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Dilma quer evitar ‘movimentos bruscos’ diante de mais um ‘pibinho’

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56 anos de emancipação

BRASÍLIA – A presidente Dilma Rousseff está empenhada em reverter parte dos desgastes mais recentes de sua gestão. Em conversas reservadas, tem orientado seus principais ministros e operadores políticos a evitar “movimentos bruscos” que provoquem mais tensão com empresários, trabalhadores, sindicatos, movimentos sociais e a base de apoio parlamentar. Ela própria já iniciou esforço de aproximação com líderes da coalizão governista no Congresso ao receber nesta semana, no Planalto, deputados e senadores aliados.

Em relatos mais realistas ouvidos de auxiliares da presidente, parte do governo admite que 2013 não produzirá resultados vistosos ou expressivos o suficiente para manter uma posição negociadora favorável a Dilma neste ano. A partir de abril, quando ficaram mais evidentes os estragos da inflação na economia, começaram a ruir as previsões otimistas para o ano.

Agora, o Planalto trabalha com um cenário bem menos animador. Em resumo: crescimento máximo do Produto Interno Bruto (PIB) a 2%; inflação ao redor de 6%; nova “banda” de flutuação para o dólar, agora na casa dos R$ 2,30; superávit primário de 2% e juros básicos entre 9% e 9,5% em dezembro.

Diante da situação pouco animadora, a ordem é evitar “ruídos”, esfriar os ânimos e restringir os contenciosos ao essencial nesta reta final de um ano difícil para o governo na economia e bastante tumultuado na política. “Este ano não é nada parecido com 2010, que tinha 2011 em seguida.”Agora, o que tem é 2014”, disse ao Estado uma graduada fonte oficial. É uma referência ao vigoroso salto de 7,5% no PIB de 2010, quando o País viveu o auge da recuperação da crise global de 2008 no último ano de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva. No ano seguinte, porém, o PIB fraquejou, crescendo 2,7%. “Agora, se repetirmos isso, está bom demais”, arremata uma autoridade.

Imagem. Na avaliação mais atual do Planalto, é desnecessário, “e perigoso”, alimentar projetos cujo significado simbólico cause mais danos à avariada imagem da gestão. Nessa lista, estão a rejeição à redução de direitos de trabalhadores e a propostas que levantem novas dúvidas sobre a qualidade das contas públicas.

Por isso, a “prioridade zero”, informa uma autoridade, é colocar em prática programas de forte apelo popular, como Mais Médicos, Pronatec (ensino técnico) e Brasil sem Miséria. Na política, a prioridade é liberar os R$ 6 bilhões das emendas parlamentares e manter a conversa periódica com o líderes governistas no Congresso.

A intenção declarada, segundo esse relato, é manter o país em uma “posição intermediária” na economia. Já que não será possível crescer muito, melhor será fazê-lo sem correr grandes riscos nem levantar muita poeira. A inflação, avalia-se, ficará sob controle neste segundo semestre. Salvo por um problema climático que afete os preços das commodities agrícolas.

Fonte O Estadão

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P U B L I C I D A D E

Tecnologia

WhatsApp VAI LIBERAR NOVO RECURSO PARA CONVERSAS EM GRUPO

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56 anos de emancipação

O WhatsApp está testando uma nova funcionalidade para a janela de grupos. Trata-se da possiblidade de responder alguém de forma privada, abrindo uma tela de conversa individual para continuar o assunto mais facilmente. Por enquanto, a função está disponível apenas para a versão beta para o Windows Phone, mas deve chegar ao Android e iPhone em breve.

Para responder alguém reservadamente em um grupo, basta tocar e segurar sobre a mensagem e selecionar “Responder em privado”. Uma tela de conversa será aberta somente com a pessoa para que vocês continuem um assunto sem que os outros vejam. Além da maior privacidade, a novidade evita que seja preciso ir até a lista de contatos e procurar pelo indivíduo com o qual deseja falar.

A nova versão do Windows Phone também trouxe algumas novidades escondidas. A primeira é um botão de mudança rápida do modo de ligação, que permite trocar uma chamada de voz por uma de vídeo em segundos. Já a segunda são as configurações avançadas de grupo, que permitirá que os administradores escolham quais informações poderão ser editadas por qualquer participante, limitar quem pode enviar mensagens, entre outras coisas.

Por fim, a atualização do Windows Phone trouxe ainda uma nova tela para as chamadas no aplicativo, segundo a publicação do MSPowerUser. Para baixar, basta acessar a loja de apps do sistema e procurar pelo WhatsApp beta. Ainda não há previsão para que os recursos cheguem na versão final, embora o serviço de mensagens não costume demorar muito para fazer isso.

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Brasil

NO BRASIL DE TEMER, 41 MILHÕES DE JOVENS QUE NÃO ESTUDAM E NÃO TRABALHAM

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56 anos de emancipação

Em 2012, eram 34,2 milhões de jovens de 16 a 29 anos que não estudavam nem trabalhavam.

O levantamento atual subiu mostra que o número aumentou para 41,25 milhões em 2016, o que representa 25,8% do total de jovens brasileiros nessa faixa etária.

 

Esse é o grupo que ficou conhecido como “nem nem” e que aumentou 20,5%, segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O aumento de jovens nessa situação aconteceu pela falta de ocupação. O número de jovens que só estudavam aumentou 3,4 pontos percentuais, já o número de jovens que apenas trabalhavam caiu 5 pontos percentuais.

Ainda segundo o levantamento, no mesmo período, o número de jovens que trabalhavam e estudavam caiu 1,5 pontos percentuais, diz o IBGE.

O IBGE destacou, uma estabilidade entre 2012 e 2014 no percentual de jovens que não estudavam nem estavam ocupados.

É importante frisar que o salto desta população se deu, justamente, entre 2014 e 2016, período que corresponde à crise econômica no Brasil.

Outro ponto importante, é que entre 2012 e 2016, o número saltou de 4 milhões para 6,3 milhões de jovens com idade entre 16 e 29 anos desempregados no país, um aumento de 57% de desempregados nessa faixa etária.

Na Bahia, 1 a cada três jovens se encontra  nessa situação.

 

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Brasil

MAIS UMA PESQUISA MOSTRA VITÓRIA DE LULA; COMENTE!

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56 anos de emancipação

“O medo deles é o cara voltar.” Chico Buarque

Do Brasil 247 –  Pesquisa do Data Poder 360, divulgada nesta sexta-feira, 15, confirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria eleito no primeiro turno, independente dos concorrentes.

Chama a atenção o desempenho quase idêntico no 2º turno de Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSC). O tucano perderia para Lula por 41% a 28%. Já o capitão do Exército na reserva seria derrotado pelo petista por 41% a 30%.

Na realidade, Lula tem exatos 29,9%. Bolsonaro, 21,7%. Ao levar em conta a margem de erro, o petista pode variar 27,3% a 32,5%. Já o pré-candidato militar da reserva teria de 19,1% a 24,3%.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece estável (com 7% a 8%) desde outubro, quando assumiu de maneira mais assertiva sua pré-candidatura ao Planalto.

Chama a atenção a possível postulante da Rede Sustentabilidade, Marina Silva. De maneira silenciosa, atingiu 10% das intenções de voto. Ciro Gomes (PDT) tem 6%. Os 3 nomes estão tecnicamente empatados na margem de erro.

A maior rejeição combinada com o menor percentual de voto cristalizado é de Alckmin. Só 8% dizem que votariam “com certeza” no tucano. E 62% declaram que não votariam no representante do PSDB “de jeito nenhum”.

Lula tem 29% de eleitores que dizem que poderiam votar nele com certeza e uma rejeição de 46%. Bolsonaro, 21% de intenção de voto real e 50% de rejeição.

O DataPoder360 entrevistou 2.210 pessoas em 177 cidades, entre os dias 8 e 11 de dezembro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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