Conecte conosco

Camaçari

DEMISSÕES: Ford deve demitir 700 trabalhadores da unidade de Camaçari

Publicado

em

Ford deve demitir 700 trabalhadores da unidade de Camaçari

Na última sexta-feira (9) o Sindicato dos Metalúrgicos de Camaçari, na Bahia, informou que a Ford prepara a demissão de 700 trabalhadores da unidade Camaçari, nos próximos dias.

A informação foi dada através de um vídeo pelo presidente do sindicato, Júlio Bonfim, publicado no site Bahia Política.

Assista:

Camaçari

Justiça invalida condenação de ex-prefeito de Camaçari e restaura seus direitos políticos

Publicado

em

O desembargador Maurício Kertzman Szporer, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), anulou a condenação do ex-prefeito de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador, Luiz Caetano (PT), por improbidade administrativa. A decisão foi publicada neste fim de semana.

O Ministério Público Estadual (MP-BA) moveu uma ação civil contra Luiz Caetano e a Fundação Humanidade Amiga por suposta ilegalidade no convênio firmado entre a prefeitura de Camaçari e a instituição para implantação do Projeto Mochila Amiga. Ele chegou a ser condenado em primeira instância em 2016 e, em 2018, o Supremo Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a decisão.

Em 2018, o ex-deputado federal tentou concorrer novamente a uma vaga na Câmara, mas foi impedido pela Justiça. Ano passado, também ficou de fora da briga pelo município por estar com ficha suja.

De acordo com o Ministério Público, o prefeito, que governou a cidade entre 2005 e 2012, teria assinado um acordo para contratação da empresa para produção de mochilas e camisas destinadas aos alunos da rede pública municipal de ensino com dispensa de licitação.

À época, foi apontado que a contratada não tinha “inquestionável reputação ético-profissional” e que recebeu R$ 304.210,00 pelo serviço prestado. A justificativa para a condenação foi de que Luiz Caetano não teria apresentado prova contrária que confirmasse a idoneidade da empresa. 

O ex-prefeito ficou obrigado a ressarcir o município com o valor exato pago à instituição e teve os direitos políticos cassados pelo período de cinco anos.

Na decisão, o desembargador concluiu que não foram comprovados nenhum dos indícios de “lesão ao erário, perda patrimonial, desvio, apropriação, malbaratamento ou dilapidação dos bens” na contratação da fundação. Um dos motivos foi a entrega do material acordado.

“[…] a configuração da improbidade administrativa pressupõe a identificação do elemento subjetivo da conduta do agente em violação a algum dos tipos previstos nos arts. 9°, 10° ou 11° da Lei n° 8.429/92”, diz o magistrado.

Com informações do Tudo é Política.

Continuar Lendo

Camaçari

Casal de ciganos é preso em Camaçari por fraudes no INSS

A dupla é acusada de participar de grupo que usava idosos para usufruir benefício

Publicado

em

TudoePolitica – Um casal de ciganos foi preso na manhã de ontem (19) em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador, durante a Operação Lama Preta, que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa na Bahia que atua na prática de diversas fraudes, principalmente envolvendo o Instituto do Seguro Social (INSS).

Zico e Viviane estavam dormindo quando policiais federais os surpreenderam na casa onde moram, no bairro de Buri Satuba. Eles não reagiram à abordagem. 

Foi também preso o líder da associação, o empresário Roberto Pereira de Oliveira, na sua residência no bairro de Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, também na RMS. Outras seis pessoas foram detidas, entre elas idosos e deficientes físicos, acusados de serem utilizados como “laranjas” pela quadrilha. 

A PF estima que o prejuízo deixado pelo grupo aos cofres públicos supera R$ 4 milhões e que pelo menos houve fraude em pelo menos 100 benefícios, dos quais 72 já foram bloqueados.

Continuar Lendo

Camaçari

Justiça acata pedido do MP-BA e afasta Oziel Araújo da função de vereador de Camaçari

Publicado

em

Do Bahia no Ar – A Justiça determinou, no início da tarde desta terça-feira (27), o “afastamento imediato de Oziel Araújo, das funções de Presidente da Câmara Municipal de Camaçari, e do cargo de Vereador”. A solicitação foi feita recentemente à Justiça pelo Ministério Público Estadual (MP-BA), que o denunciou, bem como a outros 19 parlamentares da Câmara de Camaçari, de integrar esquema fraudulento que alterava o destino de verba pública via procedimento ilícito.

A decisão, assinada pelo juiz de Direito César Augusto Borges de Andrade, traz ainda a explicação de que o afastamento tem prazo pré-determinado (90 dias) e que pode ser prorrogado pelo dobro do tempo. “Certamente a sua permanência no cargo público, resultará em prejuízo a apuração dos fatos relatados na presente Ação Civil Pública, portanto, possibilidade de risco à instrução processual, razões pelas quais, fixado o prazo de afastamento inicial acima estabelecido”, justificou o magistrado.

O documento ainda traz uma lista que, além dos nomes dos vereadores acusados de participar da fraude, apresenta a identificação de servidores que teriam sido orientados pelos parlamentares a devolver parte do salário aos edis.

Todos (vereadores e servidores citados) têm prazo máximo de quinze dias para que apresentem defesa prévia por escrito, sobre os fatos relatados pelo Ministério Público, “a qual poderá ser instrumentalizada com prova documental, para ulterior apreciação dos requisitos de lei para recebimento da petição inicial, bem como dos pedidos cautelares de indisponibilidade de bens dos requeridos nominados na presente ação”.

Continuar Lendo

AS MAIS LIDAS DA SEMANA