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MUNDO

“Lo picareta soy yo”

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É um caso de estudo psicológico.

A histeria leva pessoas a papéis que são dramaticamente idiotas e que tem o poder de contaminar outros, cujo funcionamento do cérebro está prejudicado pelo embotamento que o ódio lhes traz.

O tal Jonatan Moisés Diniz, 0 “brasileiro preso político pela ditadura de Nicolás Maduro, na Venezuela”, segundo a Folha, divulgou um vídeo onde se gaba de ter planejado  provocar a própria prisão.

“Se eu fui pra lá e eu fui preso, é porque eu incitei ser preso”, disse. “Eu sozinho não teria nenhuma voz, mas eu indo para a cadeia aconteceu exatamente o que estava nos meus planos.”

Diniz, morador de Los Angeles, surgiu do nada, no final do ano passado, pedindo doações para “alimentar pessoas” nas redes sociais, através de um “ong” que ele mesmo criou para “mudar a Terra”e nem tinha existência formal.

A imprensa publicava, candidamente, suas declarações de que “chorava por ver crianças de 5, 6 anos prepararem bombas molotov no meio da avenida para se prepararem para os confrontos”.

Valia tudo.

E a turma fanática daqui saiu a denunciar a perseguição do “chavismo” a um sujeito que ou é maluco, ou é picareta ou ganhou alguns dólares  criando um incidente diplomático. Se é que nossa diplomacia não ajudava a uma “peça” destas.

Não é demais pensar isso, já que nosso chanceler, Aloysio Nunes Ferreira, fez parte daquele convescote de excursão-provocação, ao lado do “maleiro” Aécio Neves, que só conseguiu ficar presa num engarrafamento e foi devidamente escorraçada de lá.

Capaz do rapaz ganhar uma medalha de ouro do Donald Trump. E derreter…

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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MUNDO

MANIFESTANTES DESTROEM LOJA DE DEPARTAMENTO APÓS ANÚNCIO RACISTA

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TUDO É POLÍTICA – No início desta semana, o grupo de moda sueco H & M publicou um anúncio com um menino negro usando moletom que dizia “o macaco mais legal da selva”.

Os manifestantes do movimento sul-africano de Defensores da Liberdade Econômica (EFF) destruindo várias lojas da H & M na província de Gauteng, reagindo ao anúncio da empresa considerado racista.

De acordo com a polícia, os oficiais dispararam balas de borracha contra os manifestantes, que estavam derrubando o mostruário das lojas e jogando roupas no chão.

O porta-voz do EFF, Mbuyiseni Ndlozi, disse que as desculpas do grupo de moda sueco eram pouco e vieram muito tarde. “O tempo das desculpas pelo racismo acabou, deve haver consequências para o racismo, ponto final!” Ndlozi escreveu no Twitter.

A H & M pediu desculpas pelo polêmico anúncio. “Nossa posição é simples, erramos e estamos profundamente arrependidos”, disse o site do departamento sul-africano do grupo.

Agência Sputinik

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MUNDO

GREVE GERAL: MORTE DE POLICIAL E FEMINICÍDIOS E ASSASSINATOS

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Greve geral unrugaui

Trabalhadores do transporte, da saúde, dos bancos e os funcionários públicos do Uruguai paralisaram na manhã desta terça-feira (9) suas atividades ao aderiram à primeira greve geral de 2018, convocada pela central sindical do país(PIT-CNT) em protesto por casos de violência recentes.

De acordo com informações da agência EFE, a greve de hoje é um pedido de luto e reflexão por causa de assassinatos de um policial, de um motorista de taxi, um caminhoneiro e dois feminicídios, todos ocorridos entre os últimos dias de 2017 e os primeiros de 2018.

“Esta greve por si só não vai resolver a violência no Uruguai, mas sentimos a necessidade de dar uma resposta imediata, o movimento sindical é sensível que está acontecendo com a sociedade”, disse a coordenação do  PIT-CNT.

A greve foi marcada para as 14h, 15h no horário de Brasília.

As diversas centrais aderiram à greve em horários diferentes, durante todo o dia.

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MUNDO

Psiquiatra apresentou a congressistas análise sobre saúde mental de Trump

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Donald Trump

Segundo especialista, legisladores temem que instabilidade mental do presidente norte-americano represente um perigo à nação; “ele tem potencial de se tornar impulsivo e muito volátil”, afirmou

OPERAMUNDI – Um grupo de congressistas americanos, a maioria democratas, foi informado por uma professora de Psiquiatria da Universidade Yale sobre a saúde mental do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, segundo noticiou a imprensa americana nesta quinta-feira (05/01).

A análise sobre Trump foi apresentada no início de dezembro pela psiquiatra Bandy Lee, editora do livro The Dangerous Case of Donald Trump: 27 Psychiatrists and Mental Health Experts Assess a President (O caso perigoso de Donald Trump: 27 avaliações de psiquiátricas e especialistas em saúde mental sobre um presidente).

“Os congressistas disseram que ficaram muito preocupados com o perigo do presidente, o perigo que sua instabilidade mental representa à nação”, afirmou Lee à emissora americana de televisão CNN. Eles teriam pedido que ela fale com mais legisladores sobre a saúde mental de Trump, o que deve acontecer neste mês.

Entre os congressistas que participaram do encontro havia ao menos um republicano, segundo a psiquiatra, que se recusou a revelar quem seria essa pessoa.

O parecer dado por Lee contraria as regras da Associação Americana de Psiquiatria, que determinam que psiquiatras não emitam opiniões profissionais sobre a saúde mental de pessoas sem avaliá-las pessoalmente.

A psiquiatra disse que não pode diagnosticar o presidente de longe, mas que cabe aos profissionais da saúde intervir em instâncias em que haja perigo para um indivíduo ou para o público.

Lee afirmou que os sinais que Trump demonstra alcançaram um nível perigoso. Como exemplo, ela citou as repetidas referências a teorias da conspiração, a negação de coisas que disse anteriormente e a agressividade do presidente.

“Ele parece estar se distanciando da realidade e recorrendo a teorias da conspiração”, disse a psiquiatra, citada pela CNN. “Há sinais de que ele entra em modo de ataque quando está sob estresse. Isso significa que ele tem potencial de se tornar impulsivo e muito volátil.”

À revista Politico, Lee disse que o presidente ficará ainda pior e incontrolável devido à pressão da presidência.

A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, afirmou que as declarações de Lee são lamentáveis e absurdas. “Se Trump não fosse capaz, ele provavelmente não estaria sentado onde está”, acrescentou.

Na Câmara dos Representantes, um grupo de 57 democratas está apoiando a criação de uma comissão para determinar se Trump possui saúde mental e física para o cargo. A Constituição dos EUA prevê duas maneiras de remover um presidente: por um processo de impeachment ou se ele for incapaz de realizar as funções da presidência.

 

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