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NATURALLE: LEGAL PARA SER ILEGAL

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Programas Sociais

São muitos os caminhos quem a empresa Naturalle percorre para conseguir impor ao povo de Simões Filho um aterro sanitário – “Lixão” – no vale do Itamboatá, que para seus proprietários será um moderno sistema de tratamento de resíduos orgânicos, mas para toda a população de Simões Filho será uma verdadeira catástrofe com potencial destruidor de um dos maiores lençóis freáticos do Brasil, o aquífero São Sebastião.

Para conseguir a implantação do “lixão” buscou-se a legalidade, numa ação arquitetada para esconder, daqueles que poderiam impedir uma licença de funcionamento, o objetivo final, que, de acordo com plano diretor municipal, é empreendimento impossível de existir.

Sabendo da alquimia de transformar “lixo em ouro”, a empresa investiu na compra de diversas fazendas no vale do Itamboatá, até o momento, foram cinco, compradas em área com reservas de Mata Nativa, protegidas por Lei.

O INEMA, já se posicionou contra a implantação do “lixão”, mas os prepostos não desistem, e, enquanto funcionam com tratamento de resíduos inertes, de forma silenciosa, buscam a todo custo, contornar os obstáculos legais que impedem, até o momento, a consumação da fase final do projeto que poderá abrir uma ferida incurável no solo da Região Metropolitana de Salvador.

Possibilidades de sucesso, são vistas com os processos eleitorais futuros.

Apostam que o povo, em determinado momento, canse de lutar contra, e assim, eles possam estar tranquilos para surpreender a todos, com a ação criminosa de contaminar uma das poucas reservas de água potável da Bahia.

Estamos de olho!

P U B L I C I D A D E
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