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Facebook suspende página de Maduro por divulgar falso ‘remédio milagroso’ contra Covid-19

Presidente venezuelano está impedido de publicar por 30 dias

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Metro1 – O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, foi impedido de fazer postagens no Facebook por 30 dias, após violar as regras da rede social contra a divulgação de informações falsas sobre a Covid-19. A página do mandatário continua no ar.

Em vídeo divulgado no mês de janeiro, Maduro promoveu o medicamento Carvativir no tratamento de pacientes com a doença e disse que “as gotas milagrosas” da droga “neutralizam os sintomas do coronavírus”.

O porta-voz do Facebook disse à agência Reuters que a rede social segue “orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), que diz que atualmente não há medicamento para curar o vírus”. Segundo a rede social, o presidente é reincidente em espalhar notícias falsas.

Além do presidente da Venezuela, outros chefes de Estado, como o presidente Jair Bolsonaro, também já sofreram sanções por publicarem informações enganosas sobre a Covid-19.

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‘Não confie em Bolsonaro’, diz campanha da Apib direcionada a Joe Biden

Cúpula sobre clima convocada por presidente americano gera receios de um acordo ‘com o pior inimigo’ da Amazônia, alertam organizações

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Do Tudo é Política – A Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) articulou uma campanha direcionada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta segunda-feira 12. Em um vídeo feito em inglês, a organização é taxativa: “Ou a Amazônia, ou Bolsonaro. Você não pode ter ambos. De que lado você está?”.

O pedido é para que Biden não confie e não negocie com o presidente Jair Bolsonaro qualquer acordo que envolva o futuro da Amazônia – possibilidade aventada para ocorrer durante uma cúpula convocada pelo presidente americano, que acontecerá na próxima semana.

“Não deixe esse homem negociar o futuro da Amazônia. Ele declarou guerra contra nós. Contra os povos indígenas, contra a democracia. Ele espalha Covid, mentiras e ódio. Ele é um extremista que disse que a sua eleição é uma fraude“, diz a narração, que é acompanhada de imagens do presidente brasileiro.

Essa não é a primeira reação aos riscos de que um acordo forneça fundos que seriam supostamente direcionados ao controle do desmatamento. Uma carta assinada por 199 instituições da sociedade civil aponta que “não é razoável esperar que as soluções para a Amazônia e seus povos venham de negociações feitas a portas fechadas com seu pior inimigo”.

“As negociações ocorrem longe dos olhos da sociedade civil, que o presidente brasileiro já comparou a um ‘câncer’. O governo brasileiro comemora tais negociações, que envolveriam recursos financeiros. O presidente americano precisa escolher entre cumprir seu discurso de posse e dar recursos e prestígio político a Bolsonaro. Impossível ter ambos”, escrevem as entidades.

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MUNDO

Bolsonaro envia condolências à rainha pela morte de príncipe Philip

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Do Tudo é Política – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) enviou mensagem de condolências à rainha do Reino Unido, Elizabeth II, pela morte do marido da monarca, o príncipe consorte Philip, que faleceu nesta sexta-feira (9), aos 99 anos. Philip exercia o título de duque de Edimburgo.

“O governo e o povo brasileiros solidarizam-se com a Rainha Elizabeth II, sua família e o povo do Reino Unido neste momento de luto dos britânicos pela perda do Duque de Edimburgo. O Presidente Jair Bolsonaro enviou mensagem de condolências a Sua Majestade”, afirmou o Itamaraty, por meio de nota.

Philip era casado com a rainha Elizabeth II há mais de 73 anos. Apesar do matrimônio, ele nunca recebeu o título de “rei” porque a alcunha destronaria a rainha Elizabeth, desrespeitando a linhagem da casa de Windsor, família da monarca. A morte do príncipe Philip também não altera a linha sucessória da monarquia britânica. O sucessor imediata da rainha é o seu filho mais velho, o príncipe Charles.

O Reino Unido é uma monarquia parlamentarista. Os monarcas não possuem funções administrativas, mas exercem funções de Estado. A rainha Elizabeth II é a chefe de Estado, o rosto da Inglaterra e dos demais países do Reino Unido diante do mundo, enquanto o primeiro-ministro- posto exercido por Boris Johnson, é o chefe de governo.

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a ‘arrumar a bagunça’ nas relações com Rússia

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a 'arrumar a bagunça' nas relações com Rússia

As relações entre a Rússia e os Estados Unidos estão atravessando uma crise gravíssima, mas Moscou está se esforçando para estabelecer um diálogo pragmático, ao contrário dos EUA, anunciou o embaixador russo nos EUA Anatoly Antonov.

Anatoly Antonov, o embaixador russo em Washington convocado a Moscou para consultas, afirmou que os Estados Unidos não estão dispostos para “arrumar a bagunça” nas relações com a Rússia, o que seria muito difícil.

“Entretanto, nós entendemos que arrumar a bagunça formada nos últimos anos será muitíssimo difícil. A propósito, após várias conversas e consulta de uma série de documentos, quero dizer que hoje em dia não existe nenhum desejo em Washington de arrumar esta bagunça”, disse o diplomata discursando no Conselho da Federação da Rússia durante uma reunião amplificada dos comitês de Defesa e de Assuntos Internacionais.

Mais do que isso, adicionou o diplomata, a administração Biden tomou o rumo para exacerbar as sanções contra a Rússia sob pretextos inventados.

“A administração Biden tomou o rumo da continuação do desenrolar da espiral de sanções sob pretextos inventados. Constantemente se ouvem ameaças relacionadas com a pseudointerferência nas eleições norte-americanas, com os alegados ataques contra recursos informáticos dos EUA e por causa de uma suposta ‘atividade indecente’ de antagonismo às forças militares norte-americanas no Afeganistão”, afirmou o embaixador.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou na última quarta-feira (17) que Antonov foi convocado a Moscou para discutir o futuro das relações entre os Estados Unidos e a Rússia. Moscou quer analisar o cenário político-diplomático e determinar quais medidas serão tomadas em relação aos EUA no futuro.

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