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Religião

Em Simões Filho, Paróquia São Miguel celebra os 410 anos; Novenário inicia nesta quinta-feira (20)

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Simões Filho tá Mudando
 

Festejando os 410 anos de história da paróquia São Miguel de Cotegipe, inicia nesta quinta-feira( 20) e segue até o dia 29 de setembro os festejos em louvor a São Miguel de Cotegipe, padroeiro da cidade e da paróquia em Simões Filho.

Com o tema “Com a proteção de São Miguel a Igreja viverá como sacramento de Cristo e cumprirá a sua missão no mundo”, o novenário é celebrado às 19h na Igreja Matriz.

A programação consta ainda alguns horários especiais, como a Missa das Crianças no dia  22 de setembro às 15h, Missa da saúde , dia 23 de setembro às 10h.

Um grande momento dos festejos será a chegada da imagem de Nosso Senhor do Bomfim. A concentração da carreata será às 17h na frente da Vila Serena no bairro do Cia e seguirá em Carreata até a Igreja Matriz.

No dia do Arcanjo São Miguel, 29 de agosto, os festejos iniciam às 5h com Alvorada, 5h30 Terço de São Miguel, 7h Missa dos Benfeitores e dizimistas, 10h Missa com oração de cura. A Missa Solene será presidida pelo bispo Dom João Carlos Petrini às 16h. Logo em seguida haverá procissão, momentos de louvor e adoração.

MERGULHANDO NA HISTÓRIA

A história de fundação dessa paróquia secular está ligada a chegada de Dom Constantino Barradas, quarto bispo do Brasil às terras da fazenda Dambe, em 1608. Na enseada da Baía de Aratu de cujo cais saíram os navios carregados do que na região fora explorado em direção à Europa, onde construiu a freguesia de São Miguel de Cotegipe.

A freguesia São Miguel, hoje em ruínas, funcionou como a sede da Paróquia até 1934. Depois a sede passou para uma capela na praça da bandeira, atual Praça Noêmia Meireles, onde é hoje o Pavilhão do fogo simbólico, e em 1992 foi inaugurada a atual matriz de São Miguel de Cotegipe, construída pelo Padre Emile Felix.

As ações sociais são um grande legado da paróquia, que possui centros comunitários de ação social que atende pessoas carentes e incentiva a evangelização e voluntariado.

Por Rede Imprensa1

P U B L I C I D A D E

Cultura

PRINCESA AFRICANA VISITA SIMÕES FILHO

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Princesa africana visita Simões Filho

A princesa Iya Adedoyin Talabi Faniyi  (nascida Olayiwola-Olosun) visitará a cidade de Simões Filho e será recebida com festa pela comunidade Quilombola de matriz africana em Pitanga de Palmares logo pela manhã no Quilombo Caipora, que é liderada por Bernadete Pacífico.

A princesa Iya Adedoyin é sacerdotisa de Oxum em Osogbo, na Nigéria.

 DIÁLOGOS BRASIL-NIGÉRIA

No último dia 7 de maio, o auditório Raul Seixas da faculdade de Filosofia da UFBA foi palco do encontro entre duas renomadas sacerdotisas de Oxum: Mãe Valquíria d’Oxum da Casa de Oxumarê e a princesa Adedoyin Olosun, sacerdotisa de Osun em Osogbo, na Nigéria. O evento “Diálogos Brasil-Nigéria” com o tema “Quem é Oxum?”, para falar sobre a religião e a cultura africana na diáspora, foi promovido na última sexta (4), pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFBA (PPGA) e pelo Goethe-Institut Salvador-BA.

Para a princesa, falar sobre este tema dentro da universidade de outro país é valorizar os saberes religiosos.

“Compartilhar o conhecimento aqui é a mesma coisa que compartilhar o conhecimento na Nigéria ou em qualquer outro lugar no mundo. Esse espaço é feito para compartilhar os conhecimentos que os ancestrais deixaram para nós. É um prazer participar desses encontros, eles ajudam a reunir e espalhar esses conhecimentos”, disse.

Mãe Valquíria d’Oxum, uma das mais antigas e prestigiadas figuras do candomblé baiano, hoje com 76 anos, foi iniciada no candomblé aos 17. Ela tem o posto de Olopondá, cuida da casa e tudo relacionado a Xangô. Ao ser perguntada sobre sua relação com Oxum, a sacerdotisa brasileira foi enfática:

 

“Pra mim é tudo, até quando eu respiro, eu me lembro de Oxum. É um orixá que eu tenho muito amor por ela ter me escolhido para ser filha dela”.

Leia matéria completa,clicando aqui.

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CIDADES

FOTOS: VEJA COMO FOI O QUARTO DIA DO YAHWEH SHAMMA 2018 EM SIMÕES FILHO

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yahweh shammah

O quarto dia do Yahweh Shammah 2018, aconteceu com público lotado, segundo os organizadores, mais de 20 mil pessoas lotaram a Praça da Bíblia para assistir as apresentações das bandas: Oasis, Nando Roots e finalizou com um belíssimo show de Samuel Mariano, que subiu no palco por volta das 22 h, sacudindo todos que estavam na praça.

 

Abaixo a lista de atrações que se apresentarão nos dois últimos dias do evento.

Sexta-feira (26/01)

Banda Local
Oração pela cidade
Participação igreja
Participação igreja
Enigmas (Banda Local)
Ministração da palavra
Irmão Lázaro

Sábado (27/01) – Contando também com Evento Kids às 15h

Joedson Machado (Banda Local)
Oração pela cidade
Participação igreja
Participação igreja
Dinamos (Banda Local)
Pregador
Bruna Karla

Veja as fotos produzidas por Danilo  Coutinho

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CIDADES

VÍDEO: Público jovem lota terceiro dia do Yahweh Shammah 2018 em Simões Filho

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Do Simões Filho em Pauta – Bombou! O terceiro dia do Yahweh Shammah 2018 contou com as apresentações das bandas: Frutos da Fé, Chote & Glória e finalizou com a gravação do DVD da banda DtSix, que subiu no palco por volta das 22 h, sacudindo todos que estavam na praça.

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CIDADES

Divulgada lista de atrações “Yahweh Shammah” 2018 que se inicia neste domingo(21)

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Do Mapele NewsA programação completa do Yahweh Shammah 2018 – maior evento gospel da cidade e também da Bahia (pelo formato de celebração reunir sete dias de louvores e adorações em praça pública) foi anunciada na manhã deste sábado (20), em coletiva de imprensa realizada pela coordenação do evento.

Com a expectativa de reunir milhares de pessoas durante uma semana, o evento acontece entre os dias 21 e 27 de janeiro, a partir das 18h, na Praça da Bíblia, no Centro de Simões Filho.

Segundo o Presidente da Associação Yahweh Shammah, Pr. Regilson Costa, a expectativa é que neste domingo (21), na abertura do evento, cerca de 20 mil pessoas são esperadas na celebração que em todas as suas edições trouxeram grandes fenômenos da música gospel brasileira. Este ano, o Yahweh Shammah conta com quatro atrações nacionais: Livres Para Adorar, Samuel Mariano, Irmão Lázaro e Bruna Karla.

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Religião

Conselho religioso do Afonjá diz que Mãe Stella deve prestar contas a Xangô

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mães de santo

Ialorixá participou pela última vez de uma celebração em 23 de novembro, dia de Oxóssi.

Quem manda ali é ele e ponto. Por isso, ao chegarmos no Ilê Axé Opô Afonjá, não tivemos escolha. “Aqui fora, não! A entrevista vai ser lá dentro, na Casa de  Xangô”. Nessa hora, o orixá da justiça é convocado a, com o seu machado, pôr fim ao racha que acontece em um dos terreiros mais importantes do país.

Nesta segunda-feira (11), mais de duas semanas depois de Mãe Stella de Oxóssi pisar pela última vez no terreiro, quatro sacerdotisas convocaram a ialorixá a dar satisfações a Xangô e determinar o que deve ser feito na sua ausência: Edit Santos Andrade, a yakekerê Ditinha, 82 anos; Raimunda Antônia de Paula, Mãe Mundinha ou Iyá Dagan, 63; Valdomira Alcântara, a Ogalá Tutuca ou Mãe Tutuca, 63; e Maria Pimentel, a mãe Maria ou Iyá Efun, 69, todas do conselho religioso do terreiro.

Sentadas no sofá da antessala da Casa de Xangô, elas se negaram a falar em sucessão. “A gente tá aqui sem poder fazer nada. Porque as ordens são dela. Ela saiu e não falou nada com a gente. Já que ela queria sair, queria se ausentar, ela tinha que, primeiro, chegar, falar com Xangô. Mas ela não fez isso. Estamos esperando que ela preste contas a Xangô. Quem entregou o axé a ela foi Xangô e nós não podemos tirar isso dela”, afirmam as religiosas.

 Todas também rejeitam a renúncia. Mas, mesmo em caso de abandono, elas aguardam que Mãe Stella aponte os rumos a se tomar. “O trono dela está aí dentro, no mesmo lugar, esperando ela voltar. Se ela está se sentindo bem lá, tudo bem. Mas tem que vir nos pés de Xangô e dizer qual posto cada um deve assumir, o que cada um tem que fazer”, diz Mãe Mundinha, a terceira na linha sucessória.

“Tenho 47 anos de santo e nunca vi nada igual. Nenhuma daquelas ali fez nada parecido”, emenda Mundinha, apontando para os quadros das ialorixás Aninha, Bada, Senhora e Ondina, as antecessoras de Stella. Pelo estatuto da casa, quando a mãe de santo se ausenta, a liderança automaticamente passa à yakekerê, a chamada Mãe Pequena, segunda pessoa do Conselho Religioso. No caso, Ditinha, que nesse momento conturbado preferiu o silêncio.

Ela é a única que prefere não falar nada sobre o assunto. As demais explicam que o terreiro segue funcionando, mas, sem a ialorixá, tem algumas restrições. “Temos um limite. Determinadas obrigações, na ausência dela, não têm como a gente fazer”, diz Mãe Maria, sem dar detalhes de quais obrigações seriam. “Sobre isso não podemos falar”, explicou. “O carro não passa adiante dos bois”, emenda Mãe Tutuca.

Limitações
Com Mãe Stella dentro do terreiro, mesmo sem participar diretamente do dia a dia, as principais festas continuaram a ser realizadas, as obrigações também. Na sua ausência, não é bem assim. “Não podemos recolher iaô (iniciação), não podemos assentar santo (outra etapa de iniciação). E muitas outras obrigações internas ficam paralisadas. Posto de ialorixá é vitalício. Enquanto ela tá viva, ninguém pode meter a mão para fazer nada. Quero que ela venha aqui e diga o que devemos fazer”, afirma Tutuca.

Mãe Maria é ainda mais enfática. “Ela deu as costas para Xangô. Mas Xangô tá esperando ela para dar uma satisfação. Sempre foi assim”. Diferente do que disse Mãe Stella, no sábado, ao CORREIO, as religiosas negam que a ialorixá tenha perdido a voz dentro da casa. Mesmo com a idade avançada, dizem elas, mãe Stella sempre era ouvida. “Tudo que acontecia aqui se dava satisfações a ela primeiro”, diz Mundinha.

Apesar de Stella ter dito que se mudou por vontade própria para Nazaré, onde se encontra com sua companheira, as religiosas acreditam que ela tem sido manipulada. “Mesmo ela tendo dito que foi por livre e espontânea vontade, com certeza está sendo impedida de vir para cá. Se ela mesma tá pedindo a ajuda dos orixás para decidir, é porque ela está em dúvida. Ela tem 92 anos”, diz Mãe Maria.

A última vez que Mãe Stella saiu de casa para participar diretamente de uma festa foi no dia de Oxóssi, 23 de novembro. “Ficamos felizes porque ela pediu para ir na casa de Oxóssi, pediu para colocar o café dela, passou o dia todo cantando com as crianças da escola e dormiu na casa de Xangô. Foi a última vez”, lembra Tutuca. Agora, tudo está nas mãos de Xangô.

Correio 24h

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CIDADES

YAWEH SHAMMAH: SIMÕES FILHO TERÁ UMA SEMAMA DE SHOWS EM JANEIRO. CONFIRA GRADE DE ATRAÇÕES

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A comunidade evangélica Simõesfilhense irá realizar uma semana de festa na Praça da Bíblia, com a realização do Yaweh Shammah, evento religioso, organizado pela associação de pastores, conta com o apoio da prefeitura municipal.

O evento acontecerá de 22 a 29 de janeiro com várias atrações. Veja!

 

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