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Milhares comemoram demissão do governo do Kuwait

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Oposição convocou protesto por dissolução do Parlamento, por corrupção.
Governantes apresentaram antes demissão ao emir, que aceitou o pedido.

Dezemas de milhares de kuwaitianos saíram às ruas nesta segunda-feira (28) à noite em resposta a uma convocação da oposição para celebrar a demissão do governo e pedir a dissolução do Parlamento.

Os manifestantes agitavam bandeiras kwaitianas a gritos de: “o Parlamento tem que se dissolver”.

A oposição havia convocado inicialmente o protesto para pedir a demissão do governo, dirigido pelo xeque Nasser Mohammed al Ahmad Al Sabah, um membro da família real, por um caso de corrupção.

Mas o governo apresentou sua demissão na segunda-feira à tarde e o emir, xeque Sabah al Ahmad Al Sabah, aceitou.

Os organizadores estimaram em 90.000 o número de participantes da manifestação, o que a torna a maior de toda a história do Kuwait, cuja população nativa está estimada em 1,2 milhão de pessoas.

“A demissão do gabinete não é suficiente. O Parlamento tem que se dissolver e os deputados corruptos serem levados à Justiça”, afirmou o parlamentar islamita Mohammed Hayef diante da multidão que o aclamava.

O emir aceitou a demissão do governo do xeque Nasser, de 71 anos, um de seus sobrinhos, e lhe pediu que seguisse à frente dos assuntos correntes.

Desde que foi nomeado à liderança do governo em fevereiro de 2006, o xeque Nasser realizou sete demissões por divergências no Parlamento, o qual foi dissolvido três vezes pelo emir.

No momento se desconhece se o emir tem a intenção de nomear novamente o xeque Nassar à frente do executivo. A oposição reclama a dissolução do Parlamento e a celebração de eleições antecipadas.

“Hoje marca uma vitória para o povo kuwaitiano em sua luta contra corrupção”, afirmou o deputado da oposição Jaman al Harbash aos manifestantes.

Um representante de 26 grupos de jovens e estudantes, Abdel Rahman al Qashan, pediu por sua vez que o primeiro-ministro seja julgado, assim como 15 membros de seu governo.

Os oradores também pediram ao emir que coloque fim às lutas entre os membros da família real dos Al Sabah, no poder há 250 anos.

“Alteza, as disputas no seio da família reinante constituem uma ameaça para o Kuwait”, disse o deputado independente Saifi al Saifi.

Os manifestantes também pediram a libertação de 24 opositores.

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‘Não confie em Bolsonaro’, diz campanha da Apib direcionada a Joe Biden

Cúpula sobre clima convocada por presidente americano gera receios de um acordo ‘com o pior inimigo’ da Amazônia, alertam organizações

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Do Tudo é Política – A Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) articulou uma campanha direcionada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta segunda-feira 12. Em um vídeo feito em inglês, a organização é taxativa: “Ou a Amazônia, ou Bolsonaro. Você não pode ter ambos. De que lado você está?”.

O pedido é para que Biden não confie e não negocie com o presidente Jair Bolsonaro qualquer acordo que envolva o futuro da Amazônia – possibilidade aventada para ocorrer durante uma cúpula convocada pelo presidente americano, que acontecerá na próxima semana.

“Não deixe esse homem negociar o futuro da Amazônia. Ele declarou guerra contra nós. Contra os povos indígenas, contra a democracia. Ele espalha Covid, mentiras e ódio. Ele é um extremista que disse que a sua eleição é uma fraude“, diz a narração, que é acompanhada de imagens do presidente brasileiro.

Essa não é a primeira reação aos riscos de que um acordo forneça fundos que seriam supostamente direcionados ao controle do desmatamento. Uma carta assinada por 199 instituições da sociedade civil aponta que “não é razoável esperar que as soluções para a Amazônia e seus povos venham de negociações feitas a portas fechadas com seu pior inimigo”.

“As negociações ocorrem longe dos olhos da sociedade civil, que o presidente brasileiro já comparou a um ‘câncer’. O governo brasileiro comemora tais negociações, que envolveriam recursos financeiros. O presidente americano precisa escolher entre cumprir seu discurso de posse e dar recursos e prestígio político a Bolsonaro. Impossível ter ambos”, escrevem as entidades.

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Bolsonaro envia condolências à rainha pela morte de príncipe Philip

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Do Tudo é Política – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) enviou mensagem de condolências à rainha do Reino Unido, Elizabeth II, pela morte do marido da monarca, o príncipe consorte Philip, que faleceu nesta sexta-feira (9), aos 99 anos. Philip exercia o título de duque de Edimburgo.

“O governo e o povo brasileiros solidarizam-se com a Rainha Elizabeth II, sua família e o povo do Reino Unido neste momento de luto dos britânicos pela perda do Duque de Edimburgo. O Presidente Jair Bolsonaro enviou mensagem de condolências a Sua Majestade”, afirmou o Itamaraty, por meio de nota.

Philip era casado com a rainha Elizabeth II há mais de 73 anos. Apesar do matrimônio, ele nunca recebeu o título de “rei” porque a alcunha destronaria a rainha Elizabeth, desrespeitando a linhagem da casa de Windsor, família da monarca. A morte do príncipe Philip também não altera a linha sucessória da monarquia britânica. O sucessor imediata da rainha é o seu filho mais velho, o príncipe Charles.

O Reino Unido é uma monarquia parlamentarista. Os monarcas não possuem funções administrativas, mas exercem funções de Estado. A rainha Elizabeth II é a chefe de Estado, o rosto da Inglaterra e dos demais países do Reino Unido diante do mundo, enquanto o primeiro-ministro- posto exercido por Boris Johnson, é o chefe de governo.

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a ‘arrumar a bagunça’ nas relações com Rússia

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a 'arrumar a bagunça' nas relações com Rússia

As relações entre a Rússia e os Estados Unidos estão atravessando uma crise gravíssima, mas Moscou está se esforçando para estabelecer um diálogo pragmático, ao contrário dos EUA, anunciou o embaixador russo nos EUA Anatoly Antonov.

Anatoly Antonov, o embaixador russo em Washington convocado a Moscou para consultas, afirmou que os Estados Unidos não estão dispostos para “arrumar a bagunça” nas relações com a Rússia, o que seria muito difícil.

“Entretanto, nós entendemos que arrumar a bagunça formada nos últimos anos será muitíssimo difícil. A propósito, após várias conversas e consulta de uma série de documentos, quero dizer que hoje em dia não existe nenhum desejo em Washington de arrumar esta bagunça”, disse o diplomata discursando no Conselho da Federação da Rússia durante uma reunião amplificada dos comitês de Defesa e de Assuntos Internacionais.

Mais do que isso, adicionou o diplomata, a administração Biden tomou o rumo para exacerbar as sanções contra a Rússia sob pretextos inventados.

“A administração Biden tomou o rumo da continuação do desenrolar da espiral de sanções sob pretextos inventados. Constantemente se ouvem ameaças relacionadas com a pseudointerferência nas eleições norte-americanas, com os alegados ataques contra recursos informáticos dos EUA e por causa de uma suposta ‘atividade indecente’ de antagonismo às forças militares norte-americanas no Afeganistão”, afirmou o embaixador.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou na última quarta-feira (17) que Antonov foi convocado a Moscou para discutir o futuro das relações entre os Estados Unidos e a Rússia. Moscou quer analisar o cenário político-diplomático e determinar quais medidas serão tomadas em relação aos EUA no futuro.

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