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EXCLUSIVO: EM DEFESA DA DEMOCRACIA E DO BRASIL

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Por Valéria Possadagua,  para o Página Simões Filho e Tudo é Política

A jovem e bela senhora de 30 anos, a “DEMOCRACIA” vem sofrendo ataques virulentos e, sobretudo por aqueles que saíram as ruas no dia 15/03, para protestar contra o governo. Somente na democracia temos o direito de protestar contra quem for, sem corrermos o risco de sermos presos e torturados, como muitos que lutaram pela liberdade no período ditatorial, homens e mulheres que doaram suas vidas para que hoje todos tenhamos o direito à voz.

O que estamos vendo é verdadeiro show de horrores, palavras xulas e impropérios vergonhosos contra a Presidenta Dilma que além de ser uma mulher é mãe e avó, e, só por este motivo merece todo respeito. Ao que chamaram de protestos, nada mais foi do que um consórcio oposicionista que se aliou aos meios de comunicação para promoverem um escracho a nível nacional e internacional, e assim atingir diretamente o governo que vem sofrendo constantes ataques da direita, que até então não reconheceu que perdeu as eleições em outubro de 2014.

 O Brasil venceu a miséria por meio dos programas sociais que atendem aos mais necessitados por meio do Bolsa Família, esta vencendo o atraso na área educacional, por meio dos programas de  inclusão como PRONATEC, SISU e  ENEM. Hoje, filho de pobre tem oportunidade de ingressar nas universidades, conseguimos erradicar a mortalidade infantil. E, esta é a primeira geração de crianças em doze anos, que já nasceram sem conhecer a fome, isto é um salto civilizacional.

 E o que dizer dos avanços conquistados pelas mulheres como os programas “MINHA CASA MINHA VIDA”, “MULHER VIVER SEM VIOLÊNCIA do governo federal. E, em Salvador a construção da Casa da Mulher brasileira, fruto da luta incessante das entidades feministas na Bahia e dos movimentos sociais que defendem uma vida mais plena para todas as mulheres que sofrem violência doméstica. Este ano no 08 de março, dia em que celebramos o dia Internacional da mulher, a Secretaria de Políticas para Mulheres do Governo do Estado, anunciou por meio de sua Secretária Olivia Santana, A Ronda Maria da Penha, uma ação integrada entre as secretarias de Segurança Pública (SSP), de Política para as Mulheres, Defensoria Pública, Ministério Público e Tribunal de Justiça e será iniciada no Subúrbio Ferroviário de Salvador, região que atualmente representa 60% dos chamados no 190 para atender violência doméstica, mais um instrumento de luta para combater a violência contra mulher.

E há apenas alguns dias atrás a tipificação do feminicídio como crime hediondo no Código Penal tornou-se lei no Brasil após a presidente Dilma Rousseff sancionar o projeto proposto pelo Legislativo. O compromisso político de tolerância zero à violência de gênero, firmado pela presidente no Dia Internacional da Mulher, é uma demonstração do fortalecimento das políticas para as mulheres. Instrumentos que ajudam a coibir a violência doméstica.

Fica fácil entender porque o projeto de governo esta sendo atacado?

A classe dominante deste país, os ricos, nunca aceitou o fato de que os pobres tivessem tantos direitos garantidos por lei, que pudessem realizar as cinco refeições diárias, que as empregadas domésticas tivessem garantidos seus direitos trabalhistas e que além de tudo isso o pobre pudesse viajar de avião, antes isso era privilégio para poucos.

 O que incomoda a esta elite preconceituosa e racista é o cheiro de pobre disputando espaços em igualdade de oportunidade nas universidades, buscando formação e qualificação profissional para serem os sujeitos e protagonistas de suas próprias histórias, quebrando as correntes aprisionadoras, por anos utilizados pela elite para dominar, oprimir e calar a classe operária.

Por trás destes protestos, estão os grupos financeiros, os banqueiros, a mídia golpista aliada à direita conservadora, que investiu muito dinheiro para eleger os seus algozes representantes, na tentativa de retirarem da ordem do dia os avanços conquistados neste últimos 12 anos de governo progressistas. É preciso que se diga que político que se elege com dinheiro de empresário não tem nenhum compromisso com as causas do povo e sim com o empresário que financiou a sua campanha, ou alguém acha que é diferente? EMPRESÁRIO NÃO FAZ DOAÇÃO PARA CAMPANHA FAZ INVESTIMENTOS!

Por isso precisamos defender a Democracia e o Brasil, defender uma reforma democrática com o fim do financiamento privado de campanhas.

 O financiamento da campanha eleitoral envolve muitos interesses, que depois cobram a conta.”

Os escândalos que a mídia vem promovendo contra o caso da PETROBRAS é um exemplo disso, desejam a todo custos retalhar a estatal e depois vende-la aos interesses internacionais e depois lucrarem com as suas ações, e para isto estão usando todos os artífices, inserções diárias nos jornais da Globo (que diga-se de passagem, sem credibilidade alguma, pois foi uma das empresas que enriqueceu as custas da ditadura militar e ajudou inclusive a promover o desaparecimento forçado de muitos militantes e jovens que lutaram contra o sistema). Mas não podemos ficar alheios ao real objetivo desta intentona, que é o de destruir e atacar a democracia no Brasil. Se há culpados nesta sujeira, que se investiguem e que se punam quem quer que seja, com total imparcialidade dos fatos, sem que haja privilégios ou mesmo proteção de apadrinhados de grandes empresários.

 A PETROBRAS é nossa maior empresa nacional e, diga-se de passagem, vai muito bem obrigada, não existe crise nela, o que existe é uma tentativa de golpear o país e os empregos gerados pela estatal na exploração do pré-sal, em muitos lugares do Brasil já se faz sentir os reflexos desta massiva campanha sórdida sem limites da oposição golpista no Brasil.

DEFENDER A PETROBRAS e lutar pelas reformas democráticas que põem fim a corrupção esta na ordem do dia.

Os manifestantes do dia 15/03, tem cor e classe sociais bem definidos, bateram panelas e xingaram  a PRESIDENTA, agora vamos ver se eles apoiam as reformas democráticas para acabarem com a corrupção que eles, os ricos promovem por meio de seus desvios de milhões  de dólares para bancos na Suíça.

 

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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Sem provas

Judge Murrow começa a descer as escadas do Inferno.

Na Folha de São Paulo

Absolvição de Lula e outros quatro de obstrução da Justiça mostra os vícios de inquéritos baseados em delações.

Desnecessário apontar que absolvições podem ser resultados razoáveis de processos judiciais legítimos, por mais que estes tenham causado constrangimento aos réus.

Entretanto merece atenção mais detida, até por sua repercussão na vida política nacional, o caso em que o juiz federal Ricardo Leite absolveu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o banqueiro André Esteves, o ex-senador Delcídio do Amaral (MS) e outros quatro acusados de obstrução da Justiça.

O grupo teria, conforme a peça elaborada pelo Ministério Público, conspirado com o objetivo de calar Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras que procurava delatar o envolvimento de Delcídio do Amaral em corrupção na estatal.

O filho de Cerveró, Bernardo, gravou conversas em que o ex-senador —na época, líder do governo petista no Senado— oferecia dinheiro e outros favores a fim de obter o silêncio do delator, que envolveria os denunciados na organização dos desvios.

O então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu em novembro de 2015 a prisão de Delcídio e Esteves, entre outros, o que foi determinado pelo Supremo Tribunal Federal. Em julho de 2016, o juiz Leite aceitou a denúncia do Ministério Público. Em setembro de 2017, a procuradoria recomendaria a absolvição dos envolvidos.

Ao eclodir em tons escandalosos, o episódio acirrou as tensões de um ambiente político em que se iniciava o debate em torno do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT). Esteves permaneceu preso por mais de três semanas, e o banco que dirigia, o BTG, correu risco de insolvência.

É óbvio que não se pode abrir mão do recurso a prisões preventivas e provisórias. No entanto o desenrolar desse caso mostrou a fragilidade das evidências que basearam a detenção —e um processo de quase três anos.

Por difícil que seja antecipar as possibilidades para fundamentar a perda de liberdade, a reflexão se impõe sobre medida tão drástica.

Quão vulgar se tornou o recurso ao encarceramento provisório? Como autoridades podem ser responsabilizadas por decisões açodadas e mal fundamentadas?

Colocam-se em dúvida, mais uma vez, inquéritos amparados basicamente em delações, por fundamentais que estas sejam. É lugar comum dizer que tal instrumento deve ser escorado por evidências mais concretas. Neste e noutros casos de ampla repercussão, não se pode dizer que tais cuidados tenham sido tomados.

Reputações, empreendimentos, a política nacional e a credibilidade das instituições da Justiça são maculados por denúncias do gênero. O anseio compreensível pelo fim da impunidade não pode levar a atalhos que contornem as exigências dos processos corretos.

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VÍDEO: EX-SECRETÁRIO DE IGUALDADE RACIAL COMENTA EXECUÇÃO DE MARIELLE FRANCO

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Wellington Rosário, ex-secretário de igualdade racial na gestão do ex-prefeito Eduardo Alencar, comenta o assassinato da vereadora da cidade do Rio de Janeiro, Marielle Franco, assista:

 

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Brasil

LUIZ CAETANO ESCREVE: RIO 40 GRAUS

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A morte encomendada de Marielle expõe as vísceras do Estado podre, a partir do Rio de Janeiro, hoje, acústica política e social do Brasil doente, do Brasil das milícias, do crime organizado incrustado no aparelho estatal. A morte de Marielle é a exposição do Golpe vampiresco de 2016 , assim como a morte de Edson Luiz, em 1968, seguida da passeata dos 100 mil, foi o desmascaramento da ditadura militar no seu apogeu fascista do AI 5. O Rio de Janeiro é pródigo em oferecer exemplos marcantes de um País que sonha um futuro radiante, mas abriga uma classe dominante obscurantista e excludente, saudosista do século XIX, que tentava, de todas as formas, continuar o regime escravocrata.

O golpe de 1889, que impôs o Marechal Deodoro e expulsou Pedro II e a família real, registra o início desse atual Estado de coisas absurdas, desapreço ao povo e aos trabalhadores. A Revolta da Chibata, comandada pelo marinheiro João Cândido, em 1910 , expôs esses senhores brancos do golpe, amantes – àquela altura ainda – do retorno à escravidão e aos castigos públicos sobre negros marinheiros. É bom lembrar que a abolição aconteceu em 1888, e os oficiais brancos da Marinha estavam munidos de chicotes para castigar marinheiros em pleno trabalho nos navios , 12 anos depois.  A luta e coragem de João Cândido não foram em vão. O Congresso aprova às pressas uma lei de anistia aos rebelados e o fim das torturas nos navios. Antes, porém, cogitou-se afundar os navios para matar todos os rebelados a bordo!

Essa é a nossa República, que presenciou anteriormente, no mesmo Rio de Janeiro, a Revolta da Armada, entre 1891 e 1894; ofensiva antigolpe militar de 1889, sufocada com a presença dos EUA que considerava e considera o Brasil o seu quintal. Em 1922, a Revolta do Forte de Copacabana sacode novamente o Rio de Janeiro. Conhecida como 18 do Forte, o sentimento do movimento tenentista com Siqueira Campos e Hermes da Fonseca à frente, buscava democracia e lutava contra a oligarquia do café com leite que dominava o País, excluindo importantes estados da federação das decisões políticas e econômicas do Brasil.

Em 1954, o Palácio do Catete transborda em abalo social e político, espalhando comoção em todo o Brasil, com o suicídio de Getúlio Vargas. Foi a maneira encontrada pelo presidente, sacrificando a própria vida, para impedir o golpe militar e garantir as eleições livres  e a vitória nas urnas de Juscelino Kubitschek.

Não podemos esquecer de episódio mais recente,  do Riocentro em 1979 , numa tentativa insana dos porões da ditadura perpetuar o golpe de 64 , desmascarados e vítima  da própria bomba que seria detonada contra milhares de pessoas em pacífico movimento cultural e político, naquela ocasião. O golpe da Proconsult, nas eleições de 1982, mostra o Rio de Janeiro do atraso e a face oculta da Rede Globo, ao tentar fraudar a eleição limpa e legítima de Leonel Brizola. Outra demonstração crucial dos poderes paralelos encastelados no Estado.

Agora, a morte estúpida de Marielle traz à baila uma intervenção militar que precisa responder a que veio: destruir a banda podre da polícia fluminense, as milícias e os bandidos fardados? Retirar das corregedorias os protetores de marginais? Ou ficar revistando mochilas de crianças das favelas e dos morros? A voz de Marielle e o seu sacrifício ganharam praças, jornais e o mundo, em mais um desmascaramento do golpe de 2016 e seu tortuoso caminho pelo Rio de Janeiro e pelo Brasil.

Nunca o Fora Temer está tão atual e necessário!

Mais uma vez, o Rio de Janeiro convoca os brasileiros a passar a limpo esses 500 anos de injustiças e desigualdades, raiz de todos os males que adoecem a nossa sociedade, sobretudo os mais pobres, negros e favelados!

Levante, Brasil!

Lula Presidente!

Marielle, presente!

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