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JOMAR PARAKY ESCREVE: AGORA, É OLHAR PARA A FRENTE. PARABÉNS SIMÕES FILHO!

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Novembro é, sem dúvida, um mês especial para nossa cidade. É seu mês de aniversário, é o mês em que pessoas de todas as áreas são reconhecidas como cidadãos simõesfilhenses, pessoas que em diversas áreas prestaram serviços para o desenvolvimento daquela que um dia se chamou Água Comprida. É o mês em que seus gestores cumprem a tarefa de, ao mesmo tempo, homenagear e prestar contas de suas ações durante seus mandatos, e é neste mês que a população aguça sua percepção sobre suas escolhas políticas.

Não há como não avaliar a trajetória da cidade sem tomar como base, dados sobre políticas públicas necessárias ao desenvolvimento dela e de sua gente.

Crescemos? Melhoramos? Qualificamos nossa mão de obra? Educamos nossos jovens? Cuidamos dos nossos doentes? Cuidamos da segurança? Melhoramos a autoestima da população? E os próximos anos?

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São perguntas que devemos fazer em nossas conversas com nossos parentes, vizinhos, amigos, filhos.

Precisamos avaliar com serenidade para tentar prever  que frutos colheremos no futuro em consequência das nossas escolhas. Precisamos encarar o fato de que a inovação e ousadia são atitudes que podem levar nossos jovens a desfrutarem de futuros promissores, aqui mesmo e não longe daqui, esse tempo já passou.

Uma cidade é feita antes de mais nada, de sua gente. Se ela não está bem a cidade não está bem, do contrário, se sua gente está bem e sob cuidado permanente, a cidade, como um organismo vivo, está sempre saudável e em constante desenvolvimento.

É natural ao comemorar nossos aniversários, avaliarmos o ano que passou e inconscientemente projetar metas para o futuro.  Faz parte do aprendizado de vida. Esse aprendizado se faz a cada momento, no dia a dia da prática, nas críticas, nos desafios, nas metas alcançadas, no respeito ao próximo, na diferença, na diversidade na relatividade, no respeito a todos que como nós, querem viver dias melhores. Queremos sempre, dias melhores para nossa cidade.

Se conseguíssemos por um instante, sentir o que nossos emancipadores sentiram e pesaram no momento em que conquistaram a emancipação da nossa cidade, certamente chegaríamos à conclusão de que há muito por fazer. Sempre haverá.

Mas não devemos preparar o futuro alimentado sentimento de rancor ou raiva, ou até mesmo o desejo de ver o fracasso daqueles a quem não apoiamos.

Precisamos olhar para a frete.

Precisamos entender que somos nós os responsáveis pelo que está aí e pelo que queremos no futuro. Somos nós, cidadãos simõesfilhenses, que devemos avaliar e decidir o que queremos no futuro, o que queremos para nossos filhos, para nossos jovens e para nossos velhos. O que queremos para nossa cidade.

Cada um de nós chegará a uma conclusão diferente, e é por isso, que precisamos continuar o debate, em alto nível, aprendendo com os erros e colocando em prática o que aprendemos.

Parabéns Simões Filho!

Quem venham mais outros 50, 60, 70…

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Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

Brasil

Camisa da Seleção virou sinônimo da vigarice e é por isso que encalhou

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Caminsa da Seleção Brasileira encalhada - simões filho

Por Joaquim de Carvalho no DCM – Tem um meme que circula na internet que mostra uma menina chorando, vestindo a camisa da Seleção Brasileira, que diz: “Essa eu não quero, é a camisa do pato”.

O uniforme da Seleção Brasileira encalhou, porque virou símbolo de algo muito ruim: um movimento que destruiu a economia brasileira e tirou do poder uma presidente sem crime de responsabilidade.

Símbolo de um movimento que não foi pelo bem do Brasil, mas por vingança, o terceiro turno das eleições de 2014.

No Carnaval, a Acadêmicos do Tuiuti colocou na Sapucaí passistas com o uniforme da Seleção, montados na alegoria de um pato da Fiesp e guiados por uma mão grande.

Manifestoches da Tuiuti carnaval 2018 - simões filho

Além de golpista, a camisa da CBF virou então sinônimo de tolo, manipulado – o manifestoche, na definição do carnavalesco Jack Vasconcelos.

E manchou com a cor da vergonha a Seleção Brasileira, sem exagero o retrato mais fiel do que este país é, um país de negros, mestiços.

Se faltam oportunidades na sociedade em geral, no futebol lá estão eles, depois de vencerem muitos obstáculos.

Meritocracia de verdade. O enganador, branco ou preto, não dura. É preto no branco.

Talvez seja esta a razão de a Seleção Brasileira ter sido tão prestigiada: fazia todos se se sentirem representados.

Mas não está empolgando mais.

Manifestações na PaulistaNa semana passada, o baterista do Ira André Jung se manifestou no Facebook:

“A um mês da Copa e nada de verde e amarelo … sinto que o movimento paneleiro, hoje morto de vergonha, é o grande responsável pelo fracasso nas vendas de camisas, bandeiras, faixas e outros símbolos pátrios. A camisa da seleção virou uniforme de pato.”

Neste fim de semana, durante a Virada Cultural, João Gordo, do Ratos do Porão, foi mais direto:

“Tá chegando a copa e eu não vejo NINGUÉM com a camisa do Brasil. Pq essa camisa virou sinônimo de filho da puta, de golpista”.

Sinônimo do que foi o maior engodo da história recente no Brasil.

Uma camiseta que nos faz lembrar da foto que viralizou às vésperas do impeachment: o casal rico com os filhos no carrinho caminhando para a manifestação, todos de verde e amarelo, exceto a babá, negra, de uniforme branco. Um país que querem só pra eles, não para ela.

Como esquecer?

Entre outras muitas coisas, o golpe tirou do Brasil a alegria de torcer pela Seleção.

Ainda vamos torcer, pode apostar, quando o brasileiro entrar em campo e mostrar ao mundo o talento no futebol.

Mas torceremos sem a alegria de antes.

A camisa amarela, o escudo da CBF, sempre nos fará lembrar de que o Brasil se tornou um país onde o maior líder popular foi preso — sem provas de que é corrupto —  e os corruptos comprovados estão soltos.

Um país usurpado.

Um país indefensável.

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CIDADES

OPINIÃO: VEREADORES, OU VOCÊS MORDEM, OU VOCÊS ASSOPRAM, PONTO.

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Não dá para falar mal de secretários e em seguida parabenizar o prefeito.

É provável que se um eleitor perguntar a alguns vereadores, quantas secretarias tem a atual gestão, eles pedirão um tempo para tentar contar, mentalmente, para responder; se perguntar pelos nomes dos secretários, então…

Os discursos desalinhados e fora de sintonia com a gestão estão descortinando uma situação que deverá fazer com que o prefeito seja forçado a tomar decisões drásticas, antes que os prejuízos políticos se tornem concretos.

A tática usada de, depois de duras críticas aos secretários, tecer longos elogios ao prefeito, não está tendo o efeito esperado pelos desatentos edis, uma vez que não há como dizer que a gestão está bem, mas os secretários não trabalham, é no mínimo, incoerente.

Outro ponto que deve ser observado pelos destrutivos aliados, é a falta de clareza nas reclamações. Não dá para criticar a produtividade de secretários de forma abstrata, sem apontar as falhas detectadas.

É preciso dar nomes.

Ou dá os nomes, ou todo o secretariado será visto como alvo das críticas, como incompetentes, improdutivos, preguiçosos.

“Jogar para a galera” com o discurso de que secretário de fora não pode ser nomeado e receber o dinheiro do município sem trabalhar, cria um constrangimento gigantesco para o prefeito, pois é preciso lembrar que esse discurso já não cabe, e se assim continuarem, o preço político poderá ser alto.

O que os eleitores têm presenciado nas últimas sessões, são verdadeiras peças de teatro do absurdo, onde alguns vereadores, passam a criticar, duramente, secretários, mas ressalvam com parabéns ao prefeito e aos seus secretários. Não dá para entender! A conta não bate.

Talvez, o que esteja acontecendo é o desnudar da mais dura realidade quanto ao despreparo de alguns sentados e assentados, para assumir uma cadeira no parlamento municipal para representar o povo.

Ouve-se nas rodas de conversas, comentários sobre a qualidade do legislativo atual, no que diz respeito à representatividade popular e de grupo político. Quase sempre esses comentários refletem desânimo e decepção.

Muitos desses comentários projetam prováveis problemas que o prefeito Diógenes Tolentino – DINHA, irá enfrentar, nos próximos meses, por conta da falta de noção e traquejo político, principalmente, para tecer comentários sobre a produtividade dos secretários da gestão do prefeito DINHA, os quais foram escolhidos a dedo, para compor seu corpo administrativo, com base em seus currículos e suas histórias profissionais.

Cabe aqui uma reflexão: se os secretários, com seus currículos e suas experiências, tivessem uma única sessão para falar dos desempenhos dos vereadores, o que ouviriam os eleitores?…

Não se pode generalizar críticas e não citar nomes por medo, jogando para população o trabalho de identificar quem são os alvos das críticas parlamentares.

Os resultados de uma boa gestão, são alcançados por uma equipe, onde o gestor [prefeito] é o líder e seus secretários, são seus representantes imediatos, executando ações e ordens sob a decisão e o aval do seu líder, do seu chefe, o prefeito. Ou seja, se o desatento edil critica o secretário, vociferando palavras que encantam a plateia, ele deve entender que está criticando indiretamente, o prefeito, vociferando e jogando para a galera.

Acreditem, parabenizar o prefeito, depois da descarga puxada, não cola.

O prefeito DINHA certamente já ouviu o ditado que diz que quem acompanha morcego, pode acordar de cabeça para baixo.

Um olhar mais apurado poderá revelar que a oposição ao prefeito está sendo feita por alguns, estupidamente declarados, aliados, e quem tem aliados assim, não precisa de oposição.

Por isso, vereador, ou você morde, ou você assopra.

Em tempo;

Acredita-se que expressão MORDE E ASSOPRA, tenha surgido a partir da observação feita sobre o comportamento dos morcegos.

Os morcegos são conhecidos por sugarem o sangue de suas vítimas, sem que estas percebam.

Na tentativa de explica este fato, antigamente as pessoas alegavam que o morcego assoprava a ferida feita nas suas presas para poder aliviar a dor.

MORDE E ASSOPRA é uma expressão popular utilizada para se referir ao comportamento de uma pessoa hipócrita e falsa, que age de modo incorreto e depois muda a sua atitude, repentinamente.

Quando se diz que determinado indivíduo “morde e assopra” significa que magoa os outros, com atos ofensivos, mas depois começa a querer agradar a pessoa anteriormente ofendida, pedindo desculpas e agindo como se nenhuma situação desagradável tivesse acontecido.

Ao que está sendo notado, diga-se de passagem, em ano eleitoral, alguns aliados do prefeito Dinha, não câmara de vereadores, estão se comportando como verdadeiros morcegos.

A melhor forma de se combater morcego, é com uma boa dedetização.

O atento navegante pode estar perguntando porque razão na citei os nomes dos críticos vereadores, a resposta é simples, para que eles entendam que uma crítica genérica atinge a todos.

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Colunistas

RELIGIOSIDADE

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Por Sebastião Costa no Brasil247 – Impressiona a capacidade do tema ‘RELIGIÃO’ despertar interesses, discussões, paixões. Dentro desse contexto, 00. Ele próprio estabelece suas relações com Deus

Não costumam refletir sobre o papel do cristão na sociedade e não se preocupam em enxergar na Teologia da Libertação a força evangelizadora que fez brotar o sangue cristão, devidamente transfundido às veias capitalistas da velha Igreja Católica Apostólica Romana.

O cristianismo, enquanto prática de vida ficou tão esquecido em meio às entranhas de um sistema insensível, egocêntrico, que as pessoas religiosas, desatentas, nem sequer percebem que sua grande fé em Deus, paradoxalmente lhe distanciam de Cristo. Do Cristo feito homem que amou os mais pobres, defendeu os humildes, perdoou os pecadores.

Falar em religiosidade, sempre vale a pena lembrar Oscar Niemeyer, o ateu confesso, comunista assumido que o amigo Leonardo Boff admirava com muito respeito e falava dele com carinho : “o importante não é crer ou não crer em Deus, mas viver com ética, amor, solidariedade e compaixão pelos que mais sofrem. Pois, na tarde da vida, o que conta mesmo são tais coisas. E nesse ponto ele estava muito bem colocado. Seu comunismo está muito próximo daquele dos primeiros cristãos, referido nos Atos dos Apóstolos nos capítulos 2 e 4”

Do próprio Niemeyer: “O importante não é a arquitetura, o importante é a vida. Mas não qualquer vida; a vida vivida na busca da transformação necessária que supere as injustiças contra os pobres”

A Igreja Católica Apostólica Romana foi edificada nos alicerces dos primeiros cristãos. Ao longo dos tempos foi se afeiçoando às práticas capitalistas. Cometeu os pecados mortais das cruzadas, da inquisição e muitos outros pecados veniais.

Exerceu durante séculos, lado a lado com ricos e poderosos influência e poder incontestáveis.

Vale a curiosidade de como seria o julgamento da Santa Madre Igreja diante do juízo final, baseado nos Mandamentos da Lei de Deus.

Capitalismo e cristianismo são antagônicos, impossível coexistirem num mesmo espaço. O capitalismo é frio, calculista sem uma gota de sensibilidade cristã. O cristianismo é essencialmente solidário.

Se dos primeiros cristão foram gerados os primeiros católicos, o capitalismo ao longo dos tempos, com muito competência, tratou de engolir o cristianismo e cooptar o catolicismo.

A Igreja Católica durante as últimas décadas andou oscilante. Caminhou por uns tempos nas trilhas da Teologia da Libertação seguindo os caminhos dos ensinamentos de Cristo e nos pontificados Wojtyla e Ratzinger seguiu a rota do catolicismo distanciada da prática cristã.

Uma das primeiras providências do cardeal Bergoglio ao assumir o pontificado foi convidar o dominicano Gustavo Gutiérrez, teólogo que concebeu a Teologia da Libertação para uma visita ao vaticano.

Conversaram longamente sobre o abraço da Igreja aos fracos e oprimidos!

Muitas palmas para o Papa Francisco!!!

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