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Esportes

Meias custam quase meio milhão de reais por mês aos cofres do Leão

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56 anos de emancipação

Custo rubro-negro não tem gerado benefício e jogadores como Lúcio Flávio, Xuxa e Geraldo estão devendo em campo

Ir às compras é uma arte. É analisar o mercado, procurar as melhores opções e escolher com critério. A palavra é  planejamento. E o que fez o Vitória? Tentou montar um time de qualidade, forte no meio, mas contratou errado, pagou caro e, claro, falha na Série B. Trouxe cinco jogadores de currículo interessante, características semelhantes, mas todos de 30 anos pra cima. O custo até então sem benefício é de quase R$ 500 mil por mês (quase um terço do valor do elenco: R$1,5 milhão).

Por enquanto, só Geovanni, que atuou em 26 das 28 partidas da Série B, compensa. E nessa reta final, com o Leão sob pressão, quem anda com moral com Vagner Benazzi são os garotos da base Arthur Maia e Felipe. Lúcio Flávio e Geraldo sequer viajaram pra enfrentar o Bragantino.

Mesmo assim, o presidente Alexi Portela Junior acredita que não houve falta de planejamento na montagem do meio-campo vermelho e preto. “Eu não me arrependo de nenhuma dessas contratações que fizemos. Não é problema de planejamento. O Vitória é um clube organizado e todo mundo quer jogar aqui. Mas concordo que alguns estão devendo”, fala.

Pra completar, as contratações foram feitas aos pedaços. No início da Série B, chegou Xuxa. Lá perto do meio, vieram no mesmo pacote Lúcio Flávio e Geraldo. E só há duas semanas chegou Gilberto, jogador mais caro do elenco. Em outras palavras, o Vitória montou, na teoria, um bom elenco e esqueceu de armar um time competitivo.

“Futebol é encaixe. Você precisa ter uma sequência. Se você observar, o Vitória tem sempre mudado de formação e fica difícil pra montar um padrão de jogo. São jogadores que chegam, precisam de um tempo pra se adaptar ao estilo de jogo do companheiro. Aí é complicado”, se defende, Lúcio Flávio, presente em 13 partidas, sendo 10 de titular.

Contratos – Fora Gilberto, que veio por R$ 300 mil pelos dois meses (R$5 mil por dia), todos os outros quatro têm contrato até o próximo ano. Ou seja, o clube ainda terá gastos extras caso queira rescindir o compromisso.

GERALDO – R$ 70 mil
Atuou 12 jogos: três de titular e nove como reserva. Só jogou uma partida inteira na estreia.

GEOVANNI – R$ 135 mil
Jogou 26 das 29 partidas do Leão na Série B: 17 titular e sete na reserva. Esse compensa!

GILBERTO – R$ 150 mil
Chegou no último dia 27 de setembro. Jogou as últimas três partidas. Duas como meia.

XUXA – R$ 40 mil
Mesmo na Toca desde o início da Série B, só atuou sete jogos: Três de titular e quatro na reserva.

LÚCIO FLÁVIO – R$ 80 mil
Um dos que criou mais expectativa na torcida, Lúcio atuou em 13 partidas. Foram dez como titular e três na reserva.

 

Fonte : Ibahia.com.br

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Brasil

“Futebol pode empoderar mulheres”, afirmam jogadoras

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56 anos de emancipação

Por Bia Pasqualino  no Brasil de Fato – Assentada do MST de Dionísio Cerqueira, pequena cidade em Santa Catarina, Maike Weber começou cedo a arte da bola. “O futebol ampliou minha visão de mundo”, conta a jogadora que hoje defende o Flamengo.

Weber foi destaque do jogo que ocorreu neste sábado (23) na inauguração do Campo Dr. Sócrates Brasileiro, localizado na Escola Nacional Florestan Fernandes, em Guararema (SP). A goleira defendeu um pênalti do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e tomou um gol dele, na sequência.

Sobre mulheres no futebol, ela afirma que o quadro ainda não é positivo. “Ainda existe muito preconceito, a mulher no futebol ainda é excluída”. Ela considera que a situação apresentou uma leve melhora depois que os times tiveram que apresentar uma equipe feminina como condição de participação na Copa Libertadores das Américas.

Luana Gonçalves Torres, filha de assentada do MST e dirigente regional de Ribeirão Preto (SP) também disputou uma partida pelo time anfitrião e se diz incomodada com a diferença que homens e mulheres são tratados no esporte. “A mulher sempre foi protagonista de diversos processos históricos, mas sempre silenciada”, conta. “Estar aqui hoje em times mistos é também honrar um lugar que às vezes é renegado às mulheres no futebol”, concluiu.

 

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CIDADES

Alunas da rede municipal participam do “I Festival de Futsal Feminino do Programa Simões Filho Esporte”  

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A Prefeitura Municipal de Simões Filho, através da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude (Sejuv), realizou na tarde desta sexta-feira (15), no Ginásio de Esportes, o “I Festival de Futsal Feminino do Programa Simões Filho Esporte”. 

As alunas de 12 a 17 anos, tiveram a oportunidade de interagir com jogadoras de diversas escolas, aprimorando relacionamentos e a prática do futsal.

O torneio foi divido em três categorias, sub-12, sub-15 e sub-17. As escolas campeãs foram: Edulino Ribeiro, Maria Chaves e Diácono. O segundo lugar ficou para as escolas: Péricles Reni e Nossa Esperança, sub-12 e sub-15.

Para a secretária da Sejuv, Sirliane Ribeiro, o esporte é fundamental para o desenvolvimento. “O objetivo é incentivar as meninas a praticar o futsal e fomentar o esporte no município, além de contrubuir na redução da vulnerabilidade social”, conta a secretaria.

Viviane Brito, 14 anos, apaixonada pelo futebol desde os sete, estudante do Diácono e artilheira do torneio, acredita que o Programa vem contribuindo para que o esporte seja valorizado e reconhecido no município. “Foi muito importante para nós que somos meninas e gostamos de jogar ver o futsal atuando aqui na cidade, isso incentiva, nos motiva e nos alegra. Não levamos para casa só medalhas, levamos sorrisos e novas amizades. Obrigada, foi um dia especial”, disse a artilheira.

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Esportes

Independiente empata com o Flamengo e é campeão da Sul-Americana

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indepndiente campeao sulamenricana 2017
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O Independiente, da Argentina, sagrou-se campeão da Copa Sul-Americana ao empatar em 1×1 com o Flamengo, ontem (13), no Maracanã, diante de mais de 62 mil pessoas.

O Flamengo saiu na frente com um gol de Lucas Paquetá, mas os argentinos empataram, ainda na etapa inicial, com um gol de pênalti convertido por Barco.

No segundo tempo, o Flamengo, empurrado pela torcida, foi à frente, mas esbarrou na forte retranca do adversário.

Como havia perdido por 2×1 em Buenos Aires, o Flamengo precisava de uma vitória. Foi o 17º título internacional da equipe argentina.

Antes do jogo, mais de mil torcedores rubro-negros invadiram o Maracanã, quebrando roletas e grades.

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