Conecte conosco

MUNDO

Psiquiatra apresentou a congressistas análise sobre saúde mental de Trump

Publicado

em

Donald Trump
56 anos de emancipação

Segundo especialista, legisladores temem que instabilidade mental do presidente norte-americano represente um perigo à nação; “ele tem potencial de se tornar impulsivo e muito volátil”, afirmou

OPERAMUNDI – Um grupo de congressistas americanos, a maioria democratas, foi informado por uma professora de Psiquiatria da Universidade Yale sobre a saúde mental do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo noticiou a imprensa americana nesta quinta-feira (05/01).

A análise sobre Trump foi apresentada no início de dezembro pela psiquiatra Bandy Lee, editora do livro The Dangerous Case of Donald Trump: 27 Psychiatrists and Mental Health Experts Assess a President (O caso perigoso de Donald Trump: 27 avaliações de psiquiátricas e especialistas em saúde mental sobre um presidente).

“Os congressistas disseram que ficaram muito preocupados com o perigo do presidente, o perigo que sua instabilidade mental representa à nação”, afirmou Lee à emissora americana de televisão CNN. Eles teriam pedido que ela fale com mais legisladores sobre a saúde mental de Trump, o que deve acontecer neste mês.

Entre os congressistas que participaram do encontro havia ao menos um republicano, segundo a psiquiatra, que se recusou a revelar quem seria essa pessoa.

O parecer dado por Lee contraria as regras da Associação Americana de Psiquiatria, que determinam que psiquiatras não emitam opiniões profissionais sobre a saúde mental de pessoas sem avaliá-las pessoalmente.

A psiquiatra disse que não pode diagnosticar o presidente de longe, mas que cabe aos profissionais da saúde intervir em instâncias em que haja perigo para um indivíduo ou para o público.

Lee afirmou que os sinais que Trump demonstra alcançaram um nível perigoso. Como exemplo, ela citou as repetidas referências a teorias da conspiração, a negação de coisas que disse anteriormente e a agressividade do presidente.

“Ele parece estar se distanciando da realidade e recorrendo a teorias da conspiração”, disse a psiquiatra, citada pela CNN. “Há sinais de que ele entra em modo de ataque quando está sob estresse. Isso significa que ele tem potencial de se tornar impulsivo e muito volátil.”

À revista Politico, Lee disse que o presidente ficará ainda pior e incontrolável devido à pressão da presidência.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que as declarações de Lee são lamentáveis e absurdas. “Se Trump não fosse capaz, ele provavelmente não estaria sentado onde está”, acrescentou.

Na Câmara dos Representantes, um grupo de 57 democratas está apoiando a criação de uma comissão para determinar se Trump possui saúde mental e física para o cargo. A Constituição dos EUA prevê duas maneiras de remover um presidente: por um processo de impeachment ou se ele for incapaz de realizar as funções da presidência.

 

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

Continuar Lendo
P U B L I C I D A D E

MUNDO

VÍDEO: PRESIDENTE ELEITO NICOLÁS MADURO MANDA RECADO AO “USURPADOR” TEMER

Publicado

em

Maduro manda recado ao usurpador Temer
56 anos de emancipação

Isso você não vai ver na Globo:

Segundo o dicionário, USURPADOR significa:  Aquele que usurpa; que se apodera ilicitamente daquilo que não lhe pertence ou a que não tem direito.

Continuar Lendo

Brasil

Eleições 2018: para a mídia, o que não pode na Venezuela, pode no Brasil. Por Suzana Miotti

Publicado

em

PIG
56 anos de emancipação

POR SUZANA MIOTTI No DCM – Um paiseco da América do Sul, seguindo a sua Constituição, resolveu realizar eleições neste ano de 2018 para presidente.

O atual governante, cujo partido está no poder há aproximadamente três décadas, em conjunto com os poderes Legislativo e Judiciário, após seguirem um processo jurídico, que especialistas internacionais alegam estar sendo tendencioso, decidiram deixar os principais opositores na cadeia.

Impediu-os de participar do pleito e colocou o pleito sob suspeição pelas principais potências ocidentais. 

Sanções econômicas ajudarão a aumentar a agonia desse povo, que já sofre com o aumento dos custos básicos de vida como, por exemplo, gás, gasolina e alimentos. 

Não, não é a Venezuela. É o Brasil do MDB, de Temer e da Globo.

Todos os argumentos citados acima são utilizados para descrever o regime bolivariano.

Maduro foi reeleito através do voto popular, livre, secreto e pessoal.  

O MDB, por sua vez, ocupa o cargo de presidente ou vice-presidente da República desde a redemocratização, no final da década de 1980.

E, para continuar no poder em 2019, articula com antigos aliados como PSDB, DEM, PP, entre outros. E, também com ministros do STF. 

Desse modo, conseguiram trancafiar o principal líder oposicionista do país, Lula.

Sim, ele sofreu um processo que respeitou os trâmites legais que, estranhamente, foi mais célere do que em outros casos, como o do ex-governador mineiro Eduardo Azeredo.

Mas por acaso o Judiciário venezuelano não respeitou os seus trâmites legais ao prender liederanças da oposição?

Muitos podem contestar as prisões venezuelanas chamando-as de abusivas — mas e as prisões cautelares de mais de dois anos do juiz Sergio Moro, não o são?

Em resumo, é impressionante como os argumentos utilizados pela mídia para criticar o modus operandi de Maduro e companhia servem para o Brasil.

Afinal de contas, o que não pode lá, pode cá?

Porque, ironicamente, respeitando as especificidades de cada país, a situação do Brasil e da Venezuela são parecidas. A começar pelo cerceamento político de seus opositores.

Continuar Lendo

MUNDO

A vitória de Maduro demonstrou a força política do Chavismo

Publicado

em

Chavismo- eleições na venezuela
56 anos de emancipação

Agência Venezuelana de Notícias  – A vitória obtida pelo candidato da Frente Ampla da Pátria, Nicolás Maduro, nas eleições de domingo, 20 de maio, quando foi eleito Presidente da República para o período 2019-2015, com 68% dos votos válidos, representa a recuperação e A força do chavismo como força política, disse o chefe do Comando da Campanha Simón Bolívar, Jorge Rodríguez. 

“Não há dúvida de que o Chavismo recuperou a maioria e que esta maioria aumenta a cada dia, é uma maioria sólida, é uma maioria que não é violada nem com a guerra econômica nem com ações contra o povo”, ressaltou durante uma coletiva de imprensa realizada no Teatro Bolívar, em Caracas.

Ao analisar o feedback dos últimos três anos, lembrou como índices negativos evidenciados nas eleições parlamentares de 2015, quando perdeu para 56% dos votos, foi superado na nomeação eleitoral da Assembleia Nacional Constituinte (ANC) com 43% participação, e as eleições regionais e municipais, onde Chávez capitalizados 54% e 70%, respectivamente, do apoio popular. 

No caso das eleições presidenciais, a tendência continuou: Nicolas Maduro triplicou seu voto contra Henri Falcon, defendida pela Advanced Progressive (AP), Al Socialismo (MAS) e Movimento Copei, para superar 4 milhões de 721.698 votos.

“Ele ganhou 3,3 vezes, 3,3 vezes mais votos que recebemos, vencemos nos 23 estados da Venezuela, em Caracas e nos 335 municípios do país , ” ele acrescentou, notando que mesmo com a unificação dos candidatos da oposição, Maduro teria obtido 3 milhões de votos mais de 696.698 Falcon e Javier Bertucci, candidato para o círculo eleitoral esperança para a mudança. 

Rodriguez atribuído a mostra forte apoio popular para a consciência de venezuelanos que, a seu ver, perceber Chávez como “um modo de ser, uma forma de abordar os problemas da vida e de endereço”.

Somado a isso, a mensagem expressa através da urna refletiu a aspiração da maioria de retomar o diálogo político nos termos da Constituição, como propõe o Presidente da República, Nicolás Maduro. 

Por esta razão, a militância revolucionária consolidou “uma imensa vitória de proporções épicas na democracia venezuelana”, traduzida no triunfo “mais amplo” que um candidato presidencial capitalizou na história. 

Rodriguez ressaltou que a reeleição de Nicolás Maduro ocorreu com taxas de participação superiores às experimentadas em outros países latino-americanos, referindo-se principalmente aos casos da Colômbia e da Guatemala, onde os níveis históricos de participação não ultrapassam 45%.

O chefe do Comando da Campanha, Simón Bolívar, destacou que o dia da eleição deste domingo ensinou ao mundo uma lição e uma “mensagem que deve ser ouvida com atenção” por setores e governos de direita que continuam com manobras agressivas contra a Venezuela. 

“A cada voto, a Venezuela enviou uma mensagem de paz, concordância e respeito por um povo, a democracia da Venezuela é um exemplo para o mundo”, disse ele, afirmando que a vontade do povo deve ser respeitada e reconhecida. . 

Por outro lado, observou que com a execução do processo eleitoral número 23, realizado no contexto da Revolução Bolivariana, ficou evidente a transparência e efetividade do sistema eleitoral venezuelano. 

Continuar Lendo

AS MAIS LIDAS DA SEMANA

Copyright © 2017 Página Simões Filho