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UM DEPUTADO DE SIMÕES FILHO, UM EXÉRCITO DE UM HOMEM SÓ

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“…Em livros de história seremos a memória dos dias que virão…(se é que eles virão).”   Engenheiros do Hawaii – Exército de um homem só

 

É Hora de falarmos sobre a eleição de um deputado estadual, filho de Simões Filho, em 2018.

É unanime o entendimento de que a cidade precisa eleger um deputado estadual nas próximas eleições.

A pergunta que surge com esse entendimento geral é: Por que?

É bem provável que a maioria dos eleitores não saberia explicar qual a função de um deputado estadual.

E é mais provável ainda, que não saiba quantos deputados a Bahia tem.

E não é exagero dizer, que a grande maioria dos eleitores simõesfilhenses não lembra em quem votou para a assembleia legislativa, nas últimas eleições.

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Se o amigo navegante concorda com esses pontos, então, deve estar se perguntando, de onde vem a certeza de que Simões Filho precisa eleger um deputado estadual?

Seria essa certeza, alimentada pelo exemplo de outras cidades circunvizinhas, que já conseguiram eleger representantes para a assembleia legislativa do estado, causando assim, um sentimento de inveja na classe política local?

Ou seria um entendimento de que um deputado estadual, eleito como representante de Simões Filho, faria grande diferença na forma como o governo do estado destina recursos e políticas públicas para a cidade?

Alguns afirmam ser fundamental, o município eleger um deputado estadual, filho da terra, ou pelo menos, alguém que tenha sua história de vida, profissional e pessoal, escrita no município e resumem essa afirmação com a expressão:  um deputado filho da terra.

Caso esse entendimento ganhe força, e em 2018, o município finalmente tenha seu filho da terra eleito deputado estadual, como ele irá se relacionar com o próximo governador e com a atual gestão municipal?

Há duas possibilidades reais, de eleição de um deputado filho da terra, uma para cada um dos dois principais grupos políticos da cidade, um liderado pelo atual prefeito Diógenes Tolentino – Dinha e o outro, pelo seu adversário, o ex-prefeito Eduardo Alencar.

Para representar o grupo do prefeito Dinha na futura disputa, ainda não há um nome definido, mas a principal aposta para muitos, é o nome da primeira dama e vereadora, Kátia Cerqueira.

No grupo do ex-prefeito Eduardo Alencar, já é dado como certo que o próprio ex-prefeito irá disputar uma das cadeiras.

Levando em conta que somente um deles consiga vencer o pleito, qual deles seria mais habilidoso nas articulações entre governo do estado e gestão municipal, se tornando assim, a melhor escolha pelos eleitores?

Qual deles estaria em melhor sintonia com os anseios do povo e a celeridade necessária para que esses desejos sejam atendidos?

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Definida a vereadora Kátia Cerqueira como representante do grupo Dinha, e uma vez eleita, teria ela sucesso nas articulações e a atenção necessária por parte do governador do estado, caso seja reeleito o atual governador Rui Costa?

E como se sairia a, no caso, deputada Katia Cerqueira, caso o principal opositor do atual governador Rui Costa, ACM Neto, saísse vencedor na corrida para o governo do estado?

E se ao invés da vereadora Kátia Cerqueira, saísse vencedor, o ex-prefeito Eduardo Alencar?

Estaria o mesmo, disposto a proporcionar articulações entre o prefeito Dinha e o governador do estado, nesse exemplo, sendo Rui Costa, reeleito?

E caso ACM Neto vença, teria o então deputado Eduardo Alencar, espaço para articular, buscar recursos e cobrar ações do governo do estado, para município?

Com os dois exemplos acima, nota-se que a melhor solução, talvez improvável, seria a eleição de dois um de cada grupo e não apenas de um único deputado filho da terra.

Qualquer que seja o resultado das urnas em 2018, é provável que a cidade de Simões Filho terá como representante na assembleia legislativa, um exército de um homem só.

Talvez, tenhamos que esperar pelo menos mais dois anos e meio, para sabermos qual o valor de um deputado filho da terra.

Em tempo;

Exército é o termo que designa uma unidade militar composta por centenas ou milhares de soldados, destinados a fazer a guerra em terra.

A expressão, exército de um homem só, é utilizada para retratar a batalha de indivíduos solitários que partem para uma guerra, onde a derrota é praticamente uma certeza.

Atualmente, a Bahia tem 63 deputados que representam as várias regiões do estado.

 

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

Eleições

GOLPE ANUNCIADO: SABENDO QUE NÃO GANHA NAS URNAS, BOLSONARO FAZ CHANTAGEM

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Bolsonaro faz chantage, com eleitor

Para quem anda imaginando uma solução democrática para o Brasil através das urnas, com o voto popular, é melhor se preparar para um golpe militar logo após o resultado final das eleições para presidente em 2018.

Acha que não?

Basta ouvir com bastante cuidado o que disse o candidato Jair Bolsonaro em uma live feita do hospital, insinuando fraude eleitoral do PT, o que é um absurdo sem fim, sem nenhuma lógica, uma vez que a guerra judicial para tirar o PT e o maior líder popular das eleições, atropela a Constituição e até a Declaração Universal dos Direitos Humanos.

Nesse ponto não precisa dizer que estamos sendo governados por um governo que tomou o poder através de um golpe apoiado pelo Sr Jair Bolsonaro.

É preocupante.

O que se prepara é o TERROR em caso de derrota.

O caso lembra as eleições de 2014 em que Aécio Neves, ao saber do resultado das urnas, pediu recontagem de votos insinuando fraude. Deu no que deu.

Bolsonaro prepara o tereno para questionar as eleições — algo típico de milicos não acostumados com a democracia.

As declarações do general Villas Bôas é outro sinal de que poderemos sofre um golpe militar em 2019.

A frágil democracia do país já poderia ter sua ruptura total com esse cidadão na presidência.

Não satisfeito, ele faz uma CHANTAGEM caso perca.

Os demais candidatos devem repudiar essa declaração e pedir TSE que investigue a fala irresponsável.

Raquel Dodge vai assistir calada essas acusações?

É golpe antecipado, ameaça de jogar o Brasil no caos.

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VÍDEO – assista nova propaganda do PT: Lula é Haddad 13

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Brasil

TSE TIRA LULA POR 6 VOTOS A 1; DEFESA RECORRE

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O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu no início da madrugada deste sábado (1.set.2018) que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não poderá ser candidato ao Palácio do Planalto neste ano. A decisão foi tomada por 6 votos a 1 e proclamada à 1h02min. O julgamento durou aproximadamente 8 horas.

Lula está fora por causa da Lei da Ficha Limpa, que impede candidaturas de quem já foi condenado em duas Instâncias da Justiça.

O ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, leu a deliberação, que determina a retirada do nome do candidato da urna eletrônica.

EFEITOS PRÁTICOS

Em resumo, os efeitos práticos imediatos da decisão do TSE são os seguintes:

  • Lula barrado – ex-presidente não pode mais ser candidato;
  • Lula fora da TV e do rádio – o petista não pode mais participar como candidato a presidente da propaganda da coligação “O Povo Feliz de Novo” (PT, PC do B ePros). Imagens suas podem aparecer em, pelo menos, 25% do tempo dos comerciais petistas;
  • Lula não pode participar de atos de campanha – Barroso disse que a Lula é “vedada a prática de atos de campanha”;
  • Lula fora da urna eletrônica – “determino a reiterada do nome do candidato da urna eletrônica“, sentenciou Barroso ao final quando leu o resultado do julgamento;
  • PT poderá continuar a fazer propaganda eleitoral – coligação terá o direito de usar o tempo de rádio e de TV, mas sem apresentar Lula como candidato a presidente;
  • 10 dias para novo candidato – está facultada à coligação”O Povo Feliz de Novo” indicar novo candidato a presidente nesse prazo, que começa a contar a partir de amanhã, domingo (2.set.2018).

CONFUSÃO SOBRE TV E RÁDIO

A decisão final do julgamento acabou atrasando porque os ministros ficaram em dúvida sobre como fazer a respeito do horário eleitoral destinado à campanha presidencial do PT e de seus aliados na coligação “O Povo Feliz de Novo”.

Primeiro, o ministro Barroso recomendou que nada pudesse ser veiculado enquanto os partidos não apresentassem 1 novo nome para ser o candidato a presidente.

O advogado do PT então pediu a palavra e questionou. Argumentou quem em 2014 ocorreu a morte do então candidato do PSB a presidente, Eduardo Campos, e o partido continuou a usar a TV até que fosse nomeado 1 substituto –que acabou sendo Marina Silva.

O PT disse que respeitaria a decisão do TSE e retiraria Lula das propagandas, mas que teria o direito de usar o horário eleitoral.

Os ministros quase aceitaram a argumentação petista até que foi à tribuna a advogada do Novo, 1 dos partidos que questionou a candidatura de Lula. O Novo sustentou que a Lei Eleitoral agora obriga que 75% do tempo da propaganda na TV e no rádio sejam usados pelo candidato. Como não haveria candidato, isso seria impossível.

Os 7 ministros do TSE não estavam preparados para essa situação.

Já passava de 1h da madrugada do sábado. A presidente do TSE, Rosa Weber, resolveu sugerir que os 7 ministros se retirassem para deliberar em privado a respeito. Pouco antes das 2h da manhã, voltaram ao plenário para proclamar a decisão definitiva.

Além de declarar que Lula estava sendo considerado inelegível, Rosa Weber leu o resultado reformulado parte do julgamento: “Determina-se a retirada do nome do candidato da urna eletrônica; fica vedada a prática de atos de campanha presidencial pelo candidato cujo registro vem de ser indeferido“. Não houve mais menção à retirada do tempo de rádio e de TV da coligação lulista.

Ou seja, a coligação “O Povo Feliz de Novo” poderá seguir fazendo propaganda eleitoral, mas sem Lula. Ocorre que não ficou claro como resolver o problema de neste momento inexistir formalmente 1 candidato a presidente que teria de ocupar 75% do tempo, pelo menos.

O advogado do PT sustentou que esses 75% do tempo devem ser usados pelo candidato a presidente ou a vice-presidente, no caso, Fernando Haddad. Como os ministros do TSE nada contraditaram, esse deve ser o procedimento nos comerciais do PT.

Não não há na Justiça Eleitoral nada definido sobe o que significa exatamente o candidato a presidente ocupar 75% do tempo da propaganda. Por exemplo, é incerto se o TSE aceitará que o candidato apenas narre o comercial e imagens de outras pessoas ou lugares apareçam na tela. Essa pode ser uma saída para o PT: Fernando Haddad faz a narração e as imagens podem mostrar Lula apenas como 1 apoiador da coligação.

VOTOS DOS MINISTROS

Votou pelo deferimento da candidatura de Lula apenas o ministro Edson Fachin. Os votos contra a candidatura do petista foram os seguintes:

  • Luís Roberto Barroso;
  • Jorge Mussi;
  • Og Fernandes;
  • Admar Gonzaga;
  • Tarcísio Vieira;
  • Rosa Weber (presidente do TSE).

Com a decisão, Lula não poderá continuar a fazer campanha para presidente. Ele continua preso em Curitiba (PR), onde cumpre pena de 12 anos e 1 mês após condenação pela Lava Jato pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção passiva.

A chapa é composta por Lula como candidato a presidente e Fernando Haddad (PT) como vice. A postulação de Haddad foi aceita pelo TSE.

Há indicação de que o ex-prefeito de São Paulo será promovido à cabeça de chapa e que a deputada estadual Manuela D’ávila (PC do B-RS) ocupe a vaga de vice.

A sessão teve início às 14h30min e também julgou as candidaturas de Geraldo Alckmin (PSDB) e José Maria Eymael (DC), ambas aprovadas.

O julgamento de Lula começou às 17h30min. Os primeiros a discursar foram os advogados do partido Novo (do candidato a presidente João Amoêdo), da coligação Brasil Acima de Tudo e Deus Acima de Todos (PSL e PRTB), de Jair Bolsonaro, e a procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, que impugnaram a candidatura do petista. Depois a defesa do ex-presidente se manifestou na tribuna.

Em seu relatório, Barroso recomendou que fosse negado o registro de Lula como candidato.

“Somente o TRF4 [Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região]poderia suspender a inelegibilidade. Embora essa providência tenha sido requerida pelo condenado, não houve suspensão liminar. A lei é inadvertidamente clara e consagra a inelegibilidade pelo crime contra administração pública e lavagem de dinheiro”, disse durante o seu voto.

O ministro Edson Fachin acatou pedido da defesa de Lula e recomendou o adiamento do julgamento por 5 dias, mas o pedido foi rejeitado pelo colegiado.

Barroso também rejeitou a medida pedida pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU para que Lula fosse mantido na disputa pela Presidência da República.

“É órgão administrativo [o comitê da ONU], sem competência jurisdicional, não tem efeito vinculante. O protocolo não foi incorporado ao ordenamento jurídico interno brasileiro. [O Comitê de Direitos Humanos] não é integrado por países, mas por peritos. As decisões tem caráter de recomendação”, afirmou Barroso.

COMO VOTOU CADA MINISTRO

Leia 1 resumo do voto de cada ministro do TSE:

    • Edson Fachin – “Eu entendo que o candidato requerente inelegível por força a Lei da Ficha Limpa obtenha, por meio da recomendação da Comissão Direitos Humanos da ONU, o direito de paralisar a eficácia da decisão que nega o registro de sua candidatura”;
    • Jorge Mussi – afirmou que a Lei da Ficha Limpa torna candidatos que tenham sido condenados em decisão de tribunal colegiado inelegíveis. Em seu voto, o ministro reiterou a inelegibilidade de Lula para se candidatar à Presidência nas eleições de 2018;
    • Og Fernandes – a recomendação do Comitê de Direitos Humanos da ONU para autorizar a candidatura de Lula “não tem força normativa suficiente”;
    • Admar Gonzaga – após preenchidos todos os requisitos da inelegibilidade, por si só já se constitui o indeferimento do registro de candidatura;
    • Tarcísio Vieira – disse que não compete à Justiça Eleitoral decidir pela “soltura de candidatos segregados de sua liberdade”;
    • Rosa Weber – concordou com maioria do TSE. Segundo ela, a recomendação do Comitê de Direitos humanos da ONU sobre a candidatura de Lula não precisa obrigatoriamente ser cumprida.

A defesa de Lula deve recorrer da decisão ao STF (Supremo Tribunal

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