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Primeiro-ministro japonês diz ter “grande confiança” em Trump

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Simões Filho tá Mudando

O presidente eleito de Estados Unidos, Donald Trump, se reuniu na quinta-feira em Nova York com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, que afirmou após o encontro ter “grande confiança” no próximo chefe de Estado da maior potência do mundo.

“Tenho a convicção de que Donald Trump é um dirigente de grande confiança”, declarou Abe à imprensa.

Abe disse que a atmosfera do primeiro encontro com o sucessor de Barack Obama foi “quente”.

“Tivemos a oportunidade de ter uma conversa muito franca durante um tempo bastante longo”, disse o primeiro-ministro, após o encontro que aconteceu na Trump Tower de Manhattan.

Minutos antes de embarcar para os Estados Unidos, o primeiro-ministro japonês disse à imprensa que se sentia honrado por poder se reunir com o presidente eleito “antes de qualquer dirigente do mundo”.

“A aliança entre Japão e Estados Unidos é a pedra angular da diplomacia e da segurança do Japão” que “pode funcionar somente dentro da confiança”, disse Abe.

Durante sua campanha, o magnata manifestou sua intenção de retirar os soldados americanos da Coreia do Sul e do Japão se não houver um aumento significativo na contribuição financeira desses países.

Também criticou os tratados de livre comércio como o Acordo Transpacífico (TPP), que os Estados Unidos ainda não ratificaram. Tóquio acredita que seu eventual abandono irá favorecer um acordo comercial rival com a China.

Mais nomes

Nove dias após sua vitória eleitoral, Trump continua em sua Torre negociando com máxima discrição o seu futuro governo. A atenção continua centrada precisamente na pessoa que comandará a diplomacia americana.

O nome do ex-prefeito de Nova York Rudy Giuliani, de 72 anos, que apoiou Trump incondicionalmente durante a campanha, aparece com muita força.

Vários meios locais apontam, entretanto, que o magnata considera que Giuliani, afastado da vida política há 15 anos, poderia enfrentar um conflito de interesses caso seja secretário de Estado, principalmente por seu vínculo com uma companhia de petróleo venezuelana.

O nome de Mitt Romney, candidato republicano à presidência derrotado por Barack Obama em 2012, veio à tona pela primeira vez nesta quinta-feira.

O ex-governador de Massachusetts, de 69 anos, que em março chamou Trump de “charlatão” deverá ser recebido no próximo sábado pelo presidente eleito em seu clube de golfe de Bedminster, em Nova Jersey, segundo a CNN.

O ex-embaixador na ONU John Bolton e o senador Bob Corker, presidente da comissão de Relações Estrangeiras, são muito cotados para ocupar o cargo.

Mas as emissoras CNN e MSNBC asseguraram que a governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, filha de índios, também é uma das favoritas para liderar a diplomacia americana.

A porta-voz de Trump, Kellyanne Conway, disse na quinta-feira à emissora MSNBC que Haley é uma “governadora extraordinária”, que poderia ocupar “várias posições” na nova administração, apesar de ter apoiado o multimilionário “tardiamente”, quando a campanha já havia começado.

O senador ultraconservador Ted Cruz, que disputou com o magnata as primárias republicanas, foi visto na Torre Trump e trouxe à tona rumores sobre sua possível nomeação como secretário de Justiça, de acordo com a agência Bloomberg.

Entretanto, o atual chefe de inteligência nacional, James Clapper, apresentou sua carta de renúncia que será efetiva quando o novo governo assumir.

O general aposentado Michael Flynn poderia se tornar conselheiro de Segurança Nacional, segundo a imprensa. O militar comandou a Agência de Inteligência de Defesa (DIA, em inglês) entre 2012 e 2014, mas abandonou o posto por suas diferenças com a equipe da instituição e do governo.

O jornal Wall Street Journal assinalou que o ex-governador do Texas Rick Perry, que participou das internas republicanas, aspira ao cargo de secretário de Energia.

A porta-voz de Trump também assinalou que as primeiras nomeações serão anunciadas “antes ou depois do Dia de Ação de Graças”, que é celebrado na quinta-feira 24 de novembro.

Após mais de uma semana de “clausura”, Trump continuará na sexta-feira as consultas sobre a conformação de seu gabinete em um campo de golfe de Bedminster, em Nova Jersey.

EXAME

Jornalista DRT/MTB nº 4584/BA - Atualmente é editor dos sites Tudo é política e Página Simões Filho. Tem formação em contabilidade e experiência como Instrutor profissional nas áreas de designer gráfico e programação para web.

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URGENTE: Israel realiza ataque aéreo a dezenas de alvos em Gaza durante última hora

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TRUMP E KIM ESTÃO EM CINGAPURA PARA REUNIÃO HISTÓRICA NA TERÇA-FEIRA

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Simões Filho tá Mudando

CINGAPURA (Reuters) – O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou em Cingapura neste domingo para uma histórica reunião com o líder norte-coreano, Kim Jong Un, que poderia estabelecer o terreno para finalizar um impasse nuclear entre os antigos inimigos e para a própria transformação da isolada nação asiática.

Trump aterrissou na base aérea de Paya Lebar a bordo do Força Aérea Um buscando atingir um acordo que levará à desnuclearização de um dos inimigos mais amargos dos EUA. O presidente chegou após uma reunião conflituosa do G7 no Canadá com alguns dos aliados mais próximos de Washington que ajudou a piorar ainda mais as alianças comerciais globais.

Depois de descer do Força Aérea Um em uma noite úmida e tropical, Trump foi recebido pelo ministro das Relações Exteriores de Cingapura, Vivian Balakrishnan.

Perguntado por um repórter sobre como se sentia sobre a reunião, Trump disse: “Muito bem”.

O norte-coreano Kim havia chegado em Cingapura mais cedo no domingo.

Quando Trump e Kim se encontrarem em Sentosa, uma ilha resort em Cingapura com um parque temático do Universal Studios e praias artificiais, eles estarão fazendo história.

Inimigos desde a Guerra da Coreia entre 1950 e 1953, os líderes de Coreia do Norte e Estados Unidos nunca se encontraram antes – ou sequer se falaram pelo telefone.

Kim chegou no aeroporto de Changi em Cingapura após sua mais longa viagem ao exterior como chefe de Estado, usando um de seus característicos “terno de Mao” negro e corte de cabelo lateral. Kim não deixa o país desde que assumiu o poder em 2011 a não ser por uma visita à China e outra ao lado sul-coreano da zona desmilitarizada da fronteira entre as duas Coreias.

Chegando em um avião emprestado pela China, que foi por décadas o único grande aliado da Coreia do Norte, Kim também foi recebido por Balakrishnan.

Viajando com ele estavam seus principais oficiais, incluindo o Ministro das Relações Exteriores, Ri Yong Ho, e Kim Yong Chol, um assessor próximo de Kim que têm sido instrumental no processo diplomático que culminou no encontro de terça-feira.

Kim Yo Jong, a irmã do líder, também foi vista na delegação norte-coreana. Ela emergiu como uma figura de influência na liderança opaca de Pyongyang em fevereiro, quando liderou uma delegação norte-coreana nos Jogos Olímpicos de Inverno na Coreia do Sul.

Autoridades que chegaram com Trump incluem o secretário de Estado, Mike Pompeo, o conselheiro de Segurança Nacional, John Bolton, o chefe de Gabinete da Casa Branca, John Kelly, e a secretária de Imprensa da Casa Branca, Sarah Sanders.

A retórica de linha dura de Bolton no mês passado enfureceu a Coreia do Norte e quase descarrilhou a reunião. Ele pediu que a Coreia siga um “modelo líbio” nas negociações. A Líbia entregou unilateralmente seu programa de armas nucleares em 2003, mas seu líder, Muammar Gaddafi, foi morto em 2011 por rebeldes apoiados pela Otan.

NO EMBALO DO MOMENTO

Ao falar no Canadá no sábado, Trump disse que qualquer acordo na reunião aconteceria “no embalo do momento”, sublinhando as incertezas do que chamou de “missão de paz”.

Ele inicialmente se gabou do potencial para uma grande negociação com a Coreia do Norte para se livrar de seu programa de mísseis nucleares que avançou rapidamente para ameaçar os Estados Unidos.

Mas desde então ele baixou as expectativas, se afastando de uma demanda original pela desnuclearização rápida da Coreia do Norte.

Trump diz que as conversas serão mais sobre iniciar uma relação com Kim para um processo de negociação que levaria mais de uma conferência.

Em seus primeiros comentários públicos desde sua chegada, Kim disse que o papel de Cingapura ficaria registrado na história se a conferência fosse bem sucedida.

A Coreia do Norte passou décadas desenvolvendo armas nucleares, culminando em um teste de um dispositivo termonuclear em 2017. O país também testou de maneira bem sucedida mísseis que podem chegar ao território continental dos Estados Unidos.

Os testes aconteceram em meio a uma campanha de “pressão máxima” sobre a Coreia do Norte, liderada pelos Estados Unidos, que aumentaram sanções econômicas e a possibilidade de ações militares.

Os dois líderes trocavam insultos enquanto os temores de guerra cresciam.

Mas em um pronunciamento no ano novo, Kim se mostrou a favor da conciliação, dizendo que seu país havia completado o desenvolvimento de seu programa nuclear e agora focaria em desenvolvimento econômico.

Ele também sugeriu uma reunião com a Coreia do Sul.

Depois de uma série de contatos entre as duas Coreias, as autoridades sul-coreanas sugeriram a Trump em março que Kim estaria disposto a se encontrar pessoalmente, e o presidente norte-americano concordou.

Muitos especialistas sobre a Coreia do Norte, um dos países mais imprevisíveis e isolados no mundo, continuam céticos em relação à possibilidade de Kim abandonar suas estimadas armas nucleares. Eles acreditam que Kim esteja comprometido a conseguir que os Estados Unidos aliviem as pesadas sanções que apertam o empobrecido país.

Kim, cuja a idade é especulada em 34 anos, é um dos mais jovens chefes de Estado no mundo e parece um candidato improvável a fazer história do tipo evitado por seu pai e seu avô, ambos líderes passados da Coreia do Norte.

Mas desde que tomou o poder após a morte de seu pai, o jovem Kim já mostrou uma mistura de impiedade, pragmatismo e estadismo para conseguir seu prêmio: sentar em uma mesa de negociação com o líder dos Estados Unidos e ser tratado como um igual.

Para Trump, uma reunião bem sucedida seria uma vitória no cenário internacional.

Enquanto a política externa não é o principal aspecto das eleições para o Congresso, não está claro se o foco de Trump em endurecer as relações com seus parceiros comerciais e resolver a questão nuclear da Coreia do Norte terá alguma influência nos eleitores no pleito de Novembro.

Os dois líderes se encontram às 9 da manhã no horário local na terça-feira na Capella na ilha de Sentosa, um antigo retiro católico do exército britânico reformado e transformado em um dos hotéis mais caros de Cingapura.

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VÍDEO: PRESIDENTE ELEITO NICOLÁS MADURO MANDA RECADO AO “USURPADOR” TEMER

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Maduro manda recado ao usurpador Temer
Simões Filho tá Mudando

Isso você não vai ver na Globo:

Segundo o dicionário, USURPADOR significa:  Aquele que usurpa; que se apodera ilicitamente daquilo que não lhe pertence ou a que não tem direito.

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