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Condenado por estupro, Robinho reclama: ‘Infelizmente, existe esse movimento feminista’

Em entrevista, atacante diz que “não se lembra de tudo” o que aconteceu na boate italiana

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Metro1 – Condenado em primeira instância a nove anos de prisão por violência sexual de grupo contra uma jovem de origem albanesa, Robinho comentou a situação nesta sexta-feira (16), após anunciar a suspensão do contrato com o Santos. As informações são do UOL.

Robinho afirmou que não se lembra de tudo o que aconteceu na madrugada de 22 de janeiro de 2013, mas negou ter tido relação sexual com a jovem e disse que houve consentimento dela até o momento em que ele teria deixado a cena. 

“Não tive relação sexual com ela, não. A gente teve relação entre homem e mulher, relações que homem tem com a mulher, mas não chegou a ter nenhuma relação sexual, nenhuma penetração, nada disso”, disse. “Quando eu saí, os garotos continuaram lá com consentimento dela. Se eles fizeram alguma coisa com ela, não posso falar por eles. Eu sei o que eu fiz e com consentimento dela, entendeu?”, completou.

Durante a entrevista, jogador alega que “faltou contexto” em trechos da sentença mostrados em reportagem do Globo Esporte e criticou o movimento feminista.

“Infelizmente, existe esse movimento feminista. Muitas mulheres às vezes não são nem mulheres, para falar o português claro. E se levantam contra porque coisas que homens”, disse.

O fato aconteceu numa boate de Milão no dia 22 de janeiro de 2013. Além de Robinho, outros cinco brasileiros teriam participado do ato classificado pela Procuradoria de Milão como violência sexual. Ao ser interrogado, em 2014, Robinho negou a acusação. Ele admitiu que manteve relação sexual com a vítima, mas disse que foi uma relação consensual de sexo oral.

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