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Prefeito comenta o exemplo que Simões Filho deu para o País com parada gay e Homenagem a evangélicos

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56 anos de emancipação

Numa entrevista cedida à rádio Simões FM 87.9 e ao Página Simões Filho, o Prefeito Eduardo Alencar(PSD),  falou sobre a situação das contas da prefeitura, candidatura a deputado, Otto Alencar como governador e a competência dos seus secretários.

Em determinado trecho, O Página Entrevista, perguntou sobre a realização de uma para gay, ao mesmo tempo eu que ocorria um evento evangélico. O prefeito declarou que é preciso haver o respeito às pessoas e suas escolhas e que Simões Filho é exemplo disso para todo o País. O prefeito lamentou também, a atitude do cantor Gospel Lázaro ex Olodum, quando, de acordo com relatos, ofendeu uma cidadã simõesfilhense. Ele lamentou o fato. Ouça:

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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EMPRESA DO RAMO DE TRANSPORTE EMPRESARIAL INAUGURA AGÊNCIA DE VIAGENS EM SIMÕES FILHO 

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​A CK Transportes, atuante no município de Simões Filho a mais de 5 anos, inaugurou no último dia o7 de janeiro, sua agência de viagens, a CK Viagens. 

A agência de turismo, credenciada à CVC, fica na Av Luiz Eduardo Magalhães, em frente a Caixa econômica e está oferecendo ao cidadão simõesfilhense os serviços de aluguel de veículos, venda de passagem aérea, hospedagem, cruzeiros e transporte executivo.

Nos dá CK Viagens, acreditamos no comércio de Simões e sabemos da necessidade que o povo daqui, que quer planejar uma viagens de férias ou negócio, tem para buscar uma agência de viagens que dê  a ele a segurança e a qualidade que ele merece. E pensando nisso e que inauguramos a CK Viagens, para dar conforto, segurança,  agilidade e comodidade aos nossos clientes.   Responsável pela agência é Emanuelle Almeida.

No evento de inauguração apareceram grandes empresários da cidade além do presidente da ACOSIF – Evandro Guedes. 

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A eleição do deputado estadual e a garantia do desenvolvimento local

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As eleições de 2014 estão chegando! E você com isso?

Por  Raoni Nascimento. EXCLUSIVO PARA O PÁGINA SIMÕES FILHO

RAONÍ NASCIMENTOA cada eleição, o eleitor que se preocupa com o desenvolvimento do seu município/região e tem consciência da sua responsabilidade enquanto cidadão se depara com uma autoindagação: em quem eu vou votar?

 Essa pergunta, com certeza, já está sendo feita por muitas pessoas, considerando que em 2014 teremos que eleger deputado estadual, federal, senador, governador e presidente da república.

 Quero focar esse nosso texto em um fator determinante para ajudar no desenvolvimento/ou não, de uma cidade/região: A eleição do seu representante na Assembleia Legislativa.

Eleger um deputado estadual, sem meias palavras, é garantir uma fatia do bolo para o seu município. É ter a certeza que terá uma participação maior no orçamento estadual, considerando que é na assembleia legislativa que a gestão dos recursos públicos do estado é realizada, sendo repassados aos municípios, de acordo com o “corte do bolo”.

 É nessa hora que entram as chamadas emendas orçamentárias, onde os deputados direcionam verbas à sua região eleitoral. E quanto maior a representação de um município na casa legislativa, maior será também a quantidade de recursos estaduais a serem direcionados para aquela localidade.

O grande problema é que o bolo vem sendo repartido de forma desigual. Enquanto algumas regiões são contempladas com pedaços exorbitantes, outras não ficam nem com o farelo no final da festa.

Daí a importância de o eleitor parar e fazer uma pergunta: por que o meu município/região não é contemplado com as obras e recursos do estado? Eu lhe ajudo com a resposta. Quando um deputado é eleito ele assume compromissos com seus eleitores de lutar em busca de recursos e obras para garantir o desenvolvimento local. Isso inclui construção de escolas, pavimentação de ruas, contenções de encostas, abertura de empresas para gerar empregos, construção de hospitais e por aí vai. Porém, se o município não tiver um representante na assembleia, receberá apenas a sobra do bolo, porque a maior parte será direcionada para as regiões eleitorais dos deputados, onde eles estarão cumprindo o que prometeram aos seus eleitores.

Isso demonstra a importância de o município/região ter um representante na assembleia legislativa. Porém, o fator determinante para a falta desse é a polarização dos votos, onde cada eleitor vota em um candidato diferente, na maioria das vezes, que não terão nenhum compromisso com aquele eleitorado, pois só estava interessado no voto deles. Dessa maneira, os municípios acabam não conseguindo eleger um representante local, isso porque, muitos eleitores ainda não refletiram sobre o ditado popular que atesta: “a união faz a força”.

 A divisão do território eleitoral só enfraquece o seu município/região. A partir do momento que muitos candidatos se lançam na disputa, sem chances reais de vencer a eleição, acabam dividindo os votos e deixando de eleger o candidato com maior potencial. Uma campanha não deve ser encarada por vaidade pessoal, mas pelo único interesse de se unir e eleger um representante local na assembleia, garantindo assim uma participação maior no orçamento do estado e o consequente desenvolvimento social e econômico da município/região.

 Raoni Nascimento.

Consultor de Marketing Político e Eleitoral
Especialista em Gestão de Pessoas
raonisd@hotmail.com

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Globo perde recurso sobre multa milionária na Receita Federal

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Processo é referente aos anos de 2005 a 2008 e valor atinge R$ 730 milhões.

A Globo Comunicação e Participações perdeu recurso administrativo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) do Ministério da Fazenda referente a uma cobrança de multa da Receita Federal no valor de R$ 730 milhões. O valor milionário refere-se a infrações contábeis. Ainda é possível recorrer. Caso isso não aconteça, o órgão pode executar o pagamento, cujos valores devem sofrer correção e aumentar.

A fiscalização, chamada pela Receita de mandado de procedimento fiscal, teve como objetivo verificar a apropriação de receita decorrente de perdão de divida concedido em 2005 pelo banco J.P. Morgan no valor de R$ 152,8 milhões.

Segundo a Receita, operações societárias no grupo feitas depois, como a aquisição da Globopar pela TV Globo, com envolvimento da Globo Rio, podem ter amortizado um ágio (diferença entre o custo de investimento e seu valor contábil), que foi constituído pela aquisição das próprias ações da empresa. Na decisão do órgão colegiado, a Receita chega a mencionar que operou “um milagre” no balanço da Globopar.

Na operação, a dívida da Globopar com a sócia, a TV Globo, se extinguiu. De outro lado, a liquidação dessa dívida, mediante absorção de prejuízos, favoreceu os sócios por aumentar o patrimônio líquido da Globopar, à semelhança de um aporte de capital, conforme descreve documento do processo.

O Fisco ressalta que todas as empresas possuem os mesmos sócios: Roberto Irineu Marinho, José Roberto Marinho e João Roberto Marinho, o que é um indicio de que as operações foram realizadas para a criação, transferência e amortização de um ágio que “não existia”. Como consequência, houve redução indevida de tributos.

Documento do processo aponta que o caso pode ser definido como uma incorporação às avessas, em que a empresa controlada incorpora sua controladora, e as operações podem ser caracterizadas como artificiais.

No recurso, as Organizações Globo argumentou que as operações foram realizadas com o objetivo de reestruturar as dívidas da Globopar, que eram em sua maioria em moeda estrangeira e que, graças à maxidesvalorização da moeda nacional ocorrida em 2002, tornaram-se virtualmente impagáveis.

Contatada pela reportagem, a Globo informou por meio de assessoria de imprensa que não comentará o caso, uma vez que o recurso solicitado pela emissora ainda não foi a julgamento. A Receita Federal não comenta a decisão alegando sigilo fiscal.

Outras cobranças 

A TV Globo já foi anteriormente cobrada em mais de R$ 600 milhões por suposta sonegação fiscal na compra dos direitos de retransmissão da Copa do Mundo de 2002, cujo processo acabou extraviado.

A Receita Federal informou o extravio dos autos do procedimento fiscal, que gerou investigação paralela para identificar os envolvidos. A investigação resultou em ação criminal contra a servidora da Receita Federal Cristina Maris Meinick Ribeiro, condenada a 4 anos e 11 meses de prisão pela 3ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro por esta e outras fraudes.

O Ministério Público Federal aponta que ofereceu oportunidades para que a servidora cooperasse com as investigações e indicasse os eventuais coautores do delito, porém Cristina optou por fazer uso de seu direito constitucional ao silêncio.

O procedimento fiscal extraviado foi reconstituído, e a tramitação seguiu seu curso regular, protegida por sigilo fiscal, declara o MPF, em nota.

A Globo já declarou, em nota, que não existe mais nenhuma pendência tributária da empresa com a Receita Federal referente à aquisição dos direitos de transmissão da Copa do Mundo de Futebol de 2002.

 

Um terceiro processo, que também envolve infrações no Imposto de Renda pela empresa, referente a 2006, ainda está em trânsito na Justiça, segundo dados do Ministério da Fazenda.

 

Fonte:  IG

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