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CORONAVÍRUS

Hospital dos EUA reivindica patente de vacina anunciada como 100% brasileira pelo Butantan

Após reportagem da Folha de S. Paulo, instituto admitiu parceria e diz ter licença de uso e exploração de parte da tecnologia norte-americana

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Bahia.ba – A ButanVac, candidata a vacina anunciada pelo Instituto Butantan como sendo o primeiro imunizante 100% nacional, foi desenvolvida nos Estados Unidos, na Escola de Medicina Icahn do Instituto Mount Sinai, segundo afirmou a instituição ao jornal Folha de S. Paulo.

A informação, dada à reportagem pelo diretor e professor do departamento de microbiologia do instituto, Peter Palese, também consta em estudo publicado em dezembro de 2020 assinado por pesquisadores do Mount Sinai e da Escola de Medicina da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill.

“Realizamos com sucesso experimentos com nossa vacina baseada no vírus da doença de Newcastle [NVD, um tipo de gripe aviária]. Enquanto isso, iniciamos testes de fase 1 no Vietnã e na Tailândia com a nossa nova geração (melhorada) de vacina de Covid. Estamos conduzindo um teste de fase 1 aqui no Mount Sinai”, escreveu o diretor em um email enviado à Folha.

“Sim, também temos um acordo com o Instituto Butantan para entrar em testes clínicos no Brasil usando nosso vetor de vacina NVD. Também estamos desenvolvendo vacinas para variantes da Covid-19 baseadas nas versões sul-africana e brasileira para o Instituto Butantan.”

Procurado pela Folha, o diretor do Butantan, Dimas Covas, afirmou que “o Butantan está fazendo o desenvolvimento integral da vacina a partir de parcerias que temos e com um consórcio internacional”. O Mount Sinai, explicou ele, teria sido procurado pelo Butantan para fornecer o vetor da vacina.

Ele disse que há “inúmeras parcerias”, mas que elas só serão anunciadas quando os respectivos acordos estiverem firmados: “Os comunicados conjuntos das parecerias serão feitos no momento oportuno por cada instituição do consórcio”.

Mais tarde, após a publicação da reportagem da Folha, o Butantan confirmou em um novo comunicado que usa a tecnologia do Mount Sinai e que tem licença para fazê-lo.

Palese e outro diretor de pesquisa do Mount Sinai, Adolfo Garcia Sastre, têm a patente do modelo de vacina a partir do vírus da doença de Newcastle no registro europeu de patentes desde 2018.

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), disse na quinta-feira (25) à Folha e nesta sexta-feira (26) a jornalistas que participaram de entrevista coletiva na sede do instituto que a vacina era a primeira feita com tecnologia nacional a entrar com pedido para testes em humanos.

Em nenhum momento Doria e Dimas Covas mencionaram a parceria com o hospital Mount Sinai.

A vacina é produzida a partir de um vírus que causa a doença de Newcastle (uma gripe aviária) modificado para expressar a proteína S do Spike (ou espícula, o gancho usado pelo coronavírus para infectar e invadir células humanas) do coronavírus Sars-CoV-2.

CORONAVÍRUS

FUNGO PRETO É REGISTRADO NO BRASIL EM PACIENTE QUE TEVE COVID-19

Índia assiste a um crescimento vertiginoso de casos de fungo preto

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O Brasil investiga alguns casos de mucormicose em pacientes com histórico de COVID-19, mas é a Índia que assiste a um crescimento vertiginoso de casos de fungo preto.

O primeiro caso de mucormicose, infecção fúngica conhecida como fungo preto, em um paciente que teve a COVID-19 no Rio Grande do Norte, foi confirmado pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) do estado nesta segunda-feira (7).

A paciente, uma mulher de 42 anos, de Natal, apresentou sintomas da mucormicose e uma biópsia confirmou a ocorrência do fungo.

A Sesap afirmou que a paciente está em tratamento com antifúngicos, em casa, e que a equipe de vigilância da Sesap está “acompanhando o quadro, avaliando os exames, o histórico de movimentações da paciente e sua situação clínica atual”, reporta o jornal Tribuna do Norte.

Familiares de homem que morreu da COVID-19 durante sua cremação em Srinagar, Índia, 25 de maio de 2021

Fungo preto na Índia

O Brasil investiga alguns casos de mucormicose em pacientes com histórico de COVID-19, mas é a Índia que assiste a um crescimento vertiginoso de casos de fungo preto, doença que já acometeu quase nove mil pacientes que tiveram o novo coronavírus no país. Nova Deli também registrou casos de fungo branco e amarelo.

A taxa de letalidade da mucormicose é de cerca de 50%. Enquanto a taxa de letalidade da COVID-19 gira em torno de 2% a 7%, se o paciente contrai a mucormicose sobe para 40%.

Agência Sputnik

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CORONAVÍRUS

COVID-19 MOSTRA CRESCIMENTO PREOCUPANTE EM SIMÕES FILHO. 45 CASOS NO FIM DE SEMANA

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covid explode em simões filho

Os casos de contagio pelo novo coronavírus seguem avançando de forma preocupante na cidade de Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador.
Neste final de semana o município registrou 45 novos casos da pandemia

Os dados coletados, indiretamente, pela redação do Página Simões Fiho, dão conta de que no final de semana houve registro de 45 novos casos de COVID-19, doença causanda pela pandemia do novo coronavírus.

De acordo com o boletim da SESAB, já são 7.934 casos desde o início da pandemia.

A secretaria municipal de saúde informa que os casos ainda estão em 6.451 contágios.

Há relatos de aglomerações em eventos clandestinos em vários bairros e estabelecimentos em vários pontos da cidade.

A população reclama que não está havendo fiscalização.

Em tempo,

informamos que a prefeitura municipal, através da sua assessoria de comunicação não mantem contato com o Página Simões Filho.

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CORONAVÍRUS

Butantan entrega mais 1,5 milhão de doses e Dória garante 46 milhões até o fim de abril

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Do Tudo é Política – Mais 1,5 milhão de doses da vacina contra a Covid-19 CoronaVac foram entregues nesta segunda-feira (12) pelo Instituto Butantan ao Ministério da Saúde. De acordo com reportagem da Reuters, o governador de São Paulo, João Doria, afirmou que as 46 milhões de doses previstas até o fim de abriu serão entregues. 

Ao todo, o Programa Nacional de Imunização (PNI) já recebeu 39,7 milhões de doses da CoronaVac. Apesar disso, há um atraso na chegada de insumo farmacêutico ativo (IFA) importado da China para a produção do imunizante no Butantan. 

“Tudo indica que a normalidade seguirá nos próximos dias com o fornecimento dos insumos pelo laboratório Sinovac”, disse Doria.

O Butantan esperava receber 6 mil litros de IFA na semana passada. Eles seriam suficientes para o envase de 10 milhões de doses. Porém, a remessa atrasou, e a nova presvisão é de que 3 mil litros sejam entregues até o dia 20 de abril e mais 3 mil litros até o final do mês. 

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