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TWB defende operação econômica dos ferries.

TWB defende operação econômica dos ferries. 24 de setembro de 2011Leave a comment

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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De acordo com o diretor, os ferries Ivete Sangalo e Ana Nery são dotados de quatro motores e não dois, como as embarcações convencionais.

Poucos sabem, mas a capacidade real dos fast ferries Ivete Sangalo e Ana Nery seria de concluir a travessia São Joaquim – Bom Despacho com até 22 minutos a menos. Isso não acontece, no entanto, por uma questão de economia e segurança, que é permitida, principalmente, em função da baixa temporada, quando a demanda não é tão grande quanto nas épocas consideradas de pico.

Em entrevista à Tribuna,  o diretor-superintendente da TWB, Reinaldo Santos, explicou que essa condição permite que a concessionária não necessite operar em velocidade máxima para atender bem aos usuários, ao mesmo tempo em que garante um equilíbrio do sistema de transporte.

De acordo com o diretor, os ferries Ivete Sangalo e Ana Nery são dotados de quatro motores e não dois, como as embarcações convencionais. Além de mais modernos, os equipamentos são mais econômicos e permitem uma maior eficiência hidrodinâmica.

“Com esse sistema de quatro motores, do ponto de vista operacional, temos as vantagens de mais segurança e poder operar de duas formas, com máxima economia ou máxima performance. Com o aumento da demanda, em vez que colocar mais ferries para funcionar – o que não seria viável nos períodos de baixa temporada – eu simplesmente acelero o ferry que já tenho disponível, e isso equivale do ponto de vista de disponibilidade de vagas para passageiros”, explicou o diretor.

Com o recurso da máxima potência, os fast ferries podem concluir a viagem entre Salvador e a Ilha de Itaparica em até 23 minutos, tempo mínimo já realizado. A TWB defende que os 45 minutos em que operam com máxima economia, atende bem a demanda já que, as demais embarcações, realizam a viagem em cerca de 60 minutos.

“Os momentos de pico são muito pequenos, apenas três ou quatro durante o ano e manter uma embarcação parada nos demais períodos é muito caro. Se você opera um sistema que é caro, gasta muito e gera grande consumo, isso, a longo prazo, vai trazer ônus para o usuário, para a sociedade, para o governo e não é interessante para ninguém”, ressaltou Reinaldo Santos.

Fonte: tribunadabahia.com.br

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