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Marina Silva, corre contra tempo para viabilizar a Rede

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56 anos de emancipação

Rede Sustentabilidade, partido que está sendo criado pela ex-senadora Marina Silva, encaminhou pedidos formais para que os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) assegurem maior rapidez no processo de validação de assinaturas dos apoiadores da nova legenda. Assim, alegando morosidade dos TREs, a Rede espera convencer o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a aceitar o recebimento das assinaturas certificadas mesmo após o dia 3 de outubro, data limite para que a legenda tenha seu registro aprovado pelo TSE.Marina Silva - Rede

Até o momento, a nova sigla conseguiu a validação de 190 mil das 492 mil assinaturas necessárias para dar entrada no pedido de registro junto ao TSE. O partido diz ter enfrentado uma demora de até 60 dias para homologar os endossos quando, em tese, os cartórios teriam um prazo de 15 dias para isso. A dificuldade foi maior em São Paulo e Brasília, embora já tenha sido equacionada nesses dois Estados.

Na semana passada, o partido pediu para que onze TREs agilizassem a validação de assinaturas. Nesta semana, o pedido será feito a outros nove tribunais. “Dessa forma, conseguiremos provar que os atrasos não são por nossa culpa. São pela incapacidade de processamento dos cartórios. E não podemos nos responsabilizar por isso”, afirmou o advogado da Rede, Rogério Paz Lima. Com isso, a ideia do setor jurídico da Rede é dar entrada no pedido de registro às vésperas do dia 3 de outubro, mesmo sem o número mínimo de endossos validados.

Pela legislação eleitoral, um partido só pode disputar as eleições se seu registro aprovado pelo TSE até um ano antes do pleito. Assim, o registro da Rede deveria receber aval definitivo até o dia 3 de outubro. Com base no processo de outros partidos, estima-se que o TSE leve entre 30 e 45 dias desde o pedido formal de registro até sua aprovação.

O PSD, partido do ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, por exemplo, ingressou com seu pedido de registro no TSE no dia 23 de agosto de 2011; o processo foi julgado em 21 de setembro.

Dessa maneira, a Rede precisaria ingressar com seu pedido de registro entre a próxima quinta-feira e a primeira semana de setembro para que o TSE tenha tempo hábil de julgar o caso.

 

Fonte Tribuna da Bahia

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P U B L I C I D A D E

Tecnologia

WhatsApp VAI LIBERAR NOVO RECURSO PARA CONVERSAS EM GRUPO

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56 anos de emancipação

O WhatsApp está testando uma nova funcionalidade para a janela de grupos. Trata-se da possiblidade de responder alguém de forma privada, abrindo uma tela de conversa individual para continuar o assunto mais facilmente. Por enquanto, a função está disponível apenas para a versão beta para o Windows Phone, mas deve chegar ao Android e iPhone em breve.

Para responder alguém reservadamente em um grupo, basta tocar e segurar sobre a mensagem e selecionar “Responder em privado”. Uma tela de conversa será aberta somente com a pessoa para que vocês continuem um assunto sem que os outros vejam. Além da maior privacidade, a novidade evita que seja preciso ir até a lista de contatos e procurar pelo indivíduo com o qual deseja falar.

A nova versão do Windows Phone também trouxe algumas novidades escondidas. A primeira é um botão de mudança rápida do modo de ligação, que permite trocar uma chamada de voz por uma de vídeo em segundos. Já a segunda são as configurações avançadas de grupo, que permitirá que os administradores escolham quais informações poderão ser editadas por qualquer participante, limitar quem pode enviar mensagens, entre outras coisas.

Por fim, a atualização do Windows Phone trouxe ainda uma nova tela para as chamadas no aplicativo, segundo a publicação do MSPowerUser. Para baixar, basta acessar a loja de apps do sistema e procurar pelo WhatsApp beta. Ainda não há previsão para que os recursos cheguem na versão final, embora o serviço de mensagens não costume demorar muito para fazer isso.

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Brasil

NO BRASIL DE TEMER, 41 MILHÕES DE JOVENS QUE NÃO ESTUDAM E NÃO TRABALHAM

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56 anos de emancipação

Em 2012, eram 34,2 milhões de jovens de 16 a 29 anos que não estudavam nem trabalhavam.

O levantamento atual subiu mostra que o número aumentou para 41,25 milhões em 2016, o que representa 25,8% do total de jovens brasileiros nessa faixa etária.

 

Esse é o grupo que ficou conhecido como “nem nem” e que aumentou 20,5%, segundo a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) divulgada nesta sexta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O aumento de jovens nessa situação aconteceu pela falta de ocupação. O número de jovens que só estudavam aumentou 3,4 pontos percentuais, já o número de jovens que apenas trabalhavam caiu 5 pontos percentuais.

Ainda segundo o levantamento, no mesmo período, o número de jovens que trabalhavam e estudavam caiu 1,5 pontos percentuais, diz o IBGE.

O IBGE destacou, uma estabilidade entre 2012 e 2014 no percentual de jovens que não estudavam nem estavam ocupados.

É importante frisar que o salto desta população se deu, justamente, entre 2014 e 2016, período que corresponde à crise econômica no Brasil.

Outro ponto importante, é que entre 2012 e 2016, o número saltou de 4 milhões para 6,3 milhões de jovens com idade entre 16 e 29 anos desempregados no país, um aumento de 57% de desempregados nessa faixa etária.

Na Bahia, 1 a cada três jovens se encontra  nessa situação.

 

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Brasil

MAIS UMA PESQUISA MOSTRA VITÓRIA DE LULA; COMENTE!

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56 anos de emancipação

“O medo deles é o cara voltar.” Chico Buarque

Do Brasil 247 –  Pesquisa do Data Poder 360, divulgada nesta sexta-feira, 15, confirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seria eleito no primeiro turno, independente dos concorrentes.

Chama a atenção o desempenho quase idêntico no 2º turno de Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSC). O tucano perderia para Lula por 41% a 28%. Já o capitão do Exército na reserva seria derrotado pelo petista por 41% a 30%.

Na realidade, Lula tem exatos 29,9%. Bolsonaro, 21,7%. Ao levar em conta a margem de erro, o petista pode variar 27,3% a 32,5%. Já o pré-candidato militar da reserva teria de 19,1% a 24,3%.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), aparece estável (com 7% a 8%) desde outubro, quando assumiu de maneira mais assertiva sua pré-candidatura ao Planalto.

Chama a atenção a possível postulante da Rede Sustentabilidade, Marina Silva. De maneira silenciosa, atingiu 10% das intenções de voto. Ciro Gomes (PDT) tem 6%. Os 3 nomes estão tecnicamente empatados na margem de erro.

A maior rejeição combinada com o menor percentual de voto cristalizado é de Alckmin. Só 8% dizem que votariam “com certeza” no tucano. E 62% declaram que não votariam no representante do PSDB “de jeito nenhum”.

Lula tem 29% de eleitores que dizem que poderiam votar nele com certeza e uma rejeição de 46%. Bolsonaro, 21% de intenção de voto real e 50% de rejeição.

O DataPoder360 entrevistou 2.210 pessoas em 177 cidades, entre os dias 8 e 11 de dezembro. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, para mais ou para menos.

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