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Saúde

Padilha: distribuir e prescrever cloroquina por meio do SUS é ilegal

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O deputado federal e ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP), em entrevista à TV 247, afirmou que profissionais da saúde que prescrevem cloroquina pelo SUS para pacientes com Covid-19 estão cometendo uma ilegalidade.Um dos itens do “envenenamento precoce”, apelidado por Padilha, a cloroquina não foi incorporada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias (Conitec), o que impede sua prescrição por profissionais do SUS. “Ninguém no SUS pode fazer propaganda, produzir, comprar, distribuir ou prescrever uma medicação que não foi incorporada pela Conitec. Não está autorizado a ser investido recurso público do SUS para uso dessa medicação. E o governo Bolsonaro fez tudo isso. O SUS não permite”.

Apesar das evidências científicas que apontam para a ineficácia da cloroquina contra a Covid-19, médicos ainda sim têm autonomia para medicar seus pacientes com a substância. Eles são obrigados, porém, a seguir quatro protocolos estabelecidos pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), alerta Padilha. “O CFM está regulando o que o médico tem que fazer caso ele queira prescrever esse medicamento e assumir a responsabilidade sobre isso. Ele precisa orientar o paciente de que não existe qualquer estudo que mostre a eficácia desse medicamento, tem que orientar o paciente dos estudos que mostram a gravidade e a agressão que esse medicamento pode causar, tem que orientar o paciente que a melhor forma de prevenir a Covid-19 é o uso de de máscara, o distanciamento e álcool gel e tem que fazer um termo de consentimento”.

‘Nise mentiu sobre suas funções na Saúde nos governos do PT’

Sobre o depoimento da médica Nise Yamaguchi, defensora da cloroquina, à CPI da Covid na última terça-feira (1), Padilha desmentiu as informações apresentadas por ela sobre quando atuou no Ministério da Saúde durante os governos do PT. A médica citou sua passagem pelo ministério em outros governos para tentar se afastar da ideia de que é apoiadora de Jair Bolsonaro.

“Ela de fato foi servidora do ministério já na gestão do [ex-ministro José Gomes] Temporão. Quando eu assumi o ministério, em 2011, ela era servidora do ministério, depois eu a exonerei porque o papel que ela tinha não estava correspondendo ao que a gente estabelecia. Mas ela nunca teve qualquer participação ou envolvimento. Ela chegou a mentir mais de uma vez dizendo que durante a gestão do Temporão, na H1N1, ela participava do comitê da H1N1. Nunca participou. Não era esse o tema dela”.

Saúde

HOJE É O DIA DO ORTOPEDISTA; ALFREDO ASSIS E EDUARDO ALENCAR SÃO LEMBRADOS PELOS SIMÕESFILHENSES

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alfredo assis e Eduado Alencar

Hoje, dia 19 de setembro, é o Dia do Ortopedista.

Em Simões Filho a profissão é especialmente lembrada em função das histórias de dois médicos com longa história profissional e política na cidade – Eduardo Alencar e Alfredo Assis.

Nas redes sociais, diversas postagens homenageando os dois médicos foram publicadas por diversas pessoas.

Dr Eduardo Alencar – médico ortopedista, ex-prefeito e deputado estadual, tem longa história profissional que é lembrada por inúmeros muncípes que de alguma forma foram atendidos pelo médico ortopedista.

Dr Alfredo Assis – ex-vereador e apontado como o melhor secretário de saúde que a cidade já teve, é lembrado pela sua capacidade de organização e liderança. Os diversos relatos de quem o conhece e foi atendido e tratado por Dr Alfredo Assis são de admiração pelo espirito humano e e acolhedor.

Leia abaixo os comentários feitos nas postagens dos dois médicos nas redes sociais:

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ALBA

CIRURGIAS ELETIVAS SÃO RETOMADAS NA BAHIA E DEPUTADO EDUARDO ALENCAR COMEMORA

A volta das cirurgias eletivas foi uma bandeira defendida pelo deputado que fez cobranças contínuas ao governo do estado.

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Por conta da pandemia do novo coronavírus, a demanda por leitos de UTI no estado da Bahia triplicou nesses últimos meses levando a Secretaria de Saúde do Estado a interromper, parcialmente, a realização de cirurgias eletivas em pacientes que aguardavam na fila da regulação.

Desde então, muitos pacientes com diversos graus de complexidade, tiveram que ficar em casa aguardando o momento para a realização dos procedimentos.


Além de presidente da Comissão de Saúde da Alba, profissional da área de saúde, o médico e Deputado Estadual Eduardo Alencar(PSD), sempre atento a essa demanda, sempre que possível cobrou do governo do estado o retorno dessas cirurgias.


Prova disso foi a cobrança feita em 11 de maio desse ano em audiência pública online, pelo deputado ao secretário da época, Fábio Vilas-Boas, veja abaixo:

A boa notícia veio essa semana. Após queda de 21% das cirurgias na pandemia, o estado retomará 100% dos procedimentos eletivos nas unidades do SUS ainda essa semana.


A informação foi dada pela secretária de saúde do estado, Tereza Paim, ontem, segunda-feira(13) durante a inauguração da Policlínica de Saúde Regional de Serrinha.


Em contato com o Página Simões Filho, o deputado Eduardo Alencar declarou: “Nesse momento temos muitas pessoas pobres no interior do estado que não tem condições de pagar por cirurgias e precisam desse atendimento pelo SUS. Eu venho cobrando da secretaria de saúde do estado o retorno dessas cirurgias, hoje nós tivemos a notícia de que as cirurgias serão retomadas. Estou muito feliz com este retorno. Essa é nossa obrigação, lutar e trabalhar pelo povo do nosso estado.”

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Saúde

Variante delta ameaça controle da pandemia. Brasil ultrapassa 580 mil mortos

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A variante delta do novo coronavírus segue como ameaça aos esforços de controle da pandemia de covid-19 em todo o mundo. Israel está com a maior média de novos casos diários desde o início do surto, em março de 2020. Os Estados Unidos sofrem com falta de leitos, e registra oficialmente quase 2 mil mortes diárias, devido à rejeição das vacinas por parte negacionista da população. Na Europa, a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou ontem (30) que as mortes aumentaram 11% na última semana. “Na semana passada, o número de mortos na região aumentou 11%, com uma projeção confiável que prevê 236 mil mortos na Europa até 1º de dezembro”, disse o diretor regional da OMS, Hans Kluge.

Enquanto isso, o ritmo da vacinação entre os europeus caiu 14% no mesmo período, de acordo com Kluge. No Brasil, apenas o Rio de Janeiro confirmou prevalência da variante delta em seu território. Os efeitos são sensíveis com aumento de casos e mortes, além de 12 cidades em estado de colapso hospitalar por falta de leitos de UTI.

580 mil mortos

No panorama geral, apesar da tendência já detectada de crescimento dos casos em algumas semanas, as vacinas seguem apresentando bons resultados no Brasil. Hoje (31), foram notificadas mais 839 mortes, levando o país a ultrapassar mais uma triste marca, totalizando 580.413 vítimas do coronavírus. Também foram reportados 24.589 novos casos, somando 20.776.870 de infectados, também desde março do ano passado. Os dados são fornecidos pelo Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass). Os dados de hoje não incluíram o Ceará, que não entregou o balanço até o fechamento do dia.

Embora a variante delta seja até 70% mais contagiosa, e tenha a capacidade de circular entre vacinados, os imunizantes em aplicação no país têm apresentado bons resultados para reduzir internações e mortes. “As vacinas continuam eficientes contra a delta, apesar da alta carga viral de transmissão. Até o fechamento desta reportagem, 30,54% dos brasileiros foram totalmente imunizados com duas doses ou vacina de dose única. Receberam a primeira dose, um percentual de 66,89% da população.

Vacinação e controle

A média móvel de mortes no Brasil está em 667 em cada um dos últimos sete dias, a mais baixa desde o início do ano. O indicador aplicado ao registro de novos casos é de 23.143 a cada um dos últimos sete dias. Porém, o cenário internacional e o agravamento da pandemia no Rio de Janeiro provam que, em paralelo à vacinação, é preciso ampliar as medidas para conter a transmissão comunitária da variante delta do novo coronavírus. Entre elas, distanciamento social, uso de máscaras e higienização das mãos.

“Enquanto a gente não resolver a pandemia em todos os lugares com transmissão significativa do vírus, teremos o risco de vermos variantes com mais adaptações surgindo justamente em lugares onde o descontrole é maior. A covid-19 não pode virar uma doença marginalizada”, alerta a neurocientista e pesquisadora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) Mellanie Fontes-Dutra.

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