poucos Simõesfilhenses conhecem. Uma parte da história do Brasil está ali. Abandonada em forma de ruinas tomadas pelo matagal.

Apesar de não ter sido beneficiado com obras públicas de infraestrutura nos últimos anos, a comunidade sempre foi lembrada nas sessões da Câmara por vários vereadores ao longo dos anos.

Frente Casarão em AratuNo dia 05 de março de 2013, uma indicação feita pelo vereador Deni da Metalúrgica-PSD, chamou a atenção pelo seu conteúdo. A indicação de nº 022/2013, pede ao Poder Executivo do município na pessoa do prefeito Eduardo Alencar e as secretarias de Infraestrutura, SESP, Indústria e Comércio, SEPLAN e secretaria de Cultura, a construção de uma área de lazer e turismo com infraestrutura de pavimentação asfáltica, iluminação, construção de uma praça, quadra de esportes, centro comercial para venda de artesanato e a revitalização geral da Bahia de Cotegipe-Área ecológica com grande potencial turístico, mas que está até o momento inexplorado.

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A indicação teve o apoio de todos os vereadores tanto da oposição quanto da situação. A vereadora Kátia-PMDB enfatizou que a indicação vem em boa hora uma vez que aquela comunidade sempre foi esquecida pelos poderes públicos a exemplo de tantas outras.

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“É hora olhar para aquela comunidade com maior carinho para que todos possam ser beneficiados com o desenvolvimento da economia e tendo emprego e renda gerados pelo potencial turístico e cultural da nossa cidade”. Declarou o autor da indicação, o vereador Deni da Metalúrgica-PSD.

A indicação seguiu para o gabinete do prefeito.

 

Leia mais sobre a história de Simões Filho no Blog de Ademário Ribeiro clicando aqui.

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

Bairros

Prefeito Dinha segue levando pavimentação para diversos bairros de Simões Filho

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Simões Filho
56 anos de emancipação

Obras de pavimentação asfáltica estão mudando o cenário de diversas ruas da cidade de Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador (RMS). As ações, autorizadas pelo prefeito Dinha Tolentino, já promoveram melhorias e qualidade de vida para a população simõesfilhense.

Entre os locais contemplados estão: Km-30, Baixa da Jaqueira, Centro, Paulo Souto, Luís Eduardo Magalhães (Barreiro),  Av. Elmo Serejo de Farias, Pitanguinha, CIA 1, Ponto Parada, Av. Paulo Souto, além de diversas comunidades beneficiadas com operação tapa-buracos.

A dona de casa Márcia Silva, 53, residente na Av. Paulo Souto, parabeniza o prefeito pela iniciativa. “Não dá nem para explicar a alegria que esta obra trouxe. Somos muito gratos ao prefeito Dinha. Ele prometeu e cumpriu. O asfalto melhorou 100% o meu bairro”, disse Márcia.

Das portas de suas casas, vários moradores costumam observar o trabalho das máquinas da Prefeitura. Como é o caso de seu Bernardo Ferreira, aposentado, morador do Barreiro. “O pessoal chegou aqui na rua e trabalhou direito. Lama e poeira, não fazem mais parte da minha rotina. Graças a Deus, o serviço ficou bem feito”, avalia.

A execução das intervenções de asfaltamento é com recursos próprios do município.

Por ASCOM

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Brasil

BINHO DO QUILOMBO É LEMBRADO EM MATÉRIA NACIONAL, APÓS ASSASSINATO DE MARIELLE

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56 anos de emancipação

Do Opera Mundi

Não é só Marielle: conheça mais 24 casos de lideranças políticas mortas nos últimos quatro anos

Vereadora Marielle Franco, do PSOL do Rio de Janeiro, foi última vítima da violência que atinge líderes e militantes políticos no país; veja relaçãoFabio Gabriel Pacifico dos Santos, o “Binho dos Palmares”, líder quilombola na Bahia – 18.set.2017

O assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) na noite desta quarta-feira (14/03) acendeu o alerta para um fato alarmente: desde 2014, ao menos outros 24 líderes comunitários, ativistas e militantes políticos foram evidentemente executados em diferentes regiões do Brasil. O levantamento não inclui mortes suspeitas de lideranças nem trabalhadores que não tinham, pelo menos de forma evidente, papel político de liderança. Usando esses dois critérios adicionais, a lista chegaria a centenas de nomes.

O historiador Fernando Horta, doutorando na Universidade de Brasília, reuniu uma lista dessas vítimas. Opera Mundi conta um pouco da história destes militantes, executados por conta dos trabalhos que desenvolviam por suas comunidades.

Marielle Franco, vereadora no Rio de Janeiro pelo PSOL – 15.mar.2018

A socióloga, ativista dos movimentos feminista e negro, foi executada no centro da capital fluminense. Marielle, a quarta vereadora mais votada na cidade, atuava na comunidade da Maré, onde morava, e, na semana anterior a sua morte, denunciou a violência e os abusos policiais no bairro de Acari. Leia mais aqui.

Paulo Sérgio Almeida Nascimento, líder comunitário no Pará – 12.mar.2018

Nascimento era um dos líderes da Associação dos Caboclos, Indígenas e Quilombolas da Amazônia (Cainquiama). Segundo a Polícia Civil, ele foi alvejado por disparos do lado de fora de casa, na cidade de Barcarena. Nascimento era atuante nas denúncias contra a refinaria Hydro Alunorte, responsável pelo vazamento de dejetos tóxicos nas águas da região no começo do mês. Leia mais aqui.

George de Andrade Lima Rodrigues, líder comunitário em Recife – 23.fev.2018

Rodrigues foi encontrado com marcas de tiros e um arame enrolado no pescoço, após três dias de buscas. O corpo dele foi achado em um matagal às margens de uma estrada de terra. Ele havia sido sequestrado por quatro homens que se diziam policiais. Leia mais aqui.

Carlos Antônio dos Santos, o “Carlão”, líder comunitário no Mato Grosso – 07.fev.2018

Carlão era um dos líderes do Assentamento PDS Rio Jatobá, em Paranatinga, no Mato Grosso, e foi morto a tiros, por homens em uma motocicleta, em frente à prefeitura da cidade. Ele estava dentro de um automóvel com a filha e a esposa, que chegou a ser atingida de raspão. Carlão já havia feito várias denúncias à polícia de que estava sendo ameaçado. Leia mais aqui.

Leandro Altenir Ribeiro Ribas, líder comunitário em Porto Alegre – 28.jan.2018

Ribas era líder comunitário na Vila São Luís, ocupação da zona norte da capital gaúcha. Ele havia deixado de dormir em casa desde alguns dias antes por conta da guerra entre traficantes da região. No dia em que foi assassinado, voltou à vila para pegar roupas, mas acabou sendo morto. A polícia suspeita de que Ribas tenha sido executado pelos criminosos ao se apresentar como líder da comunidade e questionar as ações do grupo. Leia mais aqui.

Márcio Oliveira Matos, liderança do MST na Bahia – 24.jan.2018

Matos era um dos integrantes mais novos da direção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra e morava no Assentamento Boa Sorte. Aos 33 anos, foi morto em casa, com três tiros, na frente de seu filho. Leia mais aqui.

Valdemir Resplandes, líder do MST no Pará – 9.jan.2018

Conhecido como ‘Muleta’, Resplandes foi executado na cidade de Anapu, no Pará. Ele conduzia uma moto e foi parado por dois homens. Um deles atirou pelas costas; já no chão, o ativista foi alvejado na cabeça. A missionária norte-americana Dorothy Stang foi assassinada na mesma cidade, em 2005. Leia mais aqui.

Jefferson Marcelo do Nascimento, líder comunitário no Rio – 04.jan.2018

Nascimento era líder comunitário em Madureira e foi encontrado com sinais de enforcamento um dia após desaparecer. Ele havia feito uma série de denúncias contra uma quadrilha de milicianos dias antes de ser executado. Leia mais qui.

Clodoaldo do Santos, líder sindical em Sergipe – 14.dez.2017

Santos era líder do Movimento SOS-Emprego de Sergipe e foi baleado na cabeça por dois homens que foram à sua casa com a desculpa de entregar um currículo. Após orientar os criminosos a entregarem o documento diretamente à empresa que construía uma termoelétrica na região, o dirigente foi alvejado. Leia mais aqui.

Jair Cleber dos Santos, líder de acampamento no Pará – 22.set.2017

Santos foi alvo de um ataque a tiros na companhia de outros quatro trabalhadores rurais. O acusado do assassinato é o gerente de uma fazenda ocupada por trabalhadores ligados à Fetagri (Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado do Pará). A polícia esteve no local momentos antes e os trabalhadores que estavam lá acusam-na de ter facilitado a fuga do gerente e de outros pistoleiros. Leia mais aqui.

Fabio Gabriel Pacifico dos Santos, o “Binho dos Palmares”, líder quilombola na Bahia – 18.set.2017

Binho, como era conhecido, era líder do quilombo Pitanga dos Palmares, na cidade de Simões Filho, Bahia. Ele havia acabado de deixar o filho na escola e seguia para o enterro de uma amiga quando foi abordado por homens em um carro. Um deles desceu do veículo e atirou várias vezes na direção do líder. Leia mais aqui.

José Raimundo da Mota de Souza Júnior, líder do Movimento dos Pequenos Agricultures (MPA) na Bahia – 13.jul.2017 

O quilombola Souza Júnior era defensor da agroecologia e educador popular. Momentos antes do crime, o líder camponês havia sido procurado por dois homens em casa. Ele foi baleado enquanto trabalhava na roça com o irmão e um sobrinho. Leia mais aqui.

Rosenildo Pereira de Almeida, o “Negão”, líder comunitário da ocupação na Fazenda Santa Lúcia, no Pará – 8.jul.2017 – O líder camponês, ligado ao MST, foi morto na cidade de Rio Marias, próxima à fazenda. Ele havia ido ao local para se esconder após reiteradas ameaças de morte. ele foi executado por dois motoqueiros com três tiros na cabeça. Leia mais aqui.

Eraldo Lima Costa e Silva, líder do MST no Recife – 20.jun.2017

Costa e Silva, de 57 anos, estava em casa, em uma ocupação na zona norte do Recife, quando homens armados o arrastaram para fora e o executaram às margens da BR-101, com quatro tiros. Leia mais aqui.

Valdenir Juventino Izidoro, o “Lobó”, líder camponês de Rondônia – 4.jun.2017

Lobó foi morto com um tiro a queima roupa em um acampamento em Rondominas, Rondônia. Ele liderava um grupo de sem-terra em ocupações na região. Leia mais aqui.

Luís César Santiago da Silva, o “Cabeça do Povo”, líder sindical do Ceará – 15.abr.2017

Silva tinha 39 anos quando foi executado em uma estrada no município de Brejo Santo (CE). Ele era membro do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção de Estradas, Pavimentação e Obras de Terraplanagem (Sintepav-CE) e com militância ativa nas obras do porto de Pecém. Leia mais aqui.

Waldomiro Costa Pereira, líder do MST no Pará – 20.mar.2017

Pereira, que era servidor público e atuante no MST, foi morto dentro do Hospital Geral de Parauapebas, no Pará. Cinco homens armados renderam seguranças e foram até a UTI, onde atiraram no ativista. Ele estava internado após ser atacado em seu sítio, em Eldorado dos Carajás. Leia mais aqui.

João Natalício Xukuru-Kariri, líder indígena em Alagoas – 11.out.2016

Liderança história dos povos indígenas do nordeste, Xukuru-Kariri foi morto a facadas na porta de casa, em uma aldeia indígena em Alagoas. O assassinato ocorreu de madrugada, quando o camponês se preparava para ir trabalhar na roça. Leia mais aqui.

Almir Silva dos Santos, líder comunitário no Maranhão – 8.jul.2016

Santos era líder comunitário da Vila Funil, em São Luiz, e foi executado dentro de casa com tiros na cabeça e nas costas, na frente da mulher, da filha e de vizinhos. O acusado de ter cometido o assassinato teria afirmado, segundo a polícia que matou Santos por não concordar com a construção de uma ponte na comunidade – que atrapalharia o tráfico de drogas ao dar aos policiais acesso fácil ao local. Leia mais aqui.

José Bernardo da Silva, líder do MST em Pernambuco – 26.abr.2016

Silva, de 48 anos, era líder do MST em Pernambuco e estava caminhando com a esposa e uma filha às margens da BR-336 quando uma caminhonete se aproximou. Um dos ocupantes do veículo desceu do carro e atirou contra a vítima. Mulher e filha se esconderam e não ficaram feridas. Leia mais aqui.

José Conceição Pereira, líder comunitário no Maranhão – 14.abr.2016

Pereira tinha 58 anos quando foi morto com um tiro na nuca dentro de casa na capital maranhense. Nada foi levado da casa do líder comunitário, o que reforçou a hipótese de execução. Leia mais aqui.

Edmilson Alves da Silva, líder comunitário em Alagoas – 22.fev.2016

Presidente do asssentamento Irmã Daniela, Silva foi morto a tiros dentro do local. Ele era líder do Movimento de Libertação dos Sem Terra (MLST), o líder comandava ocupações e denunciava crimes ambientais e desmandos supostamente praticados por fazendeiros do litoral norte do Estado. Leia mais aqui.

Nilce de Souza Magalhães, a “Nicinha”, líder comunitária e membro do Movimento dos Atingidos por Barragem (MAB) em Rondônia – 7.jan.2016

Nicinha era pescadora e participou de diversas audiências para denunciar a situação de seus vizinhos e danos ambientais. Ela desapareceu em 7 de janeiro e foi assassinada a tiros. Leia mais aqui.

Simeão Vilhalva Cristiano Navarro, líder indígena do Mato Grosso – 1.ago. 2015

O assassinato de Navarro aconteceu durante uma reocupação de terras indígenas por parte dos Guarani-Kaiowá. Uma comitiva de fazendeiros se dirigiu à região e atacaram os indígenas. O ativista foi atingido com um tiro na cabeça quando estava às margens de um córrego procurando pelo filho. Leia mais aqui.

Paulo Sérgio Santos, líder quilombola na Bahia – 6.jul. 2014

Santos era líder quilombola e foi assassinado dentro do acampamento Nelson Mandela, em Helvécia (BA). Ele foi surpreendido por homens armados que chegaram em um carro e desceram atirando. Leia mais aqui.

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Eucalípto

VÍDEO: MORADORES DO EUCALÍPTO ATINGIDOS PELAS CHUVAS TENTAM INVADIR PREFEITURA

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56 anos de emancipação

Do Simões Filho Online –  Um grupo de moradores revoltados tentou invadir a Prefeitura Municipal de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na manhã desta terça-feira (13/3), após os estragos causados pelas chuvas das últimas horas, que deixaram várias casa alagadas e por pouco não provocou a morte de uma criança.

O ato teve início por volta das 9 horas da manhã quando o grupo se reuniu e caminharam pelas ruas do centro até a prefeitura. Com os ânimos alterados, aos gritos de “queremos solução” e “Dinha cadê você, eu vim aqui só pra te ver” os moradores da Rua Bráulio Muniz, localizada no bairro Paulo Solto, tentaram invadir a sede do órgão, mas foram impedidos por guardas municipais. Viatura da 22ª Companhia Independente de Polícia Militar acompanharam o protesto.

De acordo com informações de moradores, em algumas casas o nível da água chegou à altura da cintura, e um criança quase morreu afogada. O pior só foi evitado porque moradores se reuniram e conseguiram resgatar a criança. “Se não fosse a mão de Deus, a criança teria morrido, mas os adultos conseguiram salvar”, afirmou um morador.

Ainda segundo moradores, a situação no bairro é bastante crítica e, tem feito grandes estragos como perda de móveis, eletrodomésticos e documentos.

“Uma boa parte da comunidade ficou prejudicada, lá em casa a água chegou a “bater” na cintura, a geladeira desabou, sofá, cama e outros móveis foram cobertos pelas águas. Não só eu como todos que moram próximo ao canal ficamos prejudicados”, contou seu Oscar, 65 anos.

Precisamos de Dinha aqui urgente, precisamos passar esta situação para ele. Só queremos falar com ele. Só queremos uma solução, e os móveis que nós perdemos como vamos ficar? Se não resolver vamos voltar aqui de novo”, disse outra moradora.

O Secretário de Governo Edson Kipão, atendeu os moradores, ouviu o grupo, disse que os problemas seriam solucionados e encaminhou os moradores para que fosse atendido pelo prefeito.

DINHA RECEBE MORADORES

O prefeito Dinha (PMDB) recebeu uma comissão de moradores, e  informou que já havia enviado um equipe para local ontem e, hoje essa equipe estaria sendo reforçada para adiantar os trabalhos na localidade. Ainda em reunião, o prefeito disse que a situação dessas famílias será apresentada à Assistência Social, para que esses moradores possam realizar cadastro onde futuramente esses poderão ser beneficiados com ajuda para recuperarem seus bens.

Participaram da Reunião, o prefeito Diogenes Tolentino Dinha (PMDB), os vereadores Neco Almeida, Everton Paim e Adaílton Caçambeiro.

Após o encontro, o prefeito e sua equipe foram até o local para ver de perto a situação dos moradores.

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