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Fragmentos de satélite desativado da Nasa caem no Canadá

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56 anos de emancipação

Fragmentos teriam caído na região de Okotoks, ao sul de Calgary.
Antes de cair, equipamento sobrevoou África e Austrália.


O Satélite de Pesquisa da Atmosfera Superior Terrestre (UARS, sigla em inglês) se desfragmentou na atmosfera da Terra na madrugada de sábado (24) e parte de seus destroços caíram, de acordo com os cálculos da Agência Espacial Americana, a Nasa, no Canadá.

Através de sua conta no microblog “Twitter”, a agência espacial americana assegura que seus restos caíram na Terra entre 0h23 e 2h09 de Brasília. “O satélite estava passando sobre Canadá e África, assim como sobre vastas zonas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico”, explicou a Nasa.

Há relatos no “Twitter” que fragmentos do equipamento caíram na região de Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do país. A Nasa não está descartada, porém, a hipótese de  fragmentos serem encontrados em outros lugares, como na África ou na Austrália.

Com quase seis toneladas de peso, o aparelho foi lançado pela Nasa há 20 anos. Antes de cair, sobrevoou, além do Canadá, a África e a Austrália.

A Nasa vinha informando que os restos do satélite deveriam se espalhar por uma área de 800 km e que não haveria riscos para a população.

Satélite UARS, levado ao céu em 1991, foi desativado em 2005 pela Nasa. (Foto: Nasa / via AP Photo)Satélite UARS, levado à orbita em 1991, foi desativado em 2005 pela Nasa. (Foto: Nasa / via AP Photo)

O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979.

A Nasa espera que o satélite se fragmente em 26 pedaços, com peso variando entre 1 kg e 158 kg.

(*) Com informações das agências de notícias Efe, France Presse e Reuters

Fonte: g1

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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CIDADES

VÍDEO: Público jovem lota terceiro dia do Yahweh Shammah 2018 em Simões Filho

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Do Simões Filho em Pauta – Bombou! O terceiro dia do Yahweh Shammah 2018 contou com as apresentações das bandas: Frutos da Fé, Chote & Glória e finalizou com a gravação do DVD da banda DtSix, que subiu no palco por volta das 22 h, sacudindo todos que estavam na praça.

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Brasil

Deu no New York Times: Com julgamento de Lula, ‘democracia brasileira está à beira do abismo’

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O The New York Times, considerado o mais importante jornal do mundo, publicou um editorial nesta terça-feira em que expõe supostas falhas no processo contra o ex-presidente Lula, aponta a parcialidade de juízes envolvidos no julgamento do caso do triplex e afirma que a democracia brasileira está à beira do abismo.

Da Agência Sputnik – Destacando o histórico escravagista brasileiro e a imaturidade da democracia no país, o jornal diz que nos últimos anos, o PT deu autonomia ao judiciário para investigar e processar a corrupção de políticos. “Mas aconteceu o contrário [do esperado]. Como resultado, a democracia brasileira está em seu período “mais frágil desde que o governo militar acabou”, diz o jornal.

O texto continua citando que a denúncia contra Lula não é fundamentada em provas.

“A propina alegadamente recebida por [Lula] da Silva é um apartamento de propriedade da OAS. Mas não há provas documentais de ele ou sua esposa tenham recebido o título de posse, alugado ou mesmo permanecido no apartamento, nem que tentaram aceitar o presente. A evidência contra [Lula] da Silva  baseia-se no testemunho de um executivo da OAS condenado, José Aldemário Pinheiro Filho, que teve a pena reduzida em troca de entregar evidências ao Estado”, menciona o NYT.

O jornal então prossegue com críticas a Sérgio Moro, a quem acusa de promover um espetáculo midiático contra Lula. “[A evidência] foi o suficiente para Moro. Em algo que os americanos poderiam considerar como um processo de canguru, ele condenou o Sr. [Lula] da Silva a nove anos e meio de prisão”, segue. Processo canguru é um jargão legal nos EUA para classificar um procedimento judicial que ignora os padrões de moral, ética e justiça.

Mark Weisbrot, co-diretor do Centro de Pesquisas Econômicas e Políticas em Washington e presidente da Just Foreign Policy, uma ONG que trabalha pela “reforma das relações exteriores americanas”.

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Eleições

AO VIVO: LULA NO ATO EM DEFESA DE DEMOCRACIA EM PORTO ALEGRE

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