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Política

PT mostra unidade em torno da candidatura de Nelson Pelegrino

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Desta vez, não haverá prévias, aquele velho e democrático instrumento que o Partido dos Trabalhadores costumava usar quando não havia consenso na hora de escolher seus candidatos a prefeito, governador e presidente. O deputado federal Nelson Pelegrino será mesmo escolhido por aclamação – e, tudo indica, sem contestação – candidato do PT a prefeito de Salvador.

Pelo menos é o que ficou claro no almoço realizado nesta segunda-feira (27), no restaurante Barbacoa, cenário normalmente escolhido pelos políticos quando desejam que seus encontros públicos se tornem mais públicos ainda. Lá, uma expressiva maioria dos deputados federais, deputados estaduais e vereadores de Salvador filiados ao partido se juntou à mesa para manifestar, entre uma garfada e um discurso, que a legenda está unida em torno de mais uma tentativa de conquistar o comando da terceira maior capital do país com o nome de Pelegrino na cabeça da chapa.

As bancadas compareceram em massa. Tanto que ficou mais fácil contar quem não apareceu: o senador Walter Pinheiro (que estava na Paraíba, participando de um seminário sobre o Plano Plurianual da União); os federais Emiliano José, Waldenor Pereira e Amaury Teixeira; os estaduais J. Carlos e Marcelino Galo; e o vereador da capital Dr. Giovanni, preso num plantão em Camaçari, onde é delegado de polícia.

Maturidade – Entre os pedidos de mais uma taça de vinho e mais um filé ao ponto, a expressão mais ouvida nos discursos foi: “O partido está maduro”. Ou seja: o PT, no caso das eleições municipais da capital, chegou a um nível de maturidade suficiente para escolher seu candidato sem disputas internas entre as diversas tendências e, o que é melhor, sem o perigo da competição de egos que, muitas vezes, as prévias alimentam.

O mote da maturidade soou bem aos ouvidos de Nelson Pelegrino, que repetiu a expressão várias vezes em seu discurso, fazendo eco aos oradores que o antecederam – entre eles Luís Caetano, prefeito de Camaçari e presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB); Jonas Paulo, presidente estadual do partido; e os deputados Yulo Oiticica, Rui Costa e Zé Neto.

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Uso político da Lei de Segurança Nacional contra oposição precisa ser explicado

Gilmar Mendes dá 5 dias para Ministério da Justiça de Bolsonaro explicar tudo.

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Do Brasil 247 – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes determinou nesta segunda-feira (5) que o Ministério da Justiça esclareça em até cinco dias o uso da Lei de Segurança Nacional (LSN) contra oposicionistas do governo Jair Bolsonaro. O ministro também cobrou explicações da da Polícia Civil do Rio, e da Polícia Militar do Distrito Federal e de Minas Gerais.  

O número de procedimentos abertos pela Polícia Federal com o objetivo de apurar supostos delitos contra a segurança nacional aumentou 285% nos dois primeiros anos do governo Bolsonaro, na comparação com o mesmo período das gestões Dilma Rousseff e Michel Temer. Entre 2015 e 2016 foram 20 inquéritos. O número subiu para 77 investigações na primeira metade da administração Bolsonaro.

“Com base na causa de pedir e nos pedidos formulados à inicial, determino que sejam solicitadas informações, no prazo de 5 (cinco) dias, às seguintes autoridades coatoras: a) Ministro da Justiça e Segurança Pública; b) Comandante Geral da Polícia Militar do Distrito Federal; c) Secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro”, determinou Gilmar. O conteúdo do documento foi publicado pelo jornal O Estado de S.Paulo. 

O ministro do STF atendeu a um habeas corpus movidos pela Defensoria Pública da União (DPU) e por um grupo de advogados. A DPU pediu ao Supremo a concessão de salvo conduto às pessoas que estiverem promovendo pacificamente manifestação, impedindo quaisquer medidas de coerção fundamentadas na Lei de Segurança Nacional. 

A Defensoria também pediu à Corte que determine às secretarias de segurança publica que as polícias não restrinjam, “de maneira alguma, a liberdade de mera manifestação da opinião política”.

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Política

É UM GÊNIO: ALEXANDRE GARCIA EXPLICA O QUE SIGNIFICA “DIA D E HORA H”, MENCIONADOS PELO MINISTRO PAZZUELO

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ALEXANDRE GARCIA EXPLICA O QUE SIGNIFICA “DIA D E HORA H”, MENCIONADOS PELO MINISTRO PAZZUELO

Do Tudo é Política – O jornalista Alexandre Garcia, mais uma vez se superou na sua capacidade de tentar explicar ações e frases ditas pelo presidente Bolsonaro e seus ministros.

Dessa vez, ele explicou, de forma catedrática, o que significa a frase dita pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello que reafirmou nesta segunda-feira (11/1), em visita a Manaus, que o país pode iniciar a vacinação em 20 de janeiro.

“Todos os estados receberão simultaneamente as vacinas, no mesmo dia. A vacina vai começar no dia D, na hora H, no Brasil. No primeiro dia que a autorização for feita, a partir do terceiro ou quarto dia estará nos estados e municípios para iniciar a vacinação. A prioridade já está dada, é o Brasil todo. Vamos fazer como exemplo para o mundo. Os grupos prioritários já estão distribuídos”, afirmou Eduardo Pazzuelo – Ministra da Saúde

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Kátia Oliveira vai assumir vice-liderança do bloco partidário Democratas-MDB

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Kátia Oliveira vai assumir vice-liderança do bloco partidário Democratas-MDB

A deputada estadual Kátia Oliveira (MDB) vai assumir a vice-liderança do bloco partidário formado entre Democratas e MDB na Assessoria Legislativa da Bahia (ALBA). A formação do bloco, solicitada pelo deputado Sandro Régis (Democratas), líder da Oposição, foi autorizada pelo presidente do Legislativo baiano, Nelson Leal (PP), nesta quarta-feira (2).

O bloco parlamentar terá seis integrantes, sendo que o líder será o deputado Luciano Simões Filho. Kátia destaca que MDB e Democratas são parceiros que buscam trabalhar pela Bahia e, com a formação do bloco, terão esta relação ainda mais fortalecida. 

“Nós defendemos pautas em comum e temos um interesse acima de todos: o bem estar do povo da Bahia e o desenvolvimento do nosso estado. Nós já temos uma relação muito sólida e vamos cada vez mais fortalecê-la”, afirmou a deputada. 

Kátia lembra que, já nas eleições deste ano, a parceria entre as duas siglas ficou evidente. Em Feira de Santana e Vitória da Conquista, por exemplo, os prefeitos reeleitos do MDB (Colbert Martins e Herzem Gusmão) e  tiveram como vices integrantes do Democratas (Fernando de Fabinho e Sheila Lemos). Em Simões Filho, na reeleição de Dinha (MDB), o Democratas estava na coligação. Na capital, o MDB apoiou Bruno Reis, do Democratas.

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