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Saída do acordo nuclear iraniano ‘custará caro’ aos EUA, adverte ex-chefe da CIA

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Casa Branca

AGÊNCIA SPUTNIK -A saída dos EUA do acordo nuclear iraniano levará a um confronto com a Europa, afirmou o ex-diretor da CIA, Michael Hayden, em entrevista ao jornal Spiegel. Na terça-feira (8), Trump anunciou a saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã, acusando Teerã de violar os termos do acordo.

O líder americano ordenou imediatamente a reintrodução das sanções contra o país que abrangerão setores de importância crítica da economia iraniana, incluindo energia e finanças.

Os restantes signatários do acordo (Rússia, China, Reino Unido, França a Alemanha) se expressaram contra a decisão norte-americana. Os parceiros europeus dos EUA afirmaram que seguirão leais aos termos do acordo.

“O confronto principal teremos não com o Irã, mas com nossos amigos da Europa. Os europeus têm direito legítimo de levantar questões, tais como: ‘Nossa opinião é importante? Será que os americanos levam nossa visão em consideração?’ Nós deixaremos nossos melhores amigos bravos, e então ocorrerá colapso das relações transatlânticas”, afirmou Hayden.

“O presidente dos EUA, Donald Trump, impôs sua vontade ao Reino Unido, à França e à Alemanha, e agora vai celebrar essa ‘vitória’ […] Esta ‘vitória’ efêmera custará muito caro”, advertiu o ex-diretor da CIA.

O JCPOA, assinado em 2015 entre o Irã e Grupo 5+1 (EUA, Rússia, Reino Unido, França, China e Alemanha) e considerado histórico, limitou o programa nuclear de Teerã em troca do cancelamento das sanções internacionais contra o país. Desde sua campanha presidencial, o atual presidente dos EUA vem criticando o JCPOA, qualificando-o como o pior acordo da história dos EUA, e ameaçou abandonar o JCPOA se ele não fosse “corrigido”.

Brasil

FOME: LEVANTAMENTO DIZ QUE 20 MILHÕES ESTÃO PASSANDO FOME NO BRASIL

A Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional também apontou que mais da metade (55%) dos brasileiros sofriam de algum tipo de insegurança alimentar em dezembro de 2020. Outra estimativa, do IBGE, mostrou que o total de “aglomerados subnormais” (favelas, palafitas, etc.) aumentou de 6.329 para 13.151 de 2010 a 2019

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Quase 20 milhões de brasileiros afirmaram passar 24 horas ou mais sem comida em alguns dias e 24,5 milhões não têm certeza de como se alimentarão no dia a dia. Outros 74 milhões vivem inseguros sobre se vão acabar passando por isso. Mais da metade (55%) dos brasileiros sofriam de algum tipo de insegurança alimentar (grave, moderada ou leve) em dezembro de 2020, de acordo com levantamento da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Penssan). As estatísticas foram publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo

Desde 2014, segundo a FGV Social, o rendimento domiciliar real per capita do trabalho diminuiu de R$ 249 mensais para R$ 172, em média, na metade mais pobre do Brasil. 

De acordo com Daniel Balaban, do United Nations World Food Programme (programa mundial de alimentos da ONU), ao contrário de muitos países africanos, o Brasil não implementou mudanças em sua estrutura tributária. Segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, a carga de impostos sobre alimentos no Brasil equivale a 22,5%, ante 6,5% na média mundial.

“A tributação sobre o consumo é uma das mais injustas, porque os pobres consomem toda a sua renda no dia a dia. Temos que modificar isso, para que os mais ricos contribuam mais via Imposto de Renda”, disse Balaban. “Quando defendemos isso, não queremos que todos sejam iguais, mas que ninguém morra de fome”, complementou.

Favelas

Uma estimativa do IBGE apontou que o total de “aglomerados subnormais” (favelas, palafitas, etc.) aumentou de 6.329 em 323 municípios para 13.151 em 734 cidades de 2010 a 2019.

Caracterizadas por padrão urbanístico irregular e falta de saneamento básico, a quantidade de moradias nessas condições subiu de 3,2 milhões para 5,1 milhões no período.

Os dados de 2010 são do Censo e os de 2019 foram estimados pelo próprio IBGE com o objetivo de subsidiar a operação do próximo Censo, em 2022, e distribuir o trabalho aos recenseadores.

Segundo essas projeções, um de cada quatro desses domicílios precários fica nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro; mas a proporção é bem maior em capitais como Belém (55,5% do total de residências), Manaus (53%) e Salvador (42%).

“O Brasil está se tornando um país margeado por favelas. O que não podemos é chegar numa situação de não reversão, embora isso não esteja distante”, afirma Edu Lyra, ex-favelado e fundador do Instituto Gerando Falcões, ONG voltada à promoção social de crianças e adolescentes.

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#Viral

Whatsapp, Instagram e Facebook começam a funcionar após mais de 6 horas fora do ar

Segundo os usuários, as rede sociais ainda apresentam instabilidade, mas está carregando

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Após mais de seis horas fora do ar, o Whatsapp, o Instagram e o Facebook começaram a funcionar por volta das 18h40 da tarde desta segunda-feira (04). Apesar do retorno, as redes sociais ainda apresentam instabilidade, principalmente, o Whatsapp. 

De acordo com dados do site Down Detector, que monitora o funcionamento de serviços digitais, as reclamações dos usuários das redes sociais começaram por volta de 12h20.

A falha não ocorreu apenas no Brasil. Ainda segundo informações do DownDetector, há problemas em praticamente todos os países da América do Sul. Também houve reclamações de usuários com dificuldades de usar as plataformas nos EUA e na Europa.

Ainda não há informações sobre o que motivou a queda das plataformas. Pelo Twitter, usuários relataram problemas e disseram que não era possível acessar o serviço nem pelo aplicativo e nem pela versão web. 

Por volta das 17h, o CTO do Facebook, Mike Schroepfer, pediu desculpas em nome da empresa pela falha.

“Nossas sinceras desculpas a todos os afetados pela interrupção dos serviços do Facebook neste momento. Estamos passando por problemas em nossas redes e nossos times estão trabalhando para resolver essa situação o mais rápido possível”, disse.

LEIA TAMBÉM: WhatsApp e outras redes fora do ar: o que aconteceu e o que dizem as empresas?

Alguns especialistas já dizem que se trata de um problema do tipo DNS, uma falha no servidor da empresa. Isso significa que, quando o usuário busca pelo domínio dos sites – ou os acessa pelos aplicativos – é como se aquele endereço não pudesse ser encontrado pela internet. 

Após quase cinco horas fora do ar, o jornal americano The New York Times afirmou que o Facebook estava enviando uma equipe para tentar fazer a recuperação dos sistemas manualmente.

De acordo com fontes ouvidas pelo jornal, o sistema de trabalho interno dos funcionários do Grupo Facebook, conhecido como Workplace, também apresentou problemas para acessar suas plataformas. 

Ações do Facebook caíram após falha

As ações do Facebook e de outras empresas de tecnologia tiveram retração, no entanto, a queda da empresa dona das três redes sociais foi maior. A rede social chegou a ter queda de 5,3%, mas fechou o dia com redução de 4,89%, a maior desde novembro do ano passado. 

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Durante o problema, Mark Zuckerberg teve uma perda estimada de US$ 5,9 bilhões em sua fortuna pessoal.

A queda ocorre numa onda de retração das ações de empresas de tecnologia, mas a rede de Zuckerberg ficou abaixo do patamar das concorrentes, que viram reduções no valor dos papeis de 2,8%.

*Com informações do Estadão Conteúdo e do portal R7.

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#Viral

WhatsApp, Facebook e Instagram saem do ar nesta segunda-feira

Até o começo da tarde não havia ainda explicação para a pane.

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WhatsApp, Facebook e Instagram saem do ar nesta segunda-feira

WhatsApp, Facebook e Instagram apresentam instabilidade no começo da tarde desta segunda-feira (4). Internautas em todo o mundo estão relatando dificuldade pra acessar os serviços que pertencem ao Facebook.

Às 13h10, o site Downdetector, que monitora reclamações sobre serviços da internet, registrava cerca de 40 mil queixas sobre o o aplicativo de mensagens. Para o Instagram, eram cerca de 10 mil e, para o Facebook, 5 mil.

O termo WhatsApp se tornou o primeiro nos Trending Topics do Twitter no Brasil por volta das 12h50. Cerca de meia hora depois, o concorrente Telegram, que segue no ar, passou a ser o segundo mais comentado.

Ao portal G1, o Facebook informou que está investigando o motivo dessa instabilidade. No Twitter, os perfis do Facebook e do WhatsApp postaram: “Estamos cientes de que algumas pessoas estão enfrentando problemas com o WhatsApp no momento. Estamos trabalhando para que as coisas voltem ao normal e enviaremos uma atualização assim que possível”.

E o Instagram tuitou: “O Instagram e amigos estão tendo um momento complicado agora e talvez você esteja com problemas para usá-los. Conte com a gente, estamos em cima disso”.

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