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Política

Defesa de Dirceu abre argumentação dos réus do mensalão nesta segunda

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38 são acusados de esquema de compra de votos para beneficiar governo.
Na sexta, procurador disse que mensalão ‘maculou gravemente República’.

Os advogados dos réus do processo do mensalão começam nesta segunda-feira (6) a apresentar argumentos em defesa de seus clientes. A terceira sessão do maior julgamento da história do Supremo Tribunal Federal (STF) começa às 14h.

Quem abrirá o dia, considerando a ordem prevista pela presidência do Supremo, será o advogado do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, primeiro réu na denúncia do Ministério Público Federal.

Até setembro, os ministros do STF decidirão se condenam ou absolvem os 38 acusados de envolvimento em esquema de pagamento de propina em troca de apoio ao governo no Congresso.

Cada defensor terá uma hora para a sustentação oral, que deverá rebater as acusações feitas pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel.

As sustentações orais seguirão a ordem da denúncia da Procuradoria Geral da República (PGR). A expectativa é de que as manifestações dos defensores se estendam por, pelo menos, oito sessões.

Acusações e defesa
Estão agendadas para esta tarde as defesas de José Dirceu, do ex-presidente do PT José Genoíno e do ex-tesoureiro petista Delúbio Soares. O trio é acusado pela PGR de integrar o núcleo político do escândalo de corrupção.

Também devem se manifestar os defensores de Marcos Valério Fernandes de Souza e Ramon Hollerbach, suspeitos de operar o mensalão, ou seja, de obter recursos que financiaram o suposto esquema.

O primeiro a testar a retórica diante dos 11 ministros da Suprema Corte será o advogado José Luís de Oliveira Lima, defensor de José Dirceu. Cassado pela Câmara dos Deputados em 2005 por conta das denúncias, o ex-chefe da Casa Civil é apontado pelo Ministério Público como o “líder da quadrilha”.

Na visão do MP, o ex-ministro teria estabelecido, ao lado de correligionários, “um engenhoso esquema de desvio de recursos de órgãos públicos e de empresas estatais”.

“O objetivo era negociar apoio político ao governo no Congresso Nacional, pagar dívidas pretéritas, custear gastos de campanha e outras despesas do PT”, ressaltou Gurgel em suas alegações finais.

Em entrevista ao G1, o advogado de Dirceu classificou como “ficção” a denúncia do mensalão. Segundo Oliveira Lima, não haveria nenhuma prova, documento ou depoimento que embasasse as alegações do Ministério Público.

Em meios às 162 páginas da defesa final entregue ao STF, Oliveira Lima, que já atuou na defesa dos banqueiros Daniel Dantas e Salvatore Cacciola, alegou que o pedido de condenação contra Dirceu estaria baseado, exclusivamente, no apelo à “exemplaridade”. “Pretendendo o encarceramento de um cidadão mesmo diante de provas concretas que atestam a sua inocência”, enfatizou.

Na linha de frente da defesa de José Genoíno, o advogado Luiz Fernando Pacheco será o segundo a realizar a sustentação oral no plenário do STF.

Pacheco afirmou em julho ao G1 que seu cliente era apenas responsável pela “articulação política” do PT. De acordo com o defensor, as “questões financeiras” da legenda, à época em que teria ocorrido o mensalão, ficavam a cargo do então tesoureiro do PT, Delúbio Soares. “Nós acreditamos que o mensalão não existiu. O que houve foram acertos entre as coligações partidárias”, destacou Pacheco.

Entre as 115 laudas das alegações finais do ex-presidente do PT, os defensores questionaram a competência do Supremo para julgá-lo, na medida em que ele perdeu o foro privilegiado ao deixar de ser deputado federal, em 2011.

O tema foi levantado pelo ex-ministro Marcio Thomaz Bastos, advogado de um dos 38 réus do mensalão, no primeiro dia de julgamento do caso. No entanto, por nove votos a dois, a Corte concluiu estar apta a analisar os processos ajuizados contra os acusados que não possuem a prerrogativa de foro.

Aos 62 anos, o criminalista Arnaldo Malheiros Filho capitaneia a defesa de Delúbio Soares, classificado pelo procurador-geral como “o principal elo” entre o núcleo político o publicitário-financeiro. A PGR pede a condenação do ex-dirigente petista pelos crimes de corrupção ativa e formação de quadrilha.

Em contraste com outros colegas, o advogado que já teve como cliente o ex-ministro Antônio Palocci, assegura que não pretende “atacar” o procurador-geral da República. Na última sexta (3), Malheiros Filho disse que a estratégia seria “um tiro no pé”.

Responsável pela defesa de Marcos Valério, descrito na denúncia como operador do esquema de corrupção, o mineiro Marcelo Leonardo deve ser o penúltimo defensor do dia a argumentar pela inocência de seu cliente. O sócio das agências de publicidade DNA, Graffiti e SMP&B é acusado de ter cometido cinco crimes: corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato.

Auxiliado por quatro advogados, Marcelo Leonardo tentará sustentar que o mensalão “não existiu”. Nas alegações finais, o defensor argumentou que a Procuradoria teria dado “uma exagerada dimensão” a Marcos Valério.

“A classe política que compunha a base de sustentação do governo Lula (…) deslocou o foco da mídia das investigações dos protagonistas políticos [presidente Lula, seus ministros, dirigentes do PT e partidos da base aliada e deputados federais] para o empresário Marcos Valério, dando-lhe uma dimensão que não tinha e não teve nos fatos objeto desta ação penal”, rebateu o defensor no documento disponibilizado aos magistrados.

Professor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o advogado Hermes Vilchez Guerrero deve fechar o primeiro dia de manifestação das defesas. Ele é o defensor de Ramon Hollerbach, sócio de Marcos Valério acusado pelo Ministério Público de ter participado da negociação dos empréstimos fraudulentos e nos desvios de contratos públicos com o Banco do Brasil e a Câmara dos Deputados. De acordo com a denúncia, Hollerbach também teria ordenado pagamentos no exterior para o marqueteiro Duda Mendonça.

Ao longo das 51 páginas de alegações finais, a equipe comandada por Guerrero tentou convencer os ministros do Supremo de que não haveria na denúncia da PGR “nenhum fato concreto” que possa ser imputado e que permita a decretação de uma decisão condenatória. Para Gurgel, o sócio de Marcos Valério teria praticado os crimes de corrupção ativa, evasão de divisas, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e peculato.

‘Maculou gravemente a República’
Após quase cinco horas de argumentação nesta sexta (3), Gurgel afirmou que o caso“maculou gravemente a República”. Ele pediu ao Supremo Tribunal Federal a condenação de 36 dos 38 réus do processo e requereu a expedição dos mandados de prisão “cabíveis” assim que o julgamento terminar.

José Dirceu
O
 advogado José Luís Mendes de Oliveira Lima classifica como “ficção” a denúncia do mensalão. “Essa afirmação nada mais é do que uma uma ficção feita pelo Ministério Público,que em momento algum comprovou as suas afirmações. […] Não é verdade a afirmação feita pelo Ministério Público da suposta existência do mensalão. Não há nos autos nenhuma prova, nenhum documento, nenhum depoimento neste sentido. O que há nos autos é exatamente o contrário. Todas as testemunhas que foram ouvidas durante a ação penal 470 desmentem categoricamente a afirmação feita pelo ex-deputado Roberto Jefferson que foi cassado porque mentiu.” 

José Genoíno
O advogado Luis Fernando Pacheco afirma que ele só era responsável pela “articulação política” do PT e que “questões financeiras” ficavam somente a cargo do então tesoureiro do partido, Delúbio Soares. “Nós acreditamos que o mensalão não existiu. O que houve foi acertos entre as coligações partidárias. […] O Genoino, que é uma pessoa muito boa, na minha avaliação pessoal, se tornou uma pessoa mais amargurada. É um homem que não tem uma história de vida pobre, um homem que optou pela luta armada, viveu no Araguaia como camponês, foi preso, torturado. Ele venceu na vida pública, na defesa de seus ideais, e na defesa constante do que ele achava que era melhor para o país. De repente, ele foi tolhido por uma acusação leviana do Roberto Jefferson, que não é uma pessoa de fala coerente, que muda versões conforme o sabor do momento. Ele se tornou uma pessoa mais amargurada e triste por isso.”

Delúbio Soares
O advogado Arnaldo Malheiros Filho afirma que o cliente não aceita assumir responsabilidade pelo que não fez. “A acusação não aponta uma única pessoa que tenha recebido o dinheiro mais de uma vez. Quem criou esse termo foi o Roberto Jefferson [ex-deputado, presidente nacional do PTB e um dos réus no julgamento do mensalão]. Na sua defesa final, escrita, fala que o termo foi retórico e não fato. […] Desde o seu primeiro depoimento na CPI dos Correios, há sete anos, o Delúbio assume o uso de recursos não contabilizados, repassados para os partidos da base aliada, cumprindo determinação da executiva nacional do PT. Ele assume a responsabilidade por tudo que fez, mas não aceita ser acusado pelo que não fez. Ele acredita que, para demonstrar inocência, não é necessário acusar ninguém, até porque o caráter dele impede que o dedo endureça.”

Marcos Valério
O advogado Marcelo Leonardo afirmou que o “fato não existiu”. “A denúncia é improcedente, pois o Ministério Público Federal não conseguiu demonstrar as acusações contidas na denúncia. O procurador-geral não conseguiu provar que o Marcos Valério criou o esquema.”

Ramon Hollerbach
O advogado Estevão Ferreira de Melo afirmou que o procurador-geral não especifica a acusação feita ao seu cliente. “Ele [procurador-geral] não individualiza, ele não explica. Então para tentar atribuir alguma culpa ao Ramon ele o trata como ‘Núcleo Marcos Valério’. […] Eu não vi mensalão na prova dos autos. Eu não posso afirmar. Quanto ao Ramon, não existe prova que direcione o nome do Ramon às imputações feitas na denúncia

Kátia Rabello
O advogado Theodomiro Dias Neto disse que há “fragilidades” nas acusações. “A acusação contra os executivos do Rural padece de uma série de fragilidades técnicas. Nossa expectativa é de que o Supremo saberá julgar de forma técnica e isenta, absolvendo Kátia Rabello e os demais administradores do Rural”.

José Roberto Salgado
Em entrevista por e-mail, o escritório de advocacia do ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos, que o representa, falou sobre o julgamento. “As acusações formuladas contra ele e os demais executivos do Banco Rural dizem respeito somente à regularidade e ao cumprimento de procedimentos bancários que, como vem sendo demonstrado à Justiça, foram realizados de acordo com as normas vigentes à época dos fatos”

João Paulo Cunha
O advogado Alberto Zacharias Toron classifica de “invenção” as acusações contra seu cliente. “A ideia de corrupção é uma invenção, tanto mais quando demonstramos que ele recebeu esse dinheiro encaminhado pelo Delúbio Soares, tesoureiro do PT, e gastou em pesquisas eleitorais.

Luiz Gushiken
A defesa de Luiz Gushiken disse confiar “piamente” na absolvição. O advogado José Roberto Leal de Carvalho disse que as acusações são “infundadas” e causaram um “mal terrível” ao seu cliente. “Um inocente responder a um processo dessa natureza é terrível. (…) Ele é uma pessoa que ficou muito marcada com essa acusação infundada. Imagine você sendo acusada de um crime do qual você não participou. É terrível.”

Pedro Corrêa
O advogado Marcelo Leal disse que “nada disso” do que seu cliente é acusado ocorreu. Ele admite que o assessor de Corrêa recebeu o dinheiro, mas que era um repasse do PT para pagar advogado de um ex-deputado federal do PP do Acre e não para orientasse o partido a votar com o governo, como diz a denúncia. “Para a defesa de Pedro Corrêa, o mensalão não existiu, ou, se existiu, não envolveu a ele ou ao Partido Progressista.”

Pedro Henry
O advogado José Antonio Duarte Álvares diz que jamais foi comprovado o nexo entre recebimento de dinheiro pelo PP e o apoio político da legenda nas votações do Congresso. De acordo com a defesa do parlamentar, ele só tratava de “negociações políticas”, e não tinha conhecimento da origem do dinheiro recebido pela legenda. “Ele não tratava de assuntos financeiros. Não tinha qualquer tipo de ligação com assuntos financeiros”, afirmou o advogado.

Valdemar Costa Neto e Bispo Rodrigues
O advogado Marcelo Luiz Ávila de Bessa afirmou ter “convicção” na absolvição dos clientes. “Com relação a eles a ação deve ser julgada improcedente. É a convicção que tenho. […] Tenho certeza de que as eventuais pressões não irão influir no resultado do julgamento.

Roberto Jefferson
O advogado Luiz Francisco Corrêa Barbosa pretende questionar no púlpito do plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) por qual motivo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva não integra o rol de denunciados. “Vou chamar o procurador-geral da República para a briga. Lula não poderia ter ficado de fora (da denúncia da PGR), mas ele tem vários zagueiros eficientes.

Anderson Adauto
O advogado Roberto Pagliuso negou que o cliente tivesse conhecimento de esquema de compra de votos. “Como integrante do governo, jamais soube da existência de qualquer atividade ligada à compra de votos de parlamentares. Pela percepção que tem, o mensalão jamais existiu. […] Anderson Adauto está convicto que será absolvido porque não praticou ilícito penal.”

Duda Mendonça
O advogado Luciano Feldens disse que “para a defesa de Duda é indiferente o fato de ter, ou não, existido o ‘mensalão”. Segundo Feldens, “nos termos em que foi colocada a denúncia, o mensalão consistiria na conjunção dos seguintes fatores: (a) repasse de valores a agentes públicos, (b) por meio de uma ‘sofisticada organização criminosa’, (c) através de intermediários (d) no objetivo de garantir apoio político ao governo no Congresso Nacional, (e) isso a partir de 2003.” Para o advogado, “Duda não se enquadra em nenhuma dessas circunstâncias.”

 

 

Fonte: G1

Política

O QUE ACONTECE NA CÂMARA DE SIMÕES FILHO? OS PARTIDOS POLÍTICOS, SÃO INSTITUIÇÕES FALIDAS?

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Há um provérbio que diz: “Futebol, Política e Religião não se discute”. Vamos deixar futebol e religião de fora e vamos falar de política. E o que é política?

Segundo Leonardo Sampaio, Educador Popular: “Quando nos deparamos com o mundo político, o concreto da política, nos dar a entender que existem diferenças entre política, ser político e fazer política. Se não vejamos.

Política é uma ciência, é arte, é o meio de se fazer o bem comum, de cuidar, de promover a felicidade humana, de preservar o planeta. No entanto a política é entendida pelo senso comum, apenas como um processo eleitoral para eleger pessoas com os seus devidos cargos de: Presidente, Governador, Prefeito, Senador, Deputados e Vereador.

O eleitor vota apenas para cumprir com sua obrigação com o Estado, que o obriga a ir votar. Mas tem outra categoria de eleitor que busca negociar o voto de forma individual, ou mesmo coletivo conforme o tamanho do seu curral eleitoral”.

Para fazer Política as pessoas se associam em uma espécie de clube, para tanto elas se reúnem, discutem suas ideias, estabelecem pontos em comum e as suas divergências, normas e procedimentos, regras de conduta e elaboram um documento chamado: “Estatuto Partidário”. Este estatuto é registrado na Justiça Eleitoral de acordo com a legislação vigente. Feito o registro, pronto, está criado mais um Partido Político. Definido como um grupo organizado, legalmente formado, com base em formas voluntárias de participação numa associação orientada para influenciar ou ocupar o poder político.

Se o Partido Político é um grupo organizado, regido por um estatuto, porque os Políticos agem individualmente depois de eleitos?

Este questionamento é para que possamos fazer uma reflexão a cerca da situação política no Município de Simões Filho-BA.

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Nas Eleições de 2016, o município contou com três projetos políticos: Um liderado pelo prefeito da época, outro pela oposição à Gestão e o terceiro, como alternativa aos outros dois.

Para entendermos melhor, o projeto da situação foi liderado pelo PSD, tendo como aliados os seguintes partidos: PT / PPL / PP / PTC / PDT / PSB / PSC / PROS / PTN / PC do B / PSL.

O projeto de oposição foi liderado pelo PMDB tendo como aliados PTB / DEM / PPS / PRTB / PT do B / SD / PSDB / PMB / PEN; O terceiro foi liderado pelo PRB, tendo como aliados PHS / PSDC / PRP / PV.

Portanto a situação participou das eleições com 12 partidos, a oposição com 10 partidos e o grupo alternativo com 05 partidos, totalizados 27 partidos disputando as vagas de Prefeito, Vice Prefeito e 19 Cadeiras na Câmara de Vereadores.

O resultado do pleito todos nós já sabemos, sagrou-se vencedora a chapa majoritária de oposição, que também elegeu 07 Vereadores representando os partidos: PMDB (elegeu 01 vereador), DEM (elegeu 02 vereadores), SD (elegeu 02 vereadores), PSDB (elegeu 02 vereadores); o grupo da situação elegeu 09 Vereadores representando os partidos: PSD (elegeu 03 vereadores), PP (elegeu 02 vereadores), PSB (elegeu 02 vereadores), PSL (elegeu 02 vereadores); e o projeto alternativo elegeu 03 Vereadores representando os paridos: PRB (elegeu 01 vereador), e PRP (elegeu 02 vereadores); ou seja, os eleitores do Município de Simões Filho elegeram o PMDB (Prefeito) e o PSDB (Vice Prefeito) para comandarem o Executivo Municipal, mas elegeram também, 19 Vereadores de 10 partidos e 03 projetos diferentes para que os representassem na casa do povo.

Quem dera que isso fosse verdade, que o mandatário representasse a vontade daqueles que lhes confiaram o mandato, que os Partidos Políticos respeitassem o resultado das urnas.

Estamos fazendo esta abordagem para tentar entender o que a ciência política não explica, como pode após uma disputa tão acirrada, onde os partidos e os políticos defendiam com unhas e dentes seus projetos, por jugarem ser o melhor para a cidade, estarem hoje todos numa vala comum, com a desculpa de defenderem os interessasses dos munícipes, negociam cargos e benesses em benefício próprio e dos seus.

Como entender a posição do PSD do Senador Otto Alencar e do Ex Prefeito Eduardo Alencar, o PP do Vice Governador João Leão, do PSB da Senadora Lídice da Mata, o PSL do Deputado Marcelo Nilo, partidos que sempre definiram suas posições estaduais e até mesmo o PRB e o PRP, estarem hoje todos na base do Executivo Municipal liderado pelo PMDB, de Geddel Vieira Lima.

Apesar da política ser exercida por pessoas, esta matéria não analisa posições pessoais e por esse motivo não nominamos, tentamos fazer uma análise política para entendemos porque a figura do político brasileiro é tão desprezível e os motivos que levam as pesquisas de credibilidade das instituições brasileiras apontarem sempre os Políticos, as Instituições e os Paridos Políticos nas últimas posições.

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Política

GLOBO ADMITE QUE ESTE FOI O CARNAVAL DO “FORA TEMER”

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247 – No último dia do carnaval e depois de milhares de manifestações em todas as regiões do País, muitas delas transmitidas ao vivo, finalmente a Globo resolveu abordar o Fora Temer.

Reportagem do G1 mostrou nesta terça-feira, 28, que “Gritos de ‘Fora, Temer’ foram ouvidos no carnaval de São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro e Belo Horizonte”.

O portal de notícias da Globo se obrigou a tocar no assunto depois que um grupo de foliões interrompeu nessa segunda-feira, 27, o fluxo de trios elétricos no Circuito Osmar, no Campo Grande, em Salvador, com gritos de “Fora, Temer” e pedidos por eleições diretas.

Também foram mencionadas manifestações contra Temer em São Paulo, nos blocos Jegue Elétrico, Charanga do França, Love Fest e “77, os Originais do Punk”.

Leia na íntegra a notícia (tardia) da G1 sobre o Fora Temer no Carnaval.

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Política

Nova coordenação do PRB Jovem é empossada em Simões Filho

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No último sábado, 28 de março de 2015, tomou posse, a nova Coordenação de Juventude do PRB no município de Simões Filho. Com as presenças dos deputados Marcio Marinho, Federal e José de Arimatéia, Estadual, além dos vereadores Arnoldo Simões – Simões Filho, Luiz Carlos, Salvador, o evento serviu para que o PRB reafirmasse compromisso para com o futuro de Simões Filho, apresentando Anhtony Cordeiro como o líder de um grupo que tem ainda: Franklin Rosa, SUB COORDENADOR; Daniele Andréia, SECRETÁRIA; Daniela Rodrigues, PRIMEIRA VOGAL; Alan Borges, SEGUNDO VOGAL; e, Laerte Nascimento, TERCEIRA VOGAL.

P1310791O principal desafio da nova coordenação é dialogar, discutir, debater e desenvolver atividades que incentivem o jovem a se envolver e a participar de uma política séria e honesta e torna-los convictos do papel importante que eles tem no cenário político no País.

Estiveram presentes ainda, os vereadores, Genivaldo Lima(PROS) e Nivaldo Dórea(PCdoB).

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Política

Morre conselheiro do TCE e ex-deputado federal Zezéu Ribeiro

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Ele estava em estado grave por conta de um problema gástrico.

O conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE) Zezéu Ribeiro morreu nesta quarta-feira (25) aos 66 anos na UTI do Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. Ele estava em estado grave por conta de um problema gástrico.

No início do mês, o ex-deputado federal foi internado no Hospital Aliança, de onde se transferiu para o Sírio-Libanês. Ontem, ele chegou a receber uma visita do governador Rui Costa.

Ex-deputado federal pelo PT, Zezéu assumiu a vaga aberta depois de vencer votação na Assembleia Legislativa da Bahia. O TCE informou que Zezé não retornou ao trabalho depois do período de recesso no início do ano por conta dos problemas de saúde.

Ele era filiado ao PT desde os anos 1980, chegando a presidir o partido na Bahia entre 1995 e 1999. Ele foi vereador em três legislaturas e se elegeu deputado federal em 2002. Em 2011, ele assumiu a pasta de Planejamento do Estado.

Políticos do estado lamentaram a morte. O deputado federal Aleluia elogiou Zezéu. “Faleceu o meu amigo Zezéu Ribeiro. Sempre militamos em campos opostos, mas tivemos uma relação pessoal muito boa, de profundo respeito”. A deputada Alice Portugal também lamentou a perda: “Querido ZEZÉU RIBEIRO: Para sempre em nossos corações!”.

Ibahia

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Brasil

REJEIÇÃO A PARTIDOS BATE RECORDE NO BRASIL COM 71%

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A rejeição aos partidos atingiu patamar histórico no Brasil, desde o início da pesquisa Datafolha sobre o assunto, em 1989.

O índice de brasileiros que dizem não ter um partido de preferência saltou de 61% em dezembro de 2014 para 71% em janeiro deste ano. Na época dos protestos de rua em junho de 2013, esse número chegou a 64%.

Insatisfação dos brasileiros refletiu nas expectativas em relação ao futuro da economia e na avaliação do governo Dilma Rousseff, que caiu em 19 pontos. Três meses e meio após a reeleição, o apoio ao PT também recuou para o nível de dezembro de 1998.

Percepção também atingiu a oposição. O PSDB viu sua base de apoio ir de 7% para 5%.

Brasil 247

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Política

Pacto das Antenas pode melhorar serviço de telefonia na Bahia

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Um dos principais pontos do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), celebrado ano passado com as operadoras em razão da CPI da Telefonia, o Pacto das Antenas ganhou o apoio da União dos Municípios da Bahia (UPB). Em reunião ontem quarta-feira (4) com a prefeita de Cardeal da Silva e presidente da entidade, Maria Quitéria, o deputado estadual Joseildo Ramos (PT) apresentou a minuta de projeto que pretende uniformizar a legislação dos municípios para facilitar a implantação de novas antenas e melhorar o sinal de voz e dados no interior. As leis restritivas são apontadas pelas operadoras como um dos principais entraves para ampliação e melhoria dos serviços de telecomunicações no estado.

A minuta apresentada por Joseildo, que foi relator da CPI da Telefonia na Assembleia Legislativa, servirá de modelo para que os prefeitos adotem nos municípios. “ É algo de interesse de todos. Não tenho dúvidas de que nossos gestores serão aliados de primeira hora nesse pacto que queremos firmar”, destacou Maria Quitéria. A presidente da UPB confirmou que irá submeter o projeto aos colegas para que o pacto seja lançado durante evento em parceria com a Assembleia. Segundo dados da Sinditelebrasil, entidade que representada as empresas de telefonia, a Bahia já perdeu mais de R$ 300 milhões em investimentos, em razão da deficiência das leis aplicadas pelos municípios, e possui um déficit de três mil antenas. “ O Pacto é mais um resultado concreto da CPI da Telefonia. É uma convergência de interesses com objetivo de entregar ao povo baiano um serviço de melhor qualidade”, apontou Joseildo. Iniciativas semelhantes foram tomadas no Paraná e em outros estados do país.

Correio Regional – cregional.com.br

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