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Republicana Michele Bachmann desiste de pré-candidatura nos EUA

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Na véspera, ela ficou em 6º na prévia de Iowa, vencida por Mitt Romney.
Ela pediu apoio ao candidato que for escolhido, mas não declarou apoio.

A congressista republicana Michele Bachmann anunciou nesta quarta-feira (4) que suspendeu sua pré-candidatura à presidência dos Estados Unidos após ter ficado em sexto lugar, com cerca de 5% dos votos nas primárias do estado de Iowa, realizadas na véspera.

Uma fonte da campanha havia dito à rede CNN que não havia “caminho viável” para continuar.

Em discurso, ela pediu que seus partidários apoiem o nome escolhido pelo partido. Mas ela não declarou apoio a nenhum dos outros pré-candidatos nem disse se pretende fazer isso.

“Decidi ficar de lado”, disse. “Não vou continuar na corrida pela presidência.”

A saída poderia favorecer Rick Santorum, que ficou em segundo lugar, um pouco atrás do vencedor da véspera, Mitt Romney.

A repúblicana Michele Bachmann anuncia nesta quarta-feira (4) em West Des Moines, Iowa, o fim de sua pré-candidatura à presidência dos EUA (Foto: AP)A repúblicana Michele Bachmann anuncia nesta quarta-feira (4) em West Des Moines, Iowa, o fim de sua pré-candidatura à presidência dos EUA (Foto: AP)

Bachmann, a exemplo de Santorum, vinha buscando apoio entre eleitores evangélicos.

Os republicanos disputam para definir quem vai enfrentar o presidente democrata Barack Obama, candidato à reeleição.

O governador do Texas, Rick Perry, que ficou em quinto em Iowa, afirmou que vai manter a pré-candidatura.

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‘Não confie em Bolsonaro’, diz campanha da Apib direcionada a Joe Biden

Cúpula sobre clima convocada por presidente americano gera receios de um acordo ‘com o pior inimigo’ da Amazônia, alertam organizações

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Do Tudo é Política – A Associação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) articulou uma campanha direcionada ao presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta segunda-feira 12. Em um vídeo feito em inglês, a organização é taxativa: “Ou a Amazônia, ou Bolsonaro. Você não pode ter ambos. De que lado você está?”.

O pedido é para que Biden não confie e não negocie com o presidente Jair Bolsonaro qualquer acordo que envolva o futuro da Amazônia – possibilidade aventada para ocorrer durante uma cúpula convocada pelo presidente americano, que acontecerá na próxima semana.

“Não deixe esse homem negociar o futuro da Amazônia. Ele declarou guerra contra nós. Contra os povos indígenas, contra a democracia. Ele espalha Covid, mentiras e ódio. Ele é um extremista que disse que a sua eleição é uma fraude“, diz a narração, que é acompanhada de imagens do presidente brasileiro.

Essa não é a primeira reação aos riscos de que um acordo forneça fundos que seriam supostamente direcionados ao controle do desmatamento. Uma carta assinada por 199 instituições da sociedade civil aponta que “não é razoável esperar que as soluções para a Amazônia e seus povos venham de negociações feitas a portas fechadas com seu pior inimigo”.

“As negociações ocorrem longe dos olhos da sociedade civil, que o presidente brasileiro já comparou a um ‘câncer’. O governo brasileiro comemora tais negociações, que envolveriam recursos financeiros. O presidente americano precisa escolher entre cumprir seu discurso de posse e dar recursos e prestígio político a Bolsonaro. Impossível ter ambos”, escrevem as entidades.

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Bolsonaro envia condolências à rainha pela morte de príncipe Philip

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Do Tudo é Política – O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) enviou mensagem de condolências à rainha do Reino Unido, Elizabeth II, pela morte do marido da monarca, o príncipe consorte Philip, que faleceu nesta sexta-feira (9), aos 99 anos. Philip exercia o título de duque de Edimburgo.

“O governo e o povo brasileiros solidarizam-se com a Rainha Elizabeth II, sua família e o povo do Reino Unido neste momento de luto dos britânicos pela perda do Duque de Edimburgo. O Presidente Jair Bolsonaro enviou mensagem de condolências a Sua Majestade”, afirmou o Itamaraty, por meio de nota.

Philip era casado com a rainha Elizabeth II há mais de 73 anos. Apesar do matrimônio, ele nunca recebeu o título de “rei” porque a alcunha destronaria a rainha Elizabeth, desrespeitando a linhagem da casa de Windsor, família da monarca. A morte do príncipe Philip também não altera a linha sucessória da monarquia britânica. O sucessor imediata da rainha é o seu filho mais velho, o príncipe Charles.

O Reino Unido é uma monarquia parlamentarista. Os monarcas não possuem funções administrativas, mas exercem funções de Estado. A rainha Elizabeth II é a chefe de Estado, o rosto da Inglaterra e dos demais países do Reino Unido diante do mundo, enquanto o primeiro-ministro- posto exercido por Boris Johnson, é o chefe de governo.

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a ‘arrumar a bagunça’ nas relações com Rússia

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Embaixador russo: EUA não estão dispostos a 'arrumar a bagunça' nas relações com Rússia

As relações entre a Rússia e os Estados Unidos estão atravessando uma crise gravíssima, mas Moscou está se esforçando para estabelecer um diálogo pragmático, ao contrário dos EUA, anunciou o embaixador russo nos EUA Anatoly Antonov.

Anatoly Antonov, o embaixador russo em Washington convocado a Moscou para consultas, afirmou que os Estados Unidos não estão dispostos para “arrumar a bagunça” nas relações com a Rússia, o que seria muito difícil.

“Entretanto, nós entendemos que arrumar a bagunça formada nos últimos anos será muitíssimo difícil. A propósito, após várias conversas e consulta de uma série de documentos, quero dizer que hoje em dia não existe nenhum desejo em Washington de arrumar esta bagunça”, disse o diplomata discursando no Conselho da Federação da Rússia durante uma reunião amplificada dos comitês de Defesa e de Assuntos Internacionais.

Mais do que isso, adicionou o diplomata, a administração Biden tomou o rumo para exacerbar as sanções contra a Rússia sob pretextos inventados.

“A administração Biden tomou o rumo da continuação do desenrolar da espiral de sanções sob pretextos inventados. Constantemente se ouvem ameaças relacionadas com a pseudointerferência nas eleições norte-americanas, com os alegados ataques contra recursos informáticos dos EUA e por causa de uma suposta ‘atividade indecente’ de antagonismo às forças militares norte-americanas no Afeganistão”, afirmou o embaixador.

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia declarou na última quarta-feira (17) que Antonov foi convocado a Moscou para discutir o futuro das relações entre os Estados Unidos e a Rússia. Moscou quer analisar o cenário político-diplomático e determinar quais medidas serão tomadas em relação aos EUA no futuro.

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