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Recado para Trump: Irã promete produzir armas se EUA deixarem acordo nuclear

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O presidente iraniano Hassan Rouhani alertou que os EUA irão se arrepender de sair do marco do acordo nuclear de 2015 e verão as consequências “em menos de uma semana”, caso siga adiante com a tão discutida retirada.

“O Irã não violará o acordo nuclear, mas se os EUA desistirem do acordo, certamente irão se arrepender”, disse Rouhani na segunda-feira, durante uma cerimônia que marca o 12º aniversário do Dia Nacional de Tecnologia Nuclear. Ele acrescentou que a resposta de Teerã “será mais forte do que eles imaginam e eles veriam isso em uma semana”.

O presidente dos EUA, Donald Trump, “tem grandes reivindicações e muitos altos e baixos em suas palavras e ações, e tenta há 15 meses quebrar o Plano de Ação Integral JCPOA”, afirmou Rouhani, acrescentando que o pacto histórico é tão forte que “não tenha sido abalado por tais terremotos”.

Acabar com o acordo prejudicaria a reputação internacional dos EUA, enquanto o Irã emergiria na opinião pública global como um ator responsável e cooperativo, avaliou o presidente iraniano. “Se eles se retirarem, isso significaria que eles não estão comprometidos com suas palavras”, acrescentou.

Rouhani enfatizou que o Irã não pode se dar ao luxo de desperdiçar seu tempo aumentando suas capacidades militares, dizendo: “nós produziremos todas as armas necessárias para defender nosso país em uma região tão volátil […] mas não usaremos nossas armas contra nossos vizinhos”.

Rouhani não é o único alto funcionário a alertar os EUA sobre o acordo nuclear. Na semana passada, Ali Akbar Salehi, chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, disse que “condições especiais surgirão” se Washington desistir do acordo. Se os líderes do Irã decidirem agir, haverá “uma surpresa especial para aqueles que saquearem o acordo”, continuou ele, conforme citado pela Press TV.

“Estamos procurando seriamente preservar nossos interesses e soberania nacionais, mas se os Estados Unidos se retirarem e a Europa e outras grandes potências se retirarem deste acordo, definitivamente faremos algo diferente”, acrescentou.

A advertência de Rouhani vem logo após os relatos de que o governo Trump está flutuando estratégias para sair do JCPOA, coloquialmente conhecido como “acordo nuclear com o Irã”, e impor novamente sanções a Teerã.

A Casa Branca estabeleceu o dia 12 de maio como o prazo final para o acordo ser renegociado, e Trump já ameaçou que Washington pode desistir do acordo se suas exigências para consertar suas “terríveis falhas” não forem cumpridas. Trump pediu especificamente a remoção das chamadas “cláusulas do pôr-do-sol”, que permitem ao Irã retomar gradualmente as atividades nucleares na próxima década.

Trump notoriamente descreveu o acordo como o “pior negócio já negociado” e repetidamente ameaçou descartá-lo. Os proponentes do acordo de 2015 dizem que se retirar agora, os EUA ficarão mais para trás na construção de laços duradouros com Teerã.

“Se nos afastarmos do que eles fizeram, serão 30 anos antes de outro presidente sentar-se com os iranianos para negociar”, disse o ex-secretário de Estado dos EUA, John Kerry, que ajudou a negociar o acordo, no Conselho de Assuntos Mundiais de Villanova. Universidade na semana passada. “Então estaremos no caminho certo, se algo der errado, de confronto”.

Adotado pelo Irã e pelas principais potências mundiais — a saber, China, França, Rússia, Reino Unido, Estados Unidos e Alemanha — o JCPOA estipula que Teerã deve reduzir em dois terços o número de suas centrífugas de enriquecimento de urânio, limitar o grau de enriquecimento abaixo do nível necessário para o material para armas, e reduzir seu estoque de urânio enriquecido em 98% por 15 anos.

Em troca, as sanções de uma década impostas a Teerã, relacionadas a alegações de um programa secreto de armas nucleares, foram suspensas. A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão internacional encarregado de monitorar a conduta do Irã como parte do acordo, diz que Teerã tem cumprido plenamente seu lado do acordo.

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Site alemão detona Sergio Moro, em série de reportagens

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O site alemão Nach Denk Seiten (Depois de pensar em páginas), que tem muito prestígio por suas análises críticas,  publica desde sábado uma série de reportagens sobre o ministro da Justiça Sergio Moro, e desconstrói a “farsa” do super herói. Dossiê Sergio Moro é o título da série.

No primeiro artigo, chama o ex-juiz de “carreirista” e lembra que, durante muito tempo, ele recebeu acima do teto constitucional e também justificou de maneira cínica o auxílio-moradia que recebia.

Moro disse que era uma compensação pela falta de aumento salarial.
“Na carreira de Sergio Moro, o combate à corrupção é um slogan que ele se aplica aos outros, não a ele”, registra o artigo, de autoria de Frederico Füllgraf.

O jornalista cita o Diário do Centro do Mundo e o GGN como referência a informações sobre a indústria da delação premiada (série de reportagens feita em parceria pelos dois sites).

Mais especificamente, a ligação de Moro e da mulher, Rosângela, com advogados acusados de intermediar acordos no âmbito da Lava Jato.
No primeiro artigo, ele não cita Carlos Zucolotto Júnior, mas a ligação a que se refere é esta, também a dois outros advogados, Marlus Arns e Antônio Figueiredo Basto.

Moro também é citado por uma situação de conflito de interesses, por investigar corrupção na “semi-estatal Petrobras”, e depois aceitar o convite para realizar palestra patrocinada pela empresa e por advogados que prestam serviço à empresa.

Era uma referência a dois eventos, realizados em Nova York no ano passado, um na Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos, em que recebeu o título de “Homen do Ano”, e outro promovido pela Lide, da família de João Doria.

O jornalista reconhece a popularidade de Moro no Brasil e no exterior.
“O juiz provincial brasileiro tem desfrutado de crescente popularidade nacional e internacional. No Google, seu nome ultrapassa 38 milhões de referências a links, mais da metade dos 70 milhões de Donald Trump e Vladimir Putin”, conta.

Os textos sobre o Dossiê Moro estão disponíveis desde sábado no site Nack Denk Seiten.

O primeiro artigo tem como título “A ascensão do carreirista a parteiro de Bolsonaro” (em tradução livre). Ou seja, sem Moro, não teria nascido Bolsonaro presidente.
Joaquim de Carvalho


No DCM

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Venezuelanos marcham em defesa da Revolução e da soberania

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Venezuelanos marcham em defesa da Revolução e da soberania

Prensa Latina – O Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV) convocou para hoje a uma marcha do povo revolucionário com a finalidade de defender a soberania do país sul-americano, especialmente das intenções golpistas da oposição de derrubar o processo bolivariano.
As forças populares se concentrarão em três pontos desta capital a partir de 9:00 horas para desfilar até a Praça O’leary, onde se encontraram com as principais autoridades governamentais, de acordo com informação fornecida pela diretora da organização política.

Com o desfile o Poder Popular respaldará a liderança do presidente da República, Nicolás Maduro, além de comemorar os 61 anos da queda da ditadura de Marcos Pérez Jiménez.

A respeito, a vice-presidenta executiva, Delcy Rodríguez, assegurou em coletiva de imprensa que ‘sairemos todos a defender a paz, a união nacional, em frente a uma campanha terrível de racismo e de xenofobia contra nossos venezuelanos’.

Por sua vez, o primeiro vice-presidente do PSUV, Diosdado Cabelo, destacou que os revolucionários sairão nesta quarta-feira, junto com diversos movimentos sociais, a defender a nação.

Reiterou que a marcha terá como objetivo proteger a pátria e a Revolução bolivariana, daqueles que agridem constantemente os ideais de liberdade e igualdade, bem como a soberania da nação.

Cabelo chamou o povo a mobilizar-se pelas ruas para ‘recordar ao mundo que a Venezuela ninguém a trai’.

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EXÉRCITO VENEZUELANO AVISA: NÃO ACEITARÁ PRESIDENTE IMPOSTO DE FORA PARA DENTRO

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Sputnik – O ministro da Defesa venezuelano, Vladimir Padrino, disse nesta quarta-feira (23) que os militares do país continuarão a defender a Constituição venezuelana e a soberania nacional e que não aceitarão um “presidente imposto”.

Pedrino usou o Twitter para dizer que os militares não irão aceitar “um presidente imposto nas sombras de interesses escusos nem proclamado à margem da lei”.

Sem citá-lo nominalmente, Pedrino se referiu a Juan Guaidó, opositor do governo Maduro e presidente da Assembleia Nacional que se autodeclarou presidente interino da Venezuela durante um protesto em Caracas.

A partir deste momento, os Estados Unidos, Brasil, Paraguai, Colômbia, Canadá, entre outros países, deram legitimidade a Guaidó. Desde o início da manhã de hoje, Caracas está tomada por protestos.

​Maduro fez um pronunciamento duro e cortou relações diplomáticas com os Estados Unidos.

El desespero y la intolerancia atentan contra la paz de la Nación. Los soldados de la Patria no aceptamos a un presidente impuesto a la sombra de oscuros intereses ni autoproclamado al margen de la Ley. La FANB defiende nuestra Constitución y es garante de la soberanía nacional.

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Brasil reconhece golpista Guaidó e deixa Venezuela à beira da guerra civil

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Blog do Esmael – O governo de extrema-direita de Jair Bolsonaro confirmou nesta tarde de quarta-feira (23) que reconhece oficialmente o deputado e presidente da Assembleia Nacional Juan Guaidó como presidente interino da Venezuela.

“O Brasil reconhece o Senhor Juan Guaidó como presidente encarregado da Venezuela. O Brasil apoiará política e economicamente o processo de transição para que a democracia e paz social voltem à Venezuela”, diz a nota do Itamaraty divulgada nesta tarde de quarta.

A decisão do governo Bolsonaro, juntamente com os EUA e Paraguai, rompe com a tradição da política externa brasileira de não ingerência nos assuntos internos de cada país e da busca de soluções pacíficas para os conflitos internos.

Em Davos (Suiça), o presidente da Colômbia, Iván Duque, também afirmou reconhecer a legitimidade de Guaidó.

A ingerência direta dos Estados Unidos e do chamado Grupo de Lima, integrado pelo Brasil, pode lançar o país numa guerra civil e provocar uma catástrofe humanitária sem precedentes no continente.

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URGENTE: CHEFE DO PARLAMENTO VENEZUELANO TENTA USURPAR PRESIDÊNCIA

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Em meio a enormes manifestações pelas ruas da Venezuela, o presidente da Assembleia Nacional (AN) venezuelana, Juan Guaidó, acaba de se declarar “presidente encarregado”.

“Aqui não existe nada paralelo, o exercício do poder é aqui”, declarou.

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CARRO FICA AMASSADO E BICICLETA SAI INTACTA DEPOIS COLIDIREM DE FRENTE

O ciclista, que pedalava na contramão, bateu de frente com um veículo, e a foto viralizou

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CARRO FICA AMASSADO E BICICLETA SAI INTACTA DEPOIS COLIDIREM DE FRENTE

Insto é incrível! Diria Silvio Santos.

O caso aconteceu no dia 09 de janeiro deste ano.

Um acidente bizarro na China, envolvendo um carro e uma bicicleta, terminou de forma meio inusitada: o carro teve o pára-choque dianteiro amassado, enquanto a bicicleta parece ter ficado intacta.

A foto (acima) viralizou, e teve gente dizendo até que se tratava de “fake news”. O acidente, no entanto, teria ocorrido em Shenzen, sul da China, e provavelmente era o ciclista que pedalava na contramão, informou o site khaleejtimes.com.

Segundo o mesmo site, a polícia informou que a foto não foi editada. E no vídeo, feito logo após o acidente, mostra as pessoas incrédulas – talvez tentando descobrir a marca dessa bicicleta inquebrável.

Este poderia ser mais um episódio do programa “Isto é Incrível”. Mas a melhor notícia é que ninguém — tanto motorista quanto ciclista — se feriu gravemente no acidente.





Publicado no Portal Terra

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