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MUNDO

MORRE AOS 74 ANOS, EDWIN HOWHINS, AUTOR DE ‘Oh, Happy Day’

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56 anos de emancipação

Do El Pais – O cantor de música gospel Edwin Hawkins, famoso por sua versão da canção Oh, Happy Day, morreu aos 74 anos em decorrência de um câncer de pâncreas, informou seu agente, Bill Carpenter, à imprensa dos EUA.

Hawkins, um dos fundadores do gospel moderno, morreu nesta segunda-feira, 15 de janeiro, na sua casa, na Califórnia.

A música com a qual se tornou famoso, Oh, Happy Day, é um hino do século XVIII que Hawkins arranjou segundo o estilo chamado call and response, no qual a canção se compõe de fragmentos de duas partes, sendo que a segunda é uma resposta à primeira.

O single do grupo Edwin Hawkins Singers que continha essa nova versão, lançado em 1969, fez muito sucesso. Um ano mais tarde, o grupo foi premiado com o Grammy de melhor interpretação de gospel por essa canção. As vendas alcançaram os sete milhões de cópias, segundo os dados citados por Carpenter ao The New York Times.

Ao longo de sua carreira, Edwin Hawkins ganhou quatro Grammys. Oh, Happy Day foi gravada por Glenn Campbell e Elvis Presley, e também apareceu no filme Mudança de Hábito, protagonizado por Whoopi Goldberg.

 

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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P U B L I C I D A D E

MUNDO

VÍDEO: PRESIDENTE ELEITO NICOLÁS MADURO MANDA RECADO AO “USURPADOR” TEMER

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Maduro manda recado ao usurpador Temer
56 anos de emancipação

Isso você não vai ver na Globo:

Segundo o dicionário, USURPADOR significa:  Aquele que usurpa; que se apodera ilicitamente daquilo que não lhe pertence ou a que não tem direito.

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Brasil

Eleições 2018: para a mídia, o que não pode na Venezuela, pode no Brasil. Por Suzana Miotti

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PIG
56 anos de emancipação

POR SUZANA MIOTTI No DCM – Um paiseco da América do Sul, seguindo a sua Constituição, resolveu realizar eleições neste ano de 2018 para presidente.

O atual governante, cujo partido está no poder há aproximadamente três décadas, em conjunto com os poderes Legislativo e Judiciário, após seguirem um processo jurídico, que especialistas internacionais alegam estar sendo tendencioso, decidiram deixar os principais opositores na cadeia.

Impediu-os de participar do pleito e colocou o pleito sob suspeição pelas principais potências ocidentais. 

Sanções econômicas ajudarão a aumentar a agonia desse povo, que já sofre com o aumento dos custos básicos de vida como, por exemplo, gás, gasolina e alimentos. 

Não, não é a Venezuela. É o Brasil do MDB, de Temer e da Globo.

Todos os argumentos citados acima são utilizados para descrever o regime bolivariano.

Maduro foi reeleito através do voto popular, livre, secreto e pessoal.  

O MDB, por sua vez, ocupa o cargo de presidente ou vice-presidente da República desde a redemocratização, no final da década de 1980.

E, para continuar no poder em 2019, articula com antigos aliados como PSDB, DEM, PP, entre outros. E, também com ministros do STF. 

Desse modo, conseguiram trancafiar o principal líder oposicionista do país, Lula.

Sim, ele sofreu um processo que respeitou os trâmites legais que, estranhamente, foi mais célere do que em outros casos, como o do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo.

Mas por acaso o Judiciário venezuelano não respeitou os seus trâmites legais ao prender liederanças da oposição?

Muitos podem contestar as prisões venezuelanas chamando-as de abusivas — mas e as prisões cautelares de mais de dois anos do juiz Sergio Moro, não o são?

Em resumo, é impressionante como os argumentos utilizados pela mídia para criticar o modus operandi de Maduro e companhia servem para o Brasil.

Afinal de contas, o que não pode lá, pode cá?

Porque, ironicamente, respeitando as especificidades de cada país, a situação do Brasil e da Venezuela são parecidas. A começar pelo cerceamento político de seus opositores.

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MUNDO

A vitória de Maduro demonstrou a força política do Chavismo

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56 anos de emancipação

Agência Venezuelana de Notícias  – A vitória obtida pelo candidato da Frente Ampla da Pátria, Nicolás Maduro, nas eleições de domingo, 20 de maio, quando foi eleito Presidente da República para o período 2019-2015, com 68% dos votos válidos, representa a recuperação e A força do chavismo como força política, disse o chefe do Comando da Campanha Simón Bolívar, Jorge Rodríguez. 

“Não há dúvida de que o Chavismo recuperou a maioria e que esta maioria aumenta a cada dia, é uma maioria sólida, é uma maioria que não é violada nem com a guerra econômica nem com ações contra o povo”, ressaltou durante uma coletiva de imprensa realizada no Teatro Bolívar, em Caracas.

Ao analisar o feedback dos últimos três anos, lembrou como índices negativos evidenciados nas eleições parlamentares de 2015, quando perdeu para 56% dos votos, foi superado na nomeação eleitoral da Assembleia Nacional Constituinte (ANC) com 43% participação, e as eleições regionais e municipais, onde Chávez capitalizados 54% e 70%, respectivamente, do apoio popular. 

No caso das eleições presidenciais, a tendência continuou: Nicolas Maduro triplicou seu voto contra Henri Falcon, defendida pela Advanced Progressive (AP), Al Socialismo (MAS) e Movimento Copei, para superar 4 milhões de 721.698 votos.

“Ele ganhou 3,3 vezes, 3,3 vezes mais votos que recebemos, vencemos nos 23 estados da Venezuela, em Caracas e nos 335 municípios do país , ” ele acrescentou, notando que mesmo com a unificação dos candidatos da oposição, Maduro teria obtido 3 milhões de votos mais de 696.698 Falcon e Javier Bertucci, candidato para o círculo eleitoral esperança para a mudança. 

Rodriguez atribuído a mostra forte apoio popular para a consciência de venezuelanos que, a seu ver, perceber Chávez como “um modo de ser, uma forma de abordar os problemas da vida e de endereço”.

Somado a isso, a mensagem expressa através da urna refletiu a aspiração da maioria de retomar o diálogo político nos termos da Constituição, como propõe o Presidente da República, Nicolás Maduro. 

Por esta razão, a militância revolucionária consolidou “uma imensa vitória de proporções épicas na democracia venezuelana”, traduzida no triunfo “mais amplo” que um candidato presidencial capitalizou na história. 

Rodriguez ressaltou que a reeleição de Nicolás Maduro ocorreu com taxas de participação superiores às experimentadas em outros países latino-americanos, referindo-se principalmente aos casos da Colômbia e da Guatemala, onde os níveis históricos de participação não ultrapassam 45%.

O chefe do Comando da Campanha, Simón Bolívar, destacou que o dia da eleição deste domingo ensinou ao mundo uma lição e uma “mensagem que deve ser ouvida com atenção” por setores e governos de direita que continuam com manobras agressivas contra a Venezuela. 

“A cada voto, a Venezuela enviou uma mensagem de paz, concordância e respeito por um povo, a democracia da Venezuela é um exemplo para o mundo”, disse ele, afirmando que a vontade do povo deve ser respeitada e reconhecida. . 

Por outro lado, observou que com a execução do processo eleitoral número 23, realizado no contexto da Revolução Bolivariana, ficou evidente a transparência e efetividade do sistema eleitoral venezuelano. 

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