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Futebol - BAHIA

Professor Cristiano: O Bahia é um transatlântico sem rumo!!!

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Simões Filho tá Mudando
 

Olá a todos!!!

Quando vamos focalizar um objeto de análise devemos estabelecer critérios para a mesma. Quanto ao tempo, devemos ter em mente se vamos dar relevância a curta, média ou longa duração: o processo a curto/médio prazo estabelece uma análise conjuntural; quando o fenômeno se faz por muito tempo, devemos observar a estrutura. Logo, indico a linha desta avaliação breve: o problema do Bahia é estrutural e não conjuntural!!!
O Bahia é um clube que praticamente parou no tempo. Se considerarmos um ano no passar do tempo, paradoxalmente o “ano que não acabou” para o Esporte Clube Bahia foi o ano de 1989, o ano cronológico que esta grande expressão popular brasileira venceu seu segundo título nacional, o campeonato brasileiro de 1988.
bahia-2Daí em diante o clube não se renovou, aliás, tendência histórica da instituição. Tivemos a dinastia de Osório, depois o potentado de Paulo Maracajá. Este último, presidente do título nacional de 1988, ainda foi pior que Osório que de certa forma pelas circunstâncias, e não por opção, criou uma figura à sua imagem e semelhança: o próprio Maracajá.
A saída de Maracajá criou um vácuo de competência e carisma na direção maior do clube. Nem mesmo um presidente no estilo centralizador e todo poderoso, que não se aplica mais ao futebol brasileiro, é verdade, o clube forjou. Alías, neste fim de década de 1980, início da década de 1990, o seu tradicional rival, o Vitória, remodelou-se a forma do Bahia e criou uma figura emblemática, semelhante ao estilo Maracajá: Paulo Carneiro, que melhorando seus métodos, reverteu a hegemonia do futebol baiano a favor do rubro-negro. Nestes pouco mais de vinte anos é incontestável a supremacia rubro negra no futebol local.
O pós-Maracajá foi conturbado no Bahia. Francisco Pernet, Antonio Pithon (boicotado, fritado e queimado pelas forças centrífugas da politicagem tricolor), Petrônio Barradas, Marcelo Guimarães e, agora, Marcelo Guimarães Filho passaram a dirigir o clube. Com todos esses a torcida do Bahia viu sua supremacia histórica no âmbito local passar para o rival, periodicamente ser humilhado em campo por este mesmo rival, acumular rebaixamentos de séries no campeonato nacional e contar inúmeros vexames e decepções, que na forma que estamos vendo, não existe perspectiva a um curto prazo para cessar.
Não querendo entrar nos méritos profundos da questão, não vai ser com o arremedo de reforma estatutária aprovada pelo “grupo” do atual presidente que o clube vai se organizar e ser recriado. Uma reforma de estatuto indecente que prega uma falsa e imoral democracia, calcada no argumento que os regimentos e normas foram respeitados, mas que engessou e aniquilou a possibilidade de renovação política no clube e a criação de um ambiente de debate e discussão positiva.
Srº Marcelo Guimarães Filho: seja sensato, humilde e tenha a grandeza que um verdadeiro líder deve ter e refaça a reforma estatutária do clube, na forma geral que anseia a sua imensa, apaixonada e magoada torcida. Faça o torcedor realmente decidir quem ele quer no comando do clube. Dê condições de renovação na composição política do conselho deliberativo e na vida política do clube. DÊ CONDIÇÕES PARA A REFUNDAÇÃO DO CLUBE!!!
Lembre Srº Marcelo, que o Bahia é grande porque sua torcida é grande e apaixonada. Este é um time como poucos, um clube de expressão popular. Assim como outras grandes expressões da cultura brasileira no esporte, o Bahia também não é um time que tem uma torcida, é uma torcida que tem um time!!! As vezes alguns desses torcedores só tem isso!!! Não retire isso dos dois: do time e do torcedor!!!
Não será elitizando o clube, afastando o torcedor popular do time, como o senhor e seus adeptos veem fazendo com os bloqueios econômicos que vocês estão perpetrando que vão dar a transformação que o clube precisa. NÃO TRANSFORME O BAHIA EM UM TIME DE BURGUESES E ELITIZADOS!!! O BAHIA É UMA EXPRESSÃO DA CULTURA POPULAR!!!
Ao contrário: leve o torcedor popular a viver o clube que veremos a médio prazo o nosso time soerguendo-se!!!
Vamos dar um rumo ao Bahia, esse verdadeiro transatlântico sem rumo.
Um abraço a todos!!!

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BRASILEIRÃO 2018: BAHIA EMPATA EM 2 A 2 COM SÃO PAULO NA FONTE NOVA

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Brasileirão 2018: O Bahia empatou com o São Paulo por 2 a 2 neste domingo (13), na Arena Fonte Nova, pelo Brasileirão. O Tricolor baiano jogou mais, porém não conseguiu finalizar bem, e quem não faz, toma.

O Bahia começou forte e aos 11, em cobrança do pênalti, o atacante Edigar Junio marcou. Aos 30, o São Paulo encostou, Hudson dá bom passe para Nenê, que dá sequência à jogada com linda assistência para Tréllez empatar a partida. Aos 38, Edigar Junio aumenta, após uma falha da defesa do São Paulo, sem chance para Sidão.

O empate veio no finalzinho, aos 48 do segundo tempo, com um belo gol de Shaylon, que arriscou de fora da área e marcou.

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Esportes

VERGONHA SE REPETE E 1º BAVI DE 2018 ENCERRA-SE APÓS NOVE EXPULSÕES

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No primeiro clássico DE 2018,  a equipe do Vitória recebeu, no Barradão, neste domingo (18) a equipe do Bahia pela sexta rodada do Campeonato Baiano.

Esperava-se um espetáculo, mas o que se viu foi muita violência. Jogadores das duas equipes foram expulsos após iniciarem uma briga no campo.

O placar contava 1 a 0 para o vitória, mas o empate veio logo no início do segundo tempo. Uillian Correia colocou a mão na bola dentro da área. O pênalti foi cobrado e convertido em gol por Vinícius, que na comemoração dançou e provocou a torcida do Vitória.

Fernando Miguel, goleiro do Vitória, não gostou da provocação e partiu para tirar satisfação com o jogador quando se desencadeou uma confusão generalizada com socos, empurrões e xingamentos entre vários jogadores das duas equipes, além de invasão de campo por jogadores que estavam nos bancos de reservas.

Ainda com os ânimos acirrados, a árbitro Jaílson Macedo Freitas, começou a distribuir cartões vermelhos e amarelos para vários jogadores, tanto do Bahia quanto do Vitória.

Os jogadores titulares do Vitória expulsos foram: o zagueiro Kanu, o meia-atacante Rhayner e o atacante Denílson.

No lado do Bahia, foram expulsos Rodrigo Becão e Edson, que estavam no banco de reservas.

Os titulares Vinícius e Lucas Fonseca também levaram dois cartões vermelhos.

Na volta do jogo, Uillian Correia levou o segundo amarelo e foi expulso após falta no campo de defesa.

Há a suspeita de que jogadores do Vitória teriam recebido orientação do treinador Vagner Mancini para provocar a expulsões.

Antes da cobrança da falta marcada, o zagueiro Bruno Bispo, que também estava amarelado, recebeu um segundo cartão e também foi expulso, o que impossibilitou a continuidade da partida por número insuficiente de jogadores no time do Vitória. Acredita-se que o jogador tenha provocado o recebimento do cartão.

Com o encerramento a partida, a classificação parcial ainda está indefinida e só será decidida pelos tribunais. Segundo o regulamento geral de competições da CBF, o Bahia deve ser declarado como vencedor, pelo placar de 3 a 0.

VIOLÊNCIA SE REPETE

A confusão de hoje, lembra a do dia 30 de abril de 2017, em um clássico com torcida única na Arena Fonte Nova em que vários jogadores dos dois times se esbofetearam, se agrediram após provocações. Assista:

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ELEIÇÕES NO BAHIA: Não deu para Tillemon

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Marcelo Sant’Ana, jornalista, 33 anos, é o novo presidente eleito, do Esporte Clube Bahia. A eleição aconteceu hoje, sábado, 13 de dezembro de 2014 na Arena Fonte Nova.

marcelo sant'anaMarcelo Sant’Ana, venceu cinco concorrentes. Em segundo lugar ficou o radialista Antônio Tillemon, que concorreu pela segunda vez. Marcelo obteve 1718 votos, enquanto Tillemon ficou com 1.343. Olavo Fonseca Filho, candidato da ‘A Voz do Campeão’, ficou na terceira colocação, seguido de Marco Costa, da Nova Ordem Tricolor. Binha de São Caetano e Nelsival Menezes, ocuparam as últimas posições.

A principal missão do novo presidente é trazer o Bahia de volta à elite do futebol brasileiro e gerir os dois centros de treinamento do clube.

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Futebol - BAHIA

Bahia lança uma mascote negra

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O Bahia tem um novo mascote. Ela é negra e se chama “Lindona da Bahêa”.

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Vestida de mulher-maravilha, ela fará companhia ao super-homem tricolor e foi criada pelo artista Nei Costa.

“Salvador é a cidade com mais negros fora da África. E temos orgulho disso!”, publicou o clube em seu site oficial e nas redes sociais.

O lançamento da mascote, nesta sexta-feira (29/8), foi motivado pela agressão ao goleiro Aranha, do Santos, pela torcida do Grêmio, que o chamou de “macaco”.

 

Fonte: Tribuna da Bahia

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Bahia empata com Corinthians por 1 a 1pelo Brasileirão

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Mais uma vez o Corinthians tropeçou em casa contra um time que briga na parte de baixo da tabela. Contra o Bahia, o Timão pressionou, mas ficou no 1 a 1 na noite deste sábado, na Arena Corinthians, em partida válida pela 15ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Com o resultado, o Corinthians perdeu a  oportunidade  de colar no Cruzeiro, chegando aos 28 pontos e permanecendo na terceira posição. Já o Bahia chega aos 14 pontos, sai da zona do rebaixamento na 16ª posição.

Corinthians domina a partida e chega com perigo aos oito minutos. Elias recebe de Romero e, de fora da área, chuta forte para a boa defesa de Marcelo Lomba. No lance seguinte, Jadson fez cruzamento para a área, Gil desvia e, por pouco, Guerrero não completa para o gol.

Com o Corinthians tendo maior posse de bola e chegando mais vezes ao ataque, o Bahia se fechava em busca do contra-ataque. A melhor oportunidade do Tricolor foi aos 11 minutos com Emanuel Biancucchi, mas o meia finalizou pela linha de fundo.

Marcando bem, o Bahia conseguiu equilibrar a partida matando as descidas rápidas do Corinthians ao ataque. Mesmo com maior posse de bola, o time paulista não conseguia se infiltrar na zaga do Bahia. Com Jadson pouco inspirado, a pressão que o Corinthians colocava no começo do jogo não era a mesma na metade do primeiro tempo.

Aos 30 minutos, o Corinthians quase abriu o placar com Guerrero, que cabeceou a bola rente à trave de Marcelo Lomba. Dois minutos depois, Emanuel Biancucchi levantou a bola na área em falta da direita e Kieza, livre de marcação, cabeceou para o fundo da rede.

Após o gol sofrido, o Timão foi em busca do gol de empate, mas com Jadson e Romero sumidos em campo, a equipe não tinha criatividade para chegar ao gol de Lomba. Até que aos 42 minutos Guerrero aproveitou a sobra na direita e levantou na cabeça de Gil, que chegou com tudo para cabecear para o fundo do gol.

Na volta do intervalo, o Corinthians continuou dominando a partida sem dar espaços para o Bahia chegar ao ataque. Porém, assim como na primeira etapa tinha mais posse de bola, mas não levava perigo ao goleiro do Bahia. A primeira chance do Timão foi em um chute de fora da área de Elias, mas a bola foi para longe.

O Corinthians voltou a levar perigo ao gol defendido por Lomba aos 13 minutos. Jadson, enfim, deu bom passe para Guerrero. O peruano girou sobre a marcação do Bahia e, de esquerda, bateu colocado no canto esquerdo, mas a bola passou rente a trave e se perdeu pela linha de fundo.

Se aproveitando dos contra-ataques, o Bahia assustou o torcedor corintiano aos 19 minutos. William Barbio, que tinha acabado de entrar, arriscou de fora da área e Cássio caiu no canto direito para fazer grande defesa, evitando o segundo gol Tricolor.

Rapidamente o Corinthians passou a dominar a partida novamente e, no embalo da fiel, encurralou o Bahia. Tentando abrir a defesa, o Timão tentava as jogadas pelas pontas. Aos 25 minutos, Romero cruzou da esquerda e Ralf cabeceou para o gol. Em cima da linha, Léo Gago evitou o gol da virada.

Nos minutos finais, o Bahia continuou fechado e o Corinthians tentando se infiltrar na defesa adversária, mas errava muitos passes apesar de dominar a partida. Ao fim do jogo, o Timão lamentou a oportunidade desperdiçada de encostar no Cruzeiro e Internacional.

Na sequência do Campeonato Brasileiro da Série A, o Corinthians entra em campo na próxima quinta-feira às 19h30, em casa, contra o Goiás, pela 16ª rodada. Já o Bahia joga contra o Criciúma na próxima quarta-feira, na Arena Fonte Nova, às 21 horas.

Ficha técnica

Gols: Kieza (BAH) aos 35 minutos e Gil (COR) aos 42 minutos do 1º tempo

Cartões amarelos: Ralf (COR), Rafael Miranda, Fahel e Demerson (BAH)

Corinthians: Cássio; Fagner, Cleber, Gil e Fabio Santos; Ralf, Elias, Petros (Renato Augusto) e Jadson (Romarinho); Romero (Luciano) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes.

Bahia: Marcelo Lomba; Railan, Demerson, Titi e Raul; Fahel, Rafael Miranda, Léo Gago e Emanuel Biancucchi (Branquinho); Maxi Biancucchi (William Barbio) e Kieza. Técnico: Gilson Kleina.

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Esportes

Pará saiu do time titular por questão disciplinar, afirma técnico

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“Guilherme Santos voltou melhor do que Pará fisicamente, taticamente e até disciplinarmente”, afirmou Marquinhos Santos.

bahia

O lateral-esquerdo Pará perdeu a titularidade no Bahia na volta do Brasileirão. Nos dois jogos realizados pela equipe até aqui, Guilherme Santos atuou na posição. Como Pará vinha bem antes da pausa para a Copa do Mundo, Marquinhos Santos tem sido questionado qual a razão da mudança. Segundo ele, o problema é disciplinar.

“É normal, pela idade dele, ter algumas atitudes que a gente precise tirá-lo do time, até para preservar. Guilherme Santos voltou melhor do que Pará fisicamente, taticamente e até disciplinarmente”, afirmou o treinador, em entrevista coletiva, após o empate em 1×1 com o Atlético-MG.

O Bahia é o 16º colocado no Campeonato Brasileiro, com 9 pontos, um a mais do que o Vitória, 17º e na zona de rebaixamento. Nesta quarta-feira (23), a equipe tricolor encara o Corinthians, mas em partida válida pela terceira fase da Copa do Brasil.

 

Fonte: Ibahia.com

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