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Educação

Empossado novo secretário de Educação em Simões Filho

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O prefeito de Simões Filho, Diógenes Tolentino, em ato realizado na Prefeitura Municipal de Simões Filho, na tarde desta segunda-feira, 29, deu posse a Reginaldo Paiva de Barros, novo secretário de Educação, que substituiu Manoelito Damasceno.

 

Durante a solenidade de posse, o gestor enfatizou o carinho especial pela pasta e pelo excelente trabalho que foi desenvolvido por Manoelito.

 

“Nós estamos trabalhando para alcançarmos as metas traçadas em todas as áreas em nosso município, e na educação é a mesma coisa, daremos continuidade ao trabalho de Manoelito e todos os objetivos que foram planejados serão alcançados, pois iremos nos empenhar para devolver e idealizar um sonho que estamos sonhando juntos”, disse o prefeito.

 

Para o novo secretário Reginaldo, esse é um momento de muita felicidade e oportunidade de continuar trabalhando por uma educação de melhor qualidade.

 

“Esse é um momento muito feliz! Já fui aluno do professor Manoelito e sei o trabalho que ele efetivou aqui no município. Nesse momento eu conto com o trabalho de todos aqueles, que com ele elaboraram a educação que hoje nós temos. Naturalmente que a gente vai oferecer um toque de gestão, tendo em vista a fazer com que essa educação seja cada dia melhor e que possa trazer para o cidadão, para o aluno, para o pai, para todos envolvidos nesse processo, uma melhor educação.”

Acompanharam o pronunciamento vereadores, secretários municipais, servidores e imprensa local.

Perfil – Reginaldo Paiva de Barros

Possui graduação em Direito pela Universidade Católica do Salvador (1994) e graduação em Ciências Contábeis pela Universidade Estadual de Feira de Santana (1982). Mestre em Direito Público pela Universidade Estácio de Sá. Professor de Direito Financeiro na Faculdade Anísio Teixeira, Professor de Direito Tributário da UNIRB, Controlador Geral, Secretario de Administração, Secretario da Saúde, Professor da disciplina Direito Tributário da Universidade Estadual de Feira de Santana e auditor fiscal – Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia. Tem experiência na área de Direito, com ênfase em Direito Financeiro, Direito Tributário e Direito Administrativo.

P U B L I C I D A D E

Brasil

Em carta aberta, professora responde a ministra Damares e a coloca em seu devido lugar

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Senhora Ministra,

Ontem eu também fiz brincadeiras em decorrência do seu polêmico vídeo. Brincadeiras e deboches também são formas de resistência. Sua postura e suas falas, entretanto, exigem uma análise séria e demandam respostas.

Há tempo observo seus vídeos que circulam na Internet e, como professora, sinto-me profundamente ofendida e humilhada. Venho percebendo seu empenho em colocar a sociedade contra a educação brasileira e seu magistério.

Para ilustrar o que afirmo, além dos links de dois vídeos que seguem abaixo deste texto, vou citar algumas das suas afirmações que me têm deixado triste e profundamente revoltada.

Sobre o famoso “Kit Gay”, Senhora Ministra, que jamais existiu e a senhora sabe disso, tratava-se na verdade, do “Projeto escola sem homofobia”, que seria voltado para os professores, não para os alunos. Nesse projeto, sequer havia o livro “Aparelho sexual e Cia”, que a senhora cita.

Esse projeto foi vetado pelo governo federal em 2011, devido ao fato de ter sido alvo de críticas dos setores conservadores, dos quais a senhora faz parte.

Aproveito para alertar que muitas das escolas brasileiras sequer possuem bibliotecas, e a minha é uma delas. O que temos, no momento, é uma Kombi doada pela comunidade escolar e transformada em biblioteca através de um projeto meu.

Frequentemente, a senhora usa suas falas, nos púlpitos das suas igrejas, para denegrir o trabalho dos professores e para nos colocar como responsáveis pelos problemas de uma geração, inclusive nos atacando como agentes de “perversão” e “doutrinação”.

Em um dos seus vídeos, a senhora menciona um material que supostamente faria apologia ao sexo com animais.

Senhora Ministra, talvez a senhora não conheça muito bem a regulamentação do exercício do magistério. Nós, professores, somos fiscalizados pelos nossos superiores: coordenação, direção e secretarias de educação.

Os materiais que utilizamos, os livros escolhidos, e até mesmo as nossas provas, são analisadas e aprovadas pelas instâncias superiores antes que cheguem aos os alunos.

Nesses vídeos, a senhora também se refere a um “suposto projeto” de 2004 e com tom irônico a senhora fala: “Não posso falar o nome da prefeita, não posso falar que ela é do PT, e também não posso falar que foi esposa do Suplicy, mas juntamente com o grupo GTPOS, ela gastou mais de dois milhões de reais num programa”. Programa esse, ao qual a senhora afirma ter sido atribuída a função de promover, nas creches, o incentivo a ereção e masturbação de bebês de sete meses.

Com essa sua fala, a senhora coloca os pedagogos e pedagogas que trabalham com a educação infantil na condição de criminosos, e mais do que isso, na condição de doentes pervertidos.

Meus colegas pedagogos, senhora ministra, que tão atenciosamente cuidam das nossas crianças e, neste momento, abro um parêntese para lembrar a heróica professora Helley Abreu Batista que morreu, com 90% do corpo queimado, após retirar seus alunos de um salão em chamas e de lutar contra o vigilante que ateou fogo à creche, em Janaúba, norte de Minas Gerais, em 2017.

Meus colegas pedagogos, senhora ministra, jamais cometeriam esse crime, nem mesmo sob tortura.

A senhora, nos seus ataques, sempre focou a educação e o magistério brasileiro, esse foco não é inocente, é estratégico.

Desmoralizar, humilhar, deslegitimar e demonizar os professores, colocar a sociedade contra nós e contra a educação, só nos enfraquece ainda mais. Como se já não bastassem nossos baixos salários, a falta de condições estruturais, a ausência e a falta de incentivo a bons cursos de formação continuada.

Como se já não bastasse o desrespeito e a violência com que somos tratados em nossos atos de protesto, paralização e greve, enquanto políticos protegidos e aquartelados debocham das humilhações das quais somos vítimas.

Ao nos enfraquecer, a senhora enfraquece a educação e isso lhe é extremamente útil e providencial. Um povo sem acesso à educação de qualidade é muito mais fácil de “doutrinar”, de transformar em “ovelhas”, em “inocentes úteis” e nós sabemos muito bem onde verdadeiramente vem ocorrendo a “doutrinação” no Brasil e sob que circunstâncias e métodos.

Vou falar brevemente, Senhora Ministra, sobre o que fazem os professores para muito além das suas atribuições.

Somos nós que, na maioria das vezes, descobrimos quando um aluno possui deficiência visual, porque na sala de aula temos parâmetros de comparação. O aluno está sentado na mesma distância do quadro em que estão seus colegas, mas franze a testa, comprime os olhos.

Somos nós que chamamos os pais e alertamos.

Muitas vezes, Senhora Ministra, somos nós que percebemos um problema mais grave. Nossos olhos treinados e experientes conseguem detectar o aluno ou aluna que se isola, nega-se a realizar trabalho em grupo, não participa do recreio, tende a ficar no mesmo lugar e realizar movimentos repetitivos com o corpo.

Somos nós que alertamos os pais depois da avaliação médica, enquanto a família vive o luto de um diagnóstico de autismo, por exemplo, nós professores seguimos trabalhando métodos e estratégias para incluir esse aluno da melhor forma possível.

Somos nós, Senhora Ministra, que muitas vezes percebemos a automutilação em alguns alunos e ela não se deve ao nosso trabalho de “doutrinação” como a senhora tenta afirmar, ao dizer que confundimos nossas crianças com a “ideologia de gênero”.

Os adolescentes que chegaram até mim com automutilação, viviam um cotidiano familiar desestruturado.

Desestruturado no seio da “família tradicional” que a senhora tanto defende.

O que a senhora propaga e demoniza como sendo “ideologia de gênero”, na realidade do chão da sala de aula, Senhora Ministra, é a exigência do respeito, é o cuidado para com todos os alunos, é a luta contra o bullyng que pode destruir emocionalmente um aluno e até levá-lo ao suicídio, é a educação contra a cultura do estupro e do machismo.

Nós enfrentamos salas de aulas superlotadas, lidamos com as particularidades de cada aluno e incentivamos o respeito para com todos, sem o qual não seria possível ministrar uma aula.

Somos nós, Senhora Ministra, que percebemos pela postura corporal, pelo silêncio, pelo olhar triste de quem suplica por socorro, quando uma criança ou adolescente é vítima de violência sexual, violência essa normalmente sofrida no seio da “família tradicional”.

Somos nós, Senhora Ministra, que conversamos com essa criança, que ouvimos o relato do seu sofrimento, que tomamos as providências, que chamamos o conselho tutelar, e somos nós que acompanharemos essa criança ou adolescente com atenção e cuidado redobrados.

Finalmente, Senhora Ministra, são inúmeras as nossas atribuições, as quais nos entregamos com amor e seriedade, respeito para com nosso diploma, para com nosso juramento e para com a instrução conquistada através da disciplina, do estudo e da leitura que, certamente, não foi adquirida no espaço do whatsapp.

Somos nós, professores, que olhamos, cuidamos, educamos, instruímos e ensinamos as crianças e jovens deste país.

Somos nós que protegemos essas crianças e jovens quando a família falha e quando o Estado falha.

Esta minha carta aberta tem dois objetivos: pedir-lhe mais respeito para com a classe do magistério.

Venho, também, oferecer-lhe um conselho: desça dos seus delírios fakes, Senhora Ministra, pise no chão e encare a realidade.

Porte-se com a seriedade que a importância do seu cargo exige. Deixe assuntos fúteis como cor de roupa adequada para seus colóquios no púlpito da igreja.

No exercício da sua atual função como ministra, olhe para o magistério brasileiro com olhos da verdade. Olhe pelos quase seis milhões de crianças sem o nome do pai nos seu registro. Encare a quinta maior taxa de feminicídio no mundo e que vem aumentando assustadoramente, alimentada pela cultura do machismo e da violência.

Olhe para os milhões de mulheres que, longe da família tradicional, criam seus filhos sozinhas e com dignidade. Olhe para as crianças e jovens que estão nas ruas, Senhora Ministra.

Lembre-se que essas crianças não se perdem na rua, foram perdidas dentro de casa, no seio das famílias tradicionais ou não e negligenciadas pelo Estado, as ruas apenas as adotam.

Olhe para os LGBTs e às violências que têm sido vítimas. O Brasil é o país quem mais mata LGBTs no mundo e temos visto esse número aumentar, incentivado pela cultura da intolerância.

A senhora deve estar se perguntando: “Quem é essa professorinha petulante que me escreve essa carta aberta?”

Vou facilitar para a senhora, vou me apresentar.

Sou Marcia Friggi, poeta e professora de Língua Portuguesa e Literatura do Estado de Santa Catarina. Exerço meu cargo após ter sido aprovada em concurso público, submetida a rigorosos exames médicos periciais, além de ter passado pelos três anos de estágio probatório.

Sou aquela professora que foi violentamente agredida por um aluno em 2017, caso que teve repercussão nacional e internacional.

Sou a professora que, após violência física, sofreu linchamento virtual por parte dos que comungam das suas ideias.

A professora que teve sua imagem com o rosto ensanguentado, usada sem autorização, pelos mesmos que me atacaram virtualmente, para promover a campanha política eleitoral do seu candidato.

Naquele período, visitei o inferno e sobrevivi. Sobrevivi à depressão, à fobia social, a crises de ansiedade, à insônia e à vontade de morrer. A tudo isso, talvez se deva a minha ausência de medo. Eu não tenho medo porque sou uma sobrevivente, porque na minha casa não há uma agulha sequer que não tenha sido comprada com o suor do trabalho honesto.

Não tenho medo porque não ocupo e nunca ocupei cargo comissionado. Não tenho medo porque nunca dependi de favores políticos. Não tenho medo porque pelas minhas mãos jamais passou dinheiro público.

Finalmente, Senhora Ministra, não tenho medo porque se ao seu lado está o governo atual e suas “ovelhas”, do meu está o mundo. Do meu lado está um mundo inteiro que não aceita mais retrocesso. Um mundo que deseja respeito para com todas as pessoas. Um mundo que não aceita mais discriminação, intolerância, preconceito, machismo, homofobia, xenofobia. Um mundo que deseja que uma mulher possa terminar um relacionamento sem ser agredida ou morta.

Um mundo que respeita a vida e a natureza. Um mundo que se pretende mais humano, justo e igualitário.

Não tenho medo, Senhora Ministra, porque minha militância pelas causas que considero justas sempre foram exercidas nas ruas e no espaço virtual, nunca na sala de aula.

Não tenho medo, Senhora Ministra, porque sou adepta da paz e minha única arma é a palavra e é dela que venho me utilizando como um instrumento de amor à vida, à liberdade, à arte e à resistência.

Já participei de algumas coletâneas como escritora, minha última participação foi no “Mulherio das Letras”, o que muito me honra.

Neste ano de 2019, lançarei meu primeiro livro de poesia, no qual estão muitos dos meus poemas de cunho social e resistência. Está também, entre meus projetos mais importantes, o livro sobre “denúncia dos flagelos que sofre o magistério brasileiro”, o qual percebo de suma importância, considerando os constantes ataques e humilhações a que somos submetidos.

Ainda nos veremos, Senhora Ministra, nas batalhas pacíficas da vida, das quais eu jamais fugi.

Do FacebookFacebook

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Educação

Inicia período de transferência de alunos da Rede Municipal de ensino de Simões Filho

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Para alunos novatos, as matrículas são entre os dias 11 e 18 de janeiro

As escolas da rede pública municipal de Simões Filho iniciaram, nesta quarta-feira (2), o período de transferência interna (de uma unidade de ensino para outra) dos alunos que estudaram na rede, no ano de 2018. A mudança de escola deve ser realizada até o dia 10 de janeiro.

Para a transferência, é necessário ter em mãos, cópias da certidão de nascimento, comprovante de endereço, carteira de vacinação, cartão do Programa Bolsa Família (se beneficiário), duas fotos 3×4 e transferência original da escola.  

A superintendente pedagógica do município, Heliene Mota, orientou que os pais verifiquem a disponibilidade de vagas nas escolas próximas à residência. “Para as transferências dentro da própria rede, o mais indicado é que os pais procurem escolas ou creches na localidade onde moram para que futuramente não aconteça faltas e perda de aula, comprometendo o ano letivo”, disse. 

As matrículas para os novatos estão previstas para acontecer entre os dias 11 e 18 de janeiro.

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Educação

Alunos do Cesa levam entretenimento para servidores da Semed Simões Filho

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Os alunos o Centro Educacional Santo Antônio (Cesa) levaram entretenimento para os servidores da Secretaria Municipal de Educação (Semed), através da música e da brincadeira. A ação faz parte do projeto ‘Brincando e Fazendo Instrumentos Musicais’.

“Chegamos de surpresa para promover um pouco de entretenimento aos funcionários, por meio de cantiga de rodas e levar alegria para as pessoas que estavam trabalhando”, disse Marta Gomes, coordenadora do fundamental I do Cesa.

Para a aluna do segundo ano, Isadora, o projeto alimenta o aprendizado musical.

“Eu aprendi e aprendo muita coisa. A gente confecciona os próprios instrumentos com material sustentável”, afirmou.

O projeto busca estimular em toda comunidade educativa a reflexão e a vivência de valores universais. As ações são pautadas em fundamentos éticos e morais, possibilitando a construção de uma grande teia de  amor, respeito, diálogo, cooperação e comunhão.

 

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Educação

Alunos do Coral Infantil de Simões Filho participam de Festival Internacional de Cinema

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Alunos do Coral Infantil de Simões Filho participam de Festival Internacional de Cinema

As crianças do Coral Infantil de Simões Filho participaram, nesta segunda-feira (29), da 16ª edição do Festival Internacional de Cinema Infantil (FICI), no Cinermark, Shopping Salvador. A ação foi uma parceria da prefeitura de Simões Filho, por meio da Secretaria de Educação e Secretaria de Cultura.

Professoras e mães dos alunos acompanharam a sessão “Por meus Bigodes’’, do diretor Manuel Caramés Chaparro. O festival já soma mais de mil filmes exibidos e um público superior a 1,5 milhão de espectadores. Em 2018, a programação reúne 100 filmes de curtas e longas, brasileiros e internacionais, de 25 países.

“Estou muito realizado, a aula de música teve um novo cenário, muitas crianças aqui nunca foram ao cinema. Então o que queremos é apresentar essa arte que produz conhecimento de forma lúdica e ajuda no desenvolvimento musical dos alunos”, disse o professor Ozenildo Ramos, regente do coral.

A aluna Samile Fiuza, 11 anos, revelou que foi a primeira vez no cinema e ao ser questionada sobre o sentimento de estar ali ela definiu em uma frase: “foi lindo”. E detalha a experiência um pouco mais: “achei legal quando as luzes acenderam e vi uma televisão bem grande, estou feliz. Eu gosto muito de assistir filme.”

Por ASCOM/PMSF

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CIDADES

DINHA ALERTA QUE PODE FALTAR RECURSOS PARA PAGAR PROFESSORES. “TEMOS QUE PLANEJAR!”

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Importante site da cidade, o Fala Simões Filho, publicou matéria referente a entrevista do prefeito a um programa de TV no último dia 20, sexta-feira.

De acordo com a matéria, o prefeito conseguiu aumentar a receita do município e tem cumprido com os compromissos assumidos com diversas classes profissionais no que diz respeito à reajustes salariais.

No entanto, o prefeito alertou para a necessidade de um planejamento corajoso e responsável para com os gastos e compromissos futuros, pois sem um planejamento cuidadoso, poderá faltar recursos para pagar a professores, por exemplo, classe que ele considera uma das que merecem atenção máxima.

Leia a matéria completa clicando aqui.

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Educação

Prefeito Dinha investe aproximadamente R$ 5 milhões na Educação

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Investimento em Educação em Simões Filho

Pensando em qualificar ainda mais a Educação Municipal de Simões Filho, cidade da Região Metropolitana de Salvador (RMS), o prefeito Dinha Tolentino está investindo aproximadamente R$ 5 milhões e tem mudado a realidade dos estudantes simõesfilhenses.

Os alunos já contam com fardamento novo e alimentação de qualidade (planejada por nutricionistas); as 79 unidades de ensino passam por manutenção, além de receberem lâmpadas de LED e novo mobiliário (mesas, novas carteiras, freezers, entre outros), dando mais estrutura de trabalho aos servidores e contribuindo diretamente para o desenvolvimento dos estudantes.

Os investimentos não param. Escolas como Elaine Santana Santos (CIA 2) e Cleriston Andrade (Km-30) receberam intervenções e passaram a funcionar em Tempo Integral. Lá, os alunos são atendidos com aulas da base curricular, complementares e atividades lúdicas, recebem quatro refeições e contam com suporte de pedagogos e psicopedagogos.

Os profissionais, professores e equipes técnicas também estão sendo munidos de informações, através de cursos de capacitação, que ampliam conhecimentos específicos e aperfeiçoam as práticas pedagógicas.

Informatização

As unidades de ensino estão passando por processo de informatização dos dados, com o Sistema EUCANET, que concentra as informações da Secretaria Municipal de Educação (Semed) em um único local, diminuindo o uso de papel e a duplicidade de documentos.

O processamento dos dados dos 18 mil alunos já está em 70% e nos próximos dias os diretores escolares e equipes da Semed terão acesso às informações pedagógica, dos alunos, professores, funcionários em alguns cliques.

Por ASCOM

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