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JORNAL INGLÊS CRITICA FALTA DE NEGRO EM NOVELA DA GLOBO

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Jornal Britânico critica novela da Globo por falta de Negro

O The Guardian – Jornal Britânico de grande prestígio mundial, criticou a falta de negros no elenco da novela “Segundo Sol”, da Globo:

Uma novela com tudo que os telespectadores esperam: brigas de família, romance, traição e locais à beira-mar.

Contudo, os críticos dizem que algo ainda está faltando.

Mesmo sendo ambientada no estado mais negro do Brasil, “Segundo Sol” tem um elenco quase totalmente branco. A novela reacendeu um duradouro debate sobre raça e representação na televisão brasileira e levou a uma ação do Ministério Público do Trabalho do país.

(…)

“Segundo Sol” A história acontece no estado da Bahia, estado no qual cerca de 80% da população se identifica como negra ou parda de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Mesmo assim, apenas três dos 27 atores são negros; nenhum deles interpreta um personagem principal e nenhum apareceu no primeiro episódio.

“O que persiste muito fortemente nas mentes dos produtores e diretores é a ideia de que a população negra e afrodescendente é minoria: a ideologia do branqueamento continua”, diz Joel Zito Araújo, autor do livro e documentário “A Negação do Brasil – Negros na história das telenovelas brasileiras”.

O último domingo marcou 130 anos desde o fim oficial da escravidão no Brasil, país que importou o maior número de escravos da África durante o período transatlântico de comércio.

Cerca de 54% dos brasileiros se identificam como negros ou mestiços. Mas os críticos há muito sustentam que as pessoas negras e mestiças estão sub-representadas na televisão brasileira – e em instituições da vida real, como empresas e governo.

Antes do lançamento do Segundo Sol, o Ministério Público do Trabalho emitiu um parecer de recomendação para a Globo, pedindo que o elenco fosse revisado.

“Quando os programas de televisão não espelham a sociedade, isso gera maior exclusão e reafirma estereótipos limitados para a população negra”, disse o órgão.

Segundo Sol provocou controvérsia quando um trailer de dois minutos foi lançado em abril, gerando duras críticas sobre a falta de representação negra.

“Quando eu estava na África e dizia que a população aqui era majoritariamente negra, as pessoas não acreditavam em mim porque assistem novelas da Globo. A Globo deve pensar que não há muitos negros aqui, certo?”, postou um usuário do Facebook. (…)

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

Cultura

PARADA GAY DO CIA, EM SIMÕES FILHO, VIRA BADERNA, PROPÓSITOS SÃO ESQUECIDOS E POPULAÇÃO É DESRESPEITADA

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Nos primeiros anos havia a mensagem do respeito, da tolerância, da igualdade, do combate à homofobia.

No últimos anos, um carnaval vazio, mal organizado e com intuito apenas de promoção política de alguns poucos indivíduos que pedem respeito, mas que não praticam o que tanto pedem.

De posse de um microfone, esses mesmos que tanto pedem respeito, vociferam ofensas e desrespeito a profissionais e agentes públicos em serviço e elogios vazios a pessoas e entidades que de várias formas, seus apoios interessam à continuidade da baderna.

Foi o que tristemente, novamente, aconteceu.

A parada gay do Cia realizada na tarde deste domingo, 19 de agosto, no percurso que foi do CIA 1 até a rotatória de acesso à Via Universitária, foi mais uma prova de que todo apoio dado pelos poderes públicos ao evento, ao longo de todos esses anos, precisa ser reavaliado e de forma determinante, impor o mínimo de respeito à instituições, à população e a ordem pública.

Simões Filho já é carente de mobilidade urbana.

Dar a um cidadão, que se colocou como autoridade municipal, o poder de dar ordens à Policia Militar e a órgãos de trânsitito do municipio para que bloqueassem totalmente e multassem veículos estacionados nas margens das já escassas vias de grande circulação, para que um trio elétrico tocasse durante três horas, é, quando não menos, IRRESPONSABILIDADE.

Uma certa “AUTORIDADE MAIOR”, do auto da ousadia permitida por não se sabe quem, entendeu-se na condição de dar ordens e ofender agentes da SETRAN que trabalhavam no apoio ao desorganizado evento.

Em dado momento, um líder da equipe da secretaria de transportes sentindo-se, ele e sua equipe, desrespeitados diante do público que acompanhava o trio elétrico, decidiu deixar o local e a responsabilidade geral aos cuidados daquele que lhes ofendeu chamando-os de incompetentes e palhaços.

Será necessário esclarecer Que a cidade de Simões Filho tem poucas vias de grande circulação?

Será necessário informar que a Via Universitária é acesso, quase único, de milhares de moradores de diversos condomínios carentes de transporte público?

Será que já não basta tal carência, os moradores desses condomínios são obrigados a buscar desvios, escuros e sem organização prévia para se locomoverem para outros pontos da cidade?

Seria possível alguém pensar que em eventual caso de emergência, vidas poderiam ter sido perdidas para que um trio elétrico, atravessado na Via Universitária, impedindo totalmente a livre circulação do trânsito, tocasse durante horas?

Porque razão?

Luta contra homofobia?

O dircurso de minoria, de pedir igualdade e respeito não pode prevalecer ao direito dos demais cidadãos.

Durante o evento, a Via Universitária ficou totalmente bloqueada e a Elmo Serejo Farias, ficou irresponsavelmente prejudicada.

Será que para “FICAR BEM NA FITA COM A CLASSE” as autoridades municipais devam permitir todo tipo de despeito a população.

Tudo por conta de um evento que a muito, já não serve como ato de afirmação da necessidade de uma minoria tão carente de respeito que são os LGBTS+?

Será que a causa não está sendo usada como desculpa para promoção pessoal?

Pede-se, determinatemente, aos poderes públicos que permitem tal desordem, o devido monitoramento para futuros eventos semelhantes.

Certamente, autoridades, supostamente, homeageadas durante o evento se colocarão contra essa publicação, pois valerá mais o LUCRO ELEITOREIRO do que o respeito à população que tanto já sofre com tanto desrespeito, todos os dias.

Vale lembrar que o Página Simões Filho foi um dos primeiros veículos de imprensa a dar total apoio ao evento, nas suas primeiras edições.

Assista ao momento em que agentes da SETRAN sao chamados de palhaços e incompetentes.

Ouça também o áudio de desabafo de um dos agentes da Secretaria.

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Cultura

FESTIVAL DA JUVENTUDE: CAUÊ SE APRESENTOU SEM O PAI, NAS VÉSPERA DO DIAS DOS PAIS

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Noite de sábado, 11 de agosto – abrindo o encerramento da Semana Da Juventude, Cauê Menezes, filho do grande Duda Menezes, se apresentou no palco montado na nova Praça da Quadra 7, por uma hora e meia, sem o pai.

O pivete jogou duro!

Deu conta do recado e botou todo mundo para dançar.

“… Cara, que pressão fazer a primeira apresentação sem ter meu pai do lado… “

O pai?

Todo orgulhoso…

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CIDADES

Não dá pra levar a sério!

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Todo ano a mesma coisa. Próximo da realização de um dos vários eventos da comunidade LGBTS+ no municipio, o prefeito da vez passa a ser atacado por indivíduos que se colocam como líderes de movimento ou presidentes de associações.

Basta pedir um pouco de compreensão que o prefeito, vereador ou secretário passa a ser ofendido verborragicamente com desrespeito total.

Certa vez, o ex-vereador e presidente Joel Cerqueira foi chamado de homofóbico.

Em resposta histórica, Joel rebateu dizendo: “Eu não sou homofóbico, Eu sou PILANTROFOBICO.

o prefeito Dinha poderia dar a mesma resposta.

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