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PMDB expulsa deputados que aprovaram as mudanças no Planserv.

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O partido já havia fechado questão em torno do assunto por discordar do projeto apresentado pelo governo estadual.

O Conselho de Ética do PMDB da Bahia decidiu, por unanimidade, expulsar os deputados estaduais Alan Sanches, Ivana Bastos e Timóteo Brito, conforme nota emitida após reunião na sede do partido, em Salvador, nesta segunda-feira (05).

A decisão teve como base as notas taquigráficas da sessão plenária de votação que aprovou a alteração das normas do Planserv, diante dos votos dos três parlamentares favoráveis ao projeto, desobedecendo a orientação do vice-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB), e do líder da Bancada do PMDB na Casa, deputado Luciano Simões.

O partido já havia fechado questão em torno do assunto por discordar do projeto apresentado pelo governo estadual.

De acordo com o documento, o PMDB reitera a oposição ao atual gestão do governo Jaques Wagner e ao projeto que altera as normas do Planserv.

“O PMDB reafirma seu repúdio às alterações do Planserv, levadas a cabo pelo atual Governo da Bahia, comprometendo-se a recorrer à Justiça a fim de que os servidores do Estado não mais sejam tolhidos nos seus direitos fundamentais, no caso, à saúde”, conclui a nota, assinada pelo presidente da Comissão de Ética e Disciplina, Juvenal Maynart, e pelo secretário-geral do partido na Bahia, Almir Melo.

Reação – Surpreendido com a notícia de que havia sido expulso do PMDB, o deputado estadual Alan Sanches lamentou a forma que o processo foi conduzido. “Não recebi nenhuma notificação. Para se ter ideia tomei conhecimento da minha expulsão e dos meus colegas (Ivana Bastos e Timóteo Brito) pela imprensa. Sequer nos foi permitido o direito de defesa. O que comprova a forma antirepublicana e antidemocrática dos dirigentes peemedebistas tratar seus filiados”, destacou.

Nesta tarde, inclusive, o deputado Alan Sanches disse ter recebideo uma ligação da assessoria do presidente nacional da sigla, Valdir Raupp, convidando-o para participar de um fórum dia 15, às 16h, em Brasília.

O PMDB alega que a expulsão se deu por conta da votação do Planserv, onde os deputados teriam votado de forma contrária à orientação da bancada.

Contudo, de acordo com Alan Sanches, o projeto hora nenhuma foi discutido internamente pelo grupo. Mais além, o deputado afirmou que desde o dia em que participou da festa de lançamento do PSD no estado, vem sendo perseguido pela legenda. “De lá para cá, para utilizar o tempo partidário que nos é de direito tínhamos que pedir favor aos colegas de outras legendas, pois dentro do PMDB isso nos era negado. Ou seja, o PMDB da Bahia prega democracia, mas internamente não a pratica”, destacou.

Por fim, o parlamentar desejou boa sorte aos peemedebistas que ficam e fez questão de deixar um questionamento no ar: “Será que o real motivo que gerou a nossa expulsão de forma tão arbitrária e ditatorial foi, de fato, a votação de um projeto que sequer foi discutido internamente pela nossa bancada ou a possibilidade da criação de uma nova agremiação partidária? Que respondam os coronéis de plantão”.

Malas prontas – As divergências dos deputados Alan Sanches, Ivana Bastos e Timóteo Brito com o comando do PMDB da Bahia não são de agora. No dia 20 de março, quando o vice-governador Otto Alencar promoveu o lançamento do PSD na Bahia, os três peemedebistas declararam apoio à criação do novo partido. De lá para cá, o assunto foi conduzido sem pressa porque o registro da nova legenda dependeria da Justiça Eleitoral. Mas neste período, os três peemedebistas foram vistos com frequência no gabinete do vice-governador.

Fonte: bahiatodahora.com.br

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Dallagnol recusa disputar promoção que o afastaria da Lava Jato

Caso desejasse, procurador poderia concorrer a uma das dez vagas em aberto nas Procuradorias Regionais da República — nove em Brasília (DF) e uma em Porto Alegre (RS)

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Bahia.ba – Chefe da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, o procurador Deltan Dallagnol informou ao Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) não ter interesse em concorrer a uma promoção no momento.

Caso desejasse, Dallagnol poderia concorrer a uma das dez vagas em aberto nas Procuradorias Regionais da República — nove em Brasília (DF) e uma em Porto Alegre (RS).

Em nota, o Ministério Público Federal (MPF) no Paraná afirmou que o coordenador da Lava Jato tomou a decisão por “aspectos pessoais e profissionais”, após conversar com os demais integrantes da força-tarefa.

Uma promoção, e consequente saída da Lava Jato, poderia representar um escape para Dallagnol, cada vez mais pressionado na atual função, desde o vazamento de mensagens do Telegram obtidas pelo site The Intercept Brasil.

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Cai em 5% o número de baleias jubarte encalhadas no estado

Enquanto isso, encalhes aumentaram nas regiões do Rio de Janeiro e São Paulo

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TudoePolitica – Seduzidas pelas águas tropicais, as baleias jubarte fogem do inverno das zonas polares e migram para a costa brasileira todos os anos durante seu período de reprodução.

Nessa época do ano, os animais marinhos fazem da região de Abrolhos, entre o extremo sul da Bahia e o norte do Espírito Santo, o maior berço reprodutivo do Atlântico Sul.

Durante o processo de migração, contudo, muitos desses animais marinhos não conseguem concluir a viagem e acabam encalhando nas praias, inclusive nas situadas na Bahia.

Somente neste ano, conforme informou ao bahia.ba o Instituto Baleia Jubarte, foram registrados 46 encalhes na costa brasileira. Desse total, 16 foram em terras baianas, o que representa 34% do total. Devido à sua extensa costa litorânea, o estado é líder no ranking nacional de encalhes desde 2012.

O total computado neste ano, contudo, é 5% menor ao registrado no ano passado. Também houve redução de oito pontos percentuais no Espírito Santo. Ao mesmo tempo, Rio de Janeiro e São Paulo apresentaram alta de 8% e 7%, respectivamente.

As causas para tais mudanças entre os estados ainda são indefinidas, mas o veterinário chefe do Projeto Baleia Jubarte, Hernani Ramos, aponta algumas hipóteses.

“Muitas questões são um mistério, mas esse é o fascínio do estudo de pesquisa. Uma das possibilidades é a distribuição da população, que não ocorre igual todos os anos. Às vezes as baleias sobem mais, às vezes descem. Mas, com certeza, o número de encalhes tem relação direta com a quantidade de animais disponíveis. Quando a população aumenta, existe um número maior de ocorrências”, explicou.

Reprodução – À reportagem, o especialista também detalhou como ocorre o período de reprodução – que dura entre quatro e cinco meses – das baleias jubarte no primeiro Parque Nacional Marinho do Brasil.

“Elas se alimentam na Antártica e acumulam reservas. Durante o inverno antártico, as águas ficam muito frias, por isso as baleias fogem, vindo para a costa do Brasil para reproduzir em áreas abrigadas, ficando entre julho e novembro. A plataforma do Banco dos Abrolhos é onde elas escolheram como berçário. É aqui que elas acasalam em um ano e parem seus filhos no outro. O maior período de concentração é entre agosto e setembro”, detalhou.

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Supremo prepara sequência de julgamentos decisivos para Moro e a Lava Jato

Ações que debatem o uso de dados de órgãos de controle e a suspeição do ex-juiz podem voltar à pauta da Corte em outubro

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 TudoePolitica – O Supremo Tribunal Federal (STF) prepara para outubro uma série de julgamentos que, em suma, podem tornar sem efeitos decisões do ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sérgio Moro, e da força-tarefa da Operação Lava Jato, coordenada pelo procurador Deltan Dallagnol. A informação é da Folha de S. Paulo.

O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, indicou aos colegas estar disposto a levar ao plenário no próximo mês as ações que questionam a constitucionalidade das prisões após condenação em segunda instância, uma das principais bandeiras da Lava Jato, além da discussão que anulou a sentença imposta por Moro a Aldemir Bendine, ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil. Ministros avaliam que a provável inclusão dos temas na pauta do plenário sinaliza que, hoje, já haveria maioria a favor das teses contrárias à Lava Jato. ​

Além disso, Toffoli admitiu a possibilidade de antecipar o debate sobre uso de dados detalhados de órgãos de controle, como o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Receita Federal e Banco Central, sem autorização judicial. Inicialmente, o tema estava previso para voltar à pauta em 21 de novembro.

Também em outubro, Gilmar Mendes pretende retomar o julgamento da alegada suspeição do ex-juiz. Os magistrados vão voltar a discutir um pedido de habeas corpus formulado pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que alega falta de imparcialidade de Moro na condução do processo do tríplex de Guarujá (SP). Se a solicitação for aceita, a sentença pode ser anulada e o caso voltaria aos estágios iniciais, o que tiraria Lula da cadeia.

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