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Depois de tanta chicotada no passodo, no presente, spray de pimenta na cara dos que restam e lutam.

Em manifestação pela construção de um acesso à comunidade Quilombola Rio dos Macacos, em Simões Filho, ontem, 21 de agosto, senhoras, crianças e deficientes foram generosamente untados com spray de pimenta jogados por outros, irmãos, que tinham assim, que a função restabelecer a ordem social diante do “iminente perigo” que um bando de negros pobres, esquecidos e desrespeitados estaria provocando.

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

CIDADES

ESTARIAM OS QUILOMBOLAS DO RIO DOS MACACOS SENDO USADOS PARA EFEITOS ELEITOREIROS?

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A luta dos quilombolas do Rio dos Macacos é conhecida mundialmente.

Uma luta que toda a sociedade considera justa e que já registrou fatos que vão desde ameaças sob a mira de fuzis até ordem de desocupação em 15 dias.

O Página Simões Filho vem registrando esses fatos ao longo dos últimos sete anos e desde lá, jamais foi registrado em nossas páginas o uso da luta daquela comunidade pobre para benefícios de alguns, em campanha eleitoral.

No último dia 10 de janeiro de 2018, o prefeito Diógenes Tolentino visitou o Quilombo e o constatou a dura realidade vivida por aquelas pessoas.

Na manhã de hoje, 24 de julho, um grupo de representantes da comunidades, buscou de forma parcial, mas decidida, a possibilidade de falar com o prefeito para cobrar-lhe a construção de um acesso à vila, conforme conversado e prometido em vista do prefeito.

A visita dos quilombolas chamou a atenção e foi noticiada nos principais portais de notícias da cidade.

Em ano de eleição, algumas pessoas começaram a propagar que o ato tinha o objetivo de criar fato político capaz de criar embaraços ao prefeito e consequentemente à candidatura da vereadora Kátia a deputada estadual.

Para os que conhecem a luta e as várias reivindicações da comunidade do Rio dos Macacos, ficou a certeza de que aqueles quilombolas jamais permitiriam ver sua luta ser usava de forma tão vil.

É a resposta para a manchete desta matéria obviamente é não!

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Rio dos Macacos

Rio dos Macacos: INCRA delimita 104 hectares, mas comunidade pode contestar

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RIODOSMACACOSO Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária(INCRA), publica a delimitação oficial da área do Rio dos Macacos em Simões Filho.  Há anos, um longa batalha entre a Marinha do Brasil e a comunidade quilombola é travada para definição da posse da terras que ficam na fronteira entre Salvador e Simões Filho.

A publicação foi feita nesta terça-feira (26), o Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) só foi publicado após ação na Justiça requerida pelo Ministério Público Federal da Bahia (MPF-BA).

A área reivindicada pela comunidade era de 270 hectares, mas o INCRA definiu apenas 104. A comunidade poderá contestar a decisão dentro de um prazo de 90 dias.

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Rio dos Macacos

Rio dos Macacos: Ministro diz que estava confiante em acordo entre quilombolas e Marinha

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rio dos macacosO ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, comentou a falta de acordo entre os moradores do Quilombo Rio dos Macacos, na região metropolitana de Salvador, e o governo federal, pela posse da terra, hoje legalmente pertencente à Marinha, na qual os quilombolas vivem. Os militares pleiteiam na Justiça a remoção das cerca de 500 pessoas que moram no local. "Não havendo o acordo, não há muito o que fazer, porque a Marinha não pode retirar a ação que move na Justiça, para reintegrar aquela área", diz o ministro, que participou pessoalmente das negociações. "Agora, fica para a Justiça definir a questão.

E isso vai se arrastar pelo tempo que a Justiça determinar." Ele disse ter ficado "triste" com a conclusão das negociações sem um acordo. "Confesso que estava confiante que o acordo sairia", contou. "A gente chegou a uma proposta de abrir mão de 106 hectares, para que nenhuma família da área tivesse de ser removida, além de abrir uma nova entrada para o quilombo (atualmente, a entrada é feita por um dos acessos da base naval), com uma estrada, e assegurar a reconstrução das casas, que estão muito precárias. Fico triste por saber que, sem o acordo, quem vai sofrer são os próprios moradores da região", disse. 

O governo chegou a apresentar uma proposta de doação de 106 hectares, no início da semana, aos moradores, que reivindicam a manutenção de 278 hectares dos cerca de 301 aos quais dizem ter direito. "Eles querem nos espremer em uma área que é nossa, não podemos aceitar", justifica a líder dos quilombolas, Rose Meire dos Santos Silva. "Tínhamos 500 hectares, hoje temos 300 e querem nos tirar mais", completa. Além da área, é entrave para o acordo a área do entorno da Barragem do Rio dos Macacos, única fonte de água da região. Os militares tentam vetar o acesso de civis ao local, por ser, segundo o governo federal, estratégico para o fornecimento de água e energia elétrica para o complexo militar, no qual vivem cerca de 400 integrantes da Marinha. "É um recurso natural que sempre serviu à comunidade, de onde até tiramos o sustento, com a pesca, quando é necessário", argumenta Rose.

 

Fonte: BahiaNoticias

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