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Prender Lula, um plano antigo, revela o jornalista Marcelo Rubens Paiva

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Simões Filho - Marcelo Rubens Paiva
Simões Filho tá Mudando
 

“Há anos Moro já dizia que prenderia Lula”, diz Marcelo Rubens Paiva

TV 247 O jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva, que acaba de lançar o livro “O orangotango marxista”, contou em entrevista à TV 247 nesta semana que teve a ideia de analisar os humanos do ponto de vista de um animal de tanto observar um zoológico em Americana, interior paulista, onde “não tem nada para fazer”. No livro bem-humorado, um orangotango aprende a ler em um laboratório onde é objeto de pesquisa e depois que é preso em um zoológico, lembra dos ensinamentos dos pensadores e quer fazer uma revolução para libertar os bichos, inspirado em Karl Marx.

Marcelo Rubens Paiva viveu em seu núcleo familiar as atrocidades da ditadura militar. Seu pai, o deputado Rubens Paiva, foi morto por agentes do regime, após ter sido torturado. Em 1971, seus restos mortais foram jogados ao mar.

Ele considera que a exaltação hoje aos tempos sombrios da farda, representado por figuras como Jair Bolsonaro, é reflexo de alguns erros, inclusive da esquerda. “Faltou levar às escolas um ensino que mostre de fato como foi a ditadura militar. Os jovens de hoje não têm nenhuma noção do que foi o regime, nenhum governo abriu os documentos secretos da ditadura”, critica.

Recentemente, documentos da CIA revelaram que Ernesto Geisel, penúltimo presidente da ditadura, de 1974 a 1979, teria concordado expressamente com execuções sumárias de opositores do regime militar. A Comissão Nacional da Verdade (CNV) confirmou em 2014, após três anos de trabalhos, 434 mortes e desaparecimentos durante a ditadura militar no país.

O jornalista enfatiza a importância do documento, considerado por ele estarrecedor. “De fato, havia uma cadeia de comando para executar pessoas. É um documento importantíssimo”, ressalta, destacando também a importância do trabalho do pesquisador Matias Spektor, da FGV, responsável pela divulgação do fato histórico.

Ele desqualifica as mentiras usadas pelo Exército para justificar um golpe militar. “Foi uma ameaça comunista que deflagrou o golpe militar de 1964. Onde existe comunismo no Brasil? Nem o PCdoB é comunista. Uma balela dessas apenas engana quem desconhece a história”, argumenta.

Apesar do fascismo em alta no País, Marcelo não crê na possibilidade de um novo golpe militar. “Acredito que o centro irá formar um grande bloco para enfrentar o Bolsonaro, pode até ser encabeçado pelo Ciro Gomes”, projeta.

O jornalista enumera outros pontos negativos para o deputado de extrema direita. “Bolsonaro tem apenas 13 segundos de TV, o que pesa muito, além disso, ele tem força apenas nas redes sociais, e a internet é um fenômeno ainda não expandido no País”, avalia.

Prender Lula: um plano antigo

Ao comentar o cenário político do Brasil, o escritor contou ter ouvido do jornalista Sérgio D´Ávila, diretor executivo da Folha de S.Paulo, um relato feito por Moro a ele, D´Ávila. “O D´Ávila foi uma das primeiras pessoas que me contou que o Moro está à caça do Lula há muito tempo. O Moro já foi entrevistado pelo Sérgio D´Ávila há muito tempo e falou que o objetivo dele era pegar – palavras do Moro – o ‘chefe da gangue’, que era o Lula”.

Isso D´Ávila ouviu de Moro, reafirmou Marcelo, que não tem certeza da data do episódio, mas acredita ter sido no início da Lava Jato, por volta de 2014. “Eu nunca me esqueci disso”, comentou o jornalista. “E o Moro conseguiu, o cara foi fundo. E todo os depoimentos foram voltados para isso, as torturas psicológicas, coloca o Palocci quase numa solitária, aquele cara da Petrobras, o Paulo Roberto Costa, num presídio”, lembra.

Para Marcelo, “tudo poderá acontecer nestas eleições insanas”. “Lula anunciou que irá ser candidato, o PT não vai abrir mão disso, e nem deve, e ele hoje encontra-se em primeiro lugar nas pesquisas. Imagina um segundo turno com o ex-presidente encarcerado”, analisa, destacando que será uma situação inédita no Brasil.

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

#Viral

Burger King faz comercial na TV para combater o voto em branco nas eleições

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Eleitores provam hambúrguer “branco”. Lanche só tem pão, cebola e maionese.

A rede de lanchonetes fast food Burger King entrou na campanha eleitoral deste ano com 1 filme no qual estimula as pessoas a não votar em branco.

No comercial que começou a ser veiculado na noite deste domingo (30.set.2018), o Burger King pergunta em quem algumas vão votar. Muitos respondem que votarão em branco. A cenas são gravadas na loja que a rede tem da avenida Paulista, em São Paulo.

O Burger King instalou na calçada uma espécie de urna na qual os consumidores podiam optar se votam em algum candidato ou se votam em branco.

Ao final da enquete, a empresa oferece 1 hambúrguer “Whopper em Branco” para quem disse que vai votar em branco. O lanche só tem o pão, cebola e maionese.

Todos os que provam o “Whopper em Branco” estranham e dizem que não gostaram.

No papel usado para embalar o hambúrguer está escrito: “Este é o ‘Whopper em Branco’, 1 sanduíche com ingredientes escolhidos por outra pessoa. E quando alguém escolhe no seu lugar, não dá para reclamar do resultado”.

O filme de 1 minuto passou pela primeira vez durante 1 dos intervalos do debate entre candidatos a presidente na TV Record. A produção foi da agência David.

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VÍDEO – assista nova propaganda do PT: Lula é Haddad 13

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NO EGITO ELA DUROU DOIS MIL ANOS, NO BRASIL NÃO CHEGOU A 200

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sha-amun.em-su

Talvez muita gente ainda não se tenha dados conta da tragédia com o MUseu Nacional do Rio de Janeiro.

Trata-se de algo que nos ENVERGONHA COMO NAÇÃO.

Sha-amun-em-su sobreviveu intacta em seu ataúde poe 2 milênios anos.

No Brasil, não durou 2 séculos.

 

 

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