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Saúde

CORONAVÍRUS EM SIMÕES FILHO: É PRECISO SE PREPARAR PARA O PIOR

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Rua s Wuhan, epicentro do coronavírus na China

O mundo vive o início de uma pandemia.

Deu no New York Times: OMS admite que ameaça de pandemia é real.

No dicionário, pandemia significa: enfermidade epidêmica amplamente disseminada.

As imagens que nos chegam, a todo momento, da China e de outros países já afetados pelo CORONAVÍRUS, são de ruas desertas, comércios fechados e população confinada em suas casas.

No Brasil, o que se ouve, principalmente do governo federal, é que não há motivos para pânico e que as pessoas só devem procurar assistência médica caso tenham certeza de que estão infectadas.

Essa mensagem soa como uma forma de evitar uma procura em massa por consulta médica em todo o sistema de saúde do país.

Fato é que o CORONAVÍRUS já está entre nós.

Os primeiros infectados estão em Feira de Santana e Camaçari.

Para que chegue em Simões Filho é questão de tempo.

Não é hora de discutir, politicamente, as condições do sistema de saúde da cidade. Caso contrário, iremos entrar em pânico antes da hora.

No entanto, não seria nada precipitado, se a gestão municipal elaborasse e apresentasse à população um plano de emergência para lidar com a chegada do vírus em nossa cidade, principalmente nas escolas.

Precisamos lembrar que temos um grande número de escolas, públicas e particulares e uma quantidade imensa de jovens que serão expostos ao vírus, do qual pouco sabemos sobre contágio, diagnósticos e possíveis sequelas. O ano letivo poderá ser perdido, caso não se tenha um planejamento.

Precisamos ficar atentos ao que ainda não é dito sobre o coronavírus.

Hoje, 09 de março de 2020, o mundo viveu um “dia de cão” nos mercados financeiros. A pandemia do coronavirus é um dos principais fatores.

Na tarde de hoje, o primeiro-ministro da Itália, Giuseppe Conte anunciou que toda a população daquele país está em quarentena e todas as reuniões públicas estão proibidas.

Por conta das eleições deste ano, estão sendo e serão realizados inúmeras reuniões e aglomerações de pessoas gritando os nomes dos seus candidatos.

A quem caberá as medidas de precauções para evitar que tenhamos um cenário nunca enfrentado pelo sistema de saúde do município?

Simões Filho precisa se preparar para o pior dos cenários nas áreas de saúde e educação.

Ou não! A outra opção é continuar focado nas próximas eleição, quem quiser que se cuide.

Aos aliados do Bolsonaro: temos que ver isso aí, “talkei”.